A alienação

A alienação

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O tamanho da miséria na sexta potência econômica mundial.

NOTÍCIA

Governo aumenta em 19,4% gastos com Bolsa Família


http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-aumenta-em-194-gastos-com-bolsa-familia,816842,0.htm


Comentário:

Com a informação do artigo temos que existem 53,6 milhões de pessoas (tomando como base 4 pessoas por família) vivendo em média com 125 reais por mês no Brasil...
Sendo que, o sistema precisa ser estendido pára outras 800 mil famílias (3,2 milhões de pessoas) que ainda nada recebem.
Temos assim, oficialmente, em torno de 57 milhões de pessoas vivendo na miséria no Brasil atual governado, desde o fim do regime militar, por esquerdistas "humanistas" e "solidários", socialistas, comunistas e "sociais-democratas".

A solução de outras nações foi gerar meios de produção, empregos produtivos para que as pessoas pudessem trabalhar, produzir, e ganharem o próprio sustento.
Mas, em terra comandada por incompetentes irresponsáveis, a solução é dar a esmola do salário família e manter milhões de eleitores amarrados a ela e com iso ganharem as eleições.


***

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Brasil, grande potência econômica mundial.

Folha Online, DA EFE

Mantega afirma que Brasil será 5ª economia antes de 2015


Comentário:
O crescimento econômico do Brasil é ótimo e causa contentamento, porém, não devemos esquecer da nossa realidade, somos um país de tem 3 vezes mais a população da Itália, França e Inglaterra, e o PIB por habitante destas nações ainda é 3 vezes maior que o dos brasileiros.
Temos que lembrar também que no Brasil existe uma das maiores concentrações de renda do mundo!
Esta condição, se continuar a existir, na prática invalidade qualquer crescimento, uma vez que o bonus irá apenas para uma minoria da população.



PIB por habitante (per capita)
Reino Unido = 34.800 dolares
França = 33.100 dolares
Itália = 30.500 dolares
Brasil = 10.800 dolares

População dos países
Brasil = 203,4 milhões
França= 65,3 milhões
Reino Unido = 62,7 milhões
Itália = 61 milhões

Mas, vejamos o que diz a notícia:

O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou nesta terça-feira que nos próximos quatro anos o Brasil, que acaba de tornar-se a sexta maior economia mundial, terá desbancado a França da quinta posição, antes do que prevê o FMI (Fundo Monetário Internacional).

"O FMI prevê que o Brasil será a quinta economia em 2015, mas eu acredito que isso ocorrerá antes", declarou Mantega durante uma entrevista coletiva em São Paulo.

Mantega diz que pode levar 20 anos para Brasil ter padrão de vida europeu
Brasil supera Reino Unido e se torna 6ª maior economia, diz entidade

O ministro considerou que a velocidade de crescimento do país supera a de nações europeias e por isso é "inexorável que nós passemos a França e no futuro, quem sabe, a Alemanha, se ela não tiver um desempenho melhor".

Mantega lembrou que o crescimento econômico do Brasil entre 2003 e 2010 atingiu uma média de 4,5%, nível que será alcançado novamente em 2012, com previsões entre 4% e 5 %.

O ministro apontou que a geração de emprego e uma inflação sob controle são os principais suportes para que o Brasil se mantenha na "vanguarda do crescimento".

"O importante é que estaremos crescendo mais em 2012 do que em 2011. O câmbio estará melhor e o crédito estará mais barato", disse.

Na segunda-feira, o ministro disse que o país vai se consolidar nos próximos anos como uma das principais potências mundiais, ao referir-se a um estudo que coloca o Brasil como sexta maior economia do mundo, após superar o Reino Unido.

"Os países que crescerão mais são os emergentes como Brasil, China, Índia e Rússia. Desta maneira, essa posição vai ser consolidada e a tendência é que o Brasil se mantenha entre as maiores economias do mundo nos próximos anos", disse Mantega em comunicado.

O estudo do CEBR (Centro de Pesquisas para Economia e Negócios), com sede em Londres, aponta que o Brasil se encontra agora atrás apenas de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França na lista de maiores economias do mundo.

A economia brasileira cresceu 3,2% entre janeiro e setembro deste ano, mas nos últimos meses sofreu uma estagnação devido à crise internacional.

O Banco Central informou nesta segunda-feira que os economistas das entidades bancárias do país reduziram sua previsão de crescimento para este ano para 2,9%.



***

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Sobre as interações econômicas entre humanos, seriam elas "trocas" ou "compras" ?

Algo mais sobre "trocas".

Karl Marx em sua teoria da exploração socialista coloca o assunto como se a sociedade humana da sua época ainda estivesse vivendo na idade da pedra.
No enfoque que Marx dá a economia temos uma sociedade onde parece não existir o dinheiro.

Karl Marx tem como base da sua teoria que só existem "trocas" de mercadorias entre humanos, e as trocas sempre são de mercadorias de mesmo valor, para que duas mercadorias M1 e M2 sejam trocadas Marx decreta que os valores devem ser iguais: valor de M1 = valor de M2.
E Marx também diz que o trabalho para produzir M1 é igual ao trabalho para produzir M2, por isso tem o mesmo valor.
Marx só disse essa tolice para justificar a sua teoria que todo valor vem do trabaçho.

Parece que na sociedade de Marx uma pessoa tem uma melancia e outra tem uma cuia, ai as duas resolvem trocar as duas peças, ou outro caso, uma pessoa tem um peixe e outra tem um coelho, as duas trocam o peixe pelo coelho...
Entretanto, tais trocas jamais foram de mercadorias com valores iguais, e muito menos tiveram tempos de trabalho iguais para serem obtidas.
Quem poderia garantir que o tempo para caçar o coelho foi igual ao tempo para pescar o peixe?

A pessoa que tinha o peixe achou que seu peixe, na situação dada, valia MENOS do que o coelho, por isso trocou, porque achou que ia levar vantagem.
Ou seja, as trocas SOMENTE são efetuadas se os trocadores acham que os valores são DIFERENTES, cada qual acha que a sua mercadoria VALE MENOS que a do outro.
Isso é uma coisa evidente, uma vez que ninguém trocaria 6 por meia-dúzia
!

Marx vivia em uma época onde existia dinheiro, uma época em que a humanidade não vivia mais na idade da pedra.
Em um mercado livre liberal não existem "trocas", as mercadorias são COMPRADAS, e não trocadas.

Marx disse que o dinheiro também era uma mercadoria...
Porém, se as trocas de mercadorias são efetuadas apenas com mercadorias de mesmo valor, e dinheiro é mercadoria, então, as pessoas veriam vantagem em trocarem notas de 50 reais entre si!
Seria a troca perfeita!
Só que ninguém está interessado nisso.
Este fato prova que dinheiro não é mercadoria.
Dinheiro é um meio de pagamento.

A gente não vai na padaria "trocar" algo por pão, vamos a padaria COMPRAR pão.
Quando pegamos o dinheiro e damos ao caixa estamos efetuando um PAGAMENTO e não uma troca.
Se isso não for verdadeiro então o verbo "comprar" não teria razão de existir.

Se o trabalhador de uma fábrica de bolas de futebol ficasse com todas as bolas que fabricou ele teria que VENDER as bolas para obter dinheiro, uma vez que o açougueiro não aceita bolas como pagamento pela carne, aceita apenas dinheiro.

Podemos ir em uma quitanda e pesamos 1 quilo de tomate e pagamos 3 reais por ele, no minuto seguinte a quitanda põe o tomate em promoção a 2 reais o quilo e outra pessoa paga 2 reais pelo mesmo quilo de tomate.
Isso é possível de acontecer porque - o preço em dinheiro se alterou - pois trata-se de mercado livre.

Em virtude de seus grosseiros erros o que Karl Marx falou sobre economia não tem o menor valor científico, apenas os seguidores do marxismo o tem como certo, pois tratam o que o "mestre" falou como dogma.

Sobre o trabalhador ficar com tudo o que produz e a mais-valia.

A opinião sobre o "direito" do trabalhador de ficar com tudo o que produz.é uma opinião sem nenhuma conexão com a realidade, tanto no mundo antigo como no mundo contemporâneo..

Suponhamos uma fábrica de sapatos que tenha 10 trabalhadores e fabrique 10 pares de sapatos por dia.
Suponhamos que os 10 trabalhadores já tenham sapatos para usar.
Mas... no final do dia cada trabalhador levaria o SEU par de sapatos para casa...

Porém, a esposa e filhos do trabalhador na verdade queriam que ele levasse 3 pães e 1 quilo de carne.
Acontece que o padeiro e o açougueiro não aceitam o par de sapatos em troca de suas mercadorias, querem dinheiro, ou seja, o trabalhador não tem condição de fazer uma "troca", ele terá que fazer uma "compra".

- O que o trabalhador tem que fazer para poder ir comprar o pão e a carne?
- Tem que VENDER o par de sapato que ele fez...
Mas... tem um problema, ele tem que achar um COMPRADOR para o sapato!
Mas... e se todos já tiverem sapatos e ele não conseguir vender?
O trabalhador vai ficar sem pão e carne.
Vai ficar com fome...
Ai lhe vem a idéia ... e se eu for lá na fábrica e pedir para o dono da fábrica para ele vender para mim?
Ai ele me dá o dinheiro!
E lá vai ele falar com o "explorador" dono da fábrica...
Chegando lá ele entra na fila pq os outros 9 trabalhadores tb tiveram o mesmo problema.

O dono estava esperando ele chegar para fazer a mesma proposta a todos - quanto vcs querem do par de sapatos?
- Queremos 50 reais, respondem.
- Certo diz o dono, mas, como vou demorar para vender como fica o custo do risco do meu dinheiro pago adiantado a vcs?
- Vou dar dinheiro para vcs e correr todo o risco sozinho?
- E se eu não conseguir vender os sapatos?
- Vcs vão ter que me pagar pelo risco que corro e pelo custo (juro) do meu dinheiro que lhes estou dando ANTES de vender a mercadoria.
- Eu vou pagar a vcs 45 reais por cada par, aceitam?
E os trabalhadores já pensando no pão e na carne pára o jantar, que viria sem nenhum risco para eles, dizem - aceitamos!
E pegam os 45 reais do dono e devolvem os pares de sapato a ele felizes da vida!

Então a mais-valia trata-se disso, o dono da fábrica investiu em infra-estrutura, assumiu riscos, e ainda tem que pagar ADIANTADO ao trabalhador, assumindo mais riscos, por isso o dono da fábrica cobra um justo JURO.
O que alias, é a única forma de sustentar a produção.

Então, mais-valia nada mais é que JURO.
Juro devido ao investimento em infra-estrutura, e juro devido ao risco do pagamento adiantado feito ao trabalhador.


Obs. Esse problema da existência humana, que é um problema natural de escassez de mercadorias prontas, os humanos já tomaram consciência dele a milhares de anos atrás!
Os humanos na Núbia a 7000 anos atrás já sabiam que eles trabalharem todo o dia para fazerem uma determinada mercadoria NÃO lhes garantia o jantar.
Infelizmente surgiu no século XIX um maluco que não sabia disso e inventou uma ideologia que ignora isso... o marxismo.
E com isso no mundo moderno muitos ignoram o que os humanos sabiam na Antiguidade!

domingo, 25 de dezembro de 2011

Presidencialismo de coalizão

Reproduzo a seguir um artigo que faz uma boa explicação do que vem a ser "presidencialismo de coalizão".
Porém, apesar de ser uma explicação correta do significado do termo, eu não concordo com ele na prática, eu não concordo com a "idéia" inerente no termo e com o "conceito" criado por FHC de que um presidente para governar precise de uma "base aliada"...
Não precisa.
Só precisa se quiser fazer conchavos.
Um presidente eleito com mais de 50% dos votos válidos já tem uma grande aliado - o povo, e não precisaria de mais nenhum aliado.

Por que não precisaria?
Não precisaria porque ele no início do seu governo declararia que em seu governo o interesse do povo seria seu princípio de governo e que não teria "base aliada", e que, todo projeto essencial para o povo seria colocado em debate público, todo parlamentar que se opusesse ao interesse do povo teria seu nome e sua defesa divulgado pela presidência para o povo, e assim o povo saberia quais eram as ações dos parlamentares e poderia avaliar suas intenções.
Parlamentares pensariam muito antes de se colocarem contra projetos do governo, que realmente fossem do interesse do povo, antes de se colocarem contra eles.
Usando dessa "chantagem" um presidente poderia governar sem fazer os conchavos que apenas servem para alimentar a corrupção e o aumento dos gastos públicos.


*

O que é o presidencialismo de coalizão?
Adriano Codato
Luiz Domingos Costa


Desde sua formulação pelo cientista político Sérgio Abranches em 1988, a expressão “presidencialismo de coalizão” tornou-se um verdadeiro mantra para definir a estrutura e o mecanismo de funcionamento do regime político-institucional brasileiro.

Amplamente utilizada, a expressão sugere a união de dois elementos. O que cada uma das palavras significa e como a soma de ambas descreve e explica o nosso sistema político?

O “presidencialismo” é o sistema de governo no qual o chefe do Executivo é eleito diretamente pelo sufrágio popular e tem um mandato independente do Parlamento. A origem do presidente e do Parlamento (os deputados e senadores) são distintas, posto que a eleição para cada um pode ser desvinculada no tempo (ocorrendo em datas diferentes, o que não é o caso do Brasil) ou, quando a eleição é “casada” (realizada na mesma data, como no Brasil), o eleitor sempre pode optar por eleger um presidente de um partido e um representante parlamentar de outra agremiação. Em resumo: o presidencialismo difere do parlamentarismo justamente pelas origens distintas do poder Executivo e do poder Legislativo. Ao passo que no parlamentarismo o Executivo surge da correlação de forças entre os partidos eleitos para o Parlamento, no presidencialismo o Executivo deriva da eleição direta do presidente pelos cidadãos.

De outro lado, “coalizão” refere-se a acordos entre partidos (normalmente com vistas a ocupar cargos no governo) e alianças entre forças políticas (dificilmente em torno de idéias ou programas) para alcançar determinados objetivos. Em sistemas multipartidários, nos quais há mais do que dois partidos relevantes disputando eleições e ocupando cadeiras no Congresso, dificilmente o partido do presidente possuirá ampla maioria no Parlamento para aprovar seus projetos e implementar suas políticas. Na maioria das vezes a coalizão é feita para sustentar um governo, dando-lhe suporte político no Legislativo (em primeiro lugar) e influenciando na formulação das políticas (secundariamente). Assim, alguns partidos, ou muitos, dependendo da conjuntura política, se juntam para formar um consórcio de apoio ao chefe de governo. Essa prática é muito comum no sistema parlamentarista, no qual uma coalizão interpartidária disputa as eleições para o Legislativo visando obter a maioria das cadeiras e com isso indicar (“eleger”) o primeiro-ministro.

A peculiaridade do sistema político brasileiro deve-se ao fato de conjugar o pacto interpartidos do parlamentarismo e a eleição direta para o chefe do governo, traço típico do presidencialismo. O observador político Fernando Henrique Cardoso acertou na mosca quando disse que, por mais bem votado que tenha sido o presidente eleito, seu capital eleitoral (“votos”) tem de ser, no dia seguinte, convertido em capital político (“apoios”). Do contrário ele reina, mas sem a famosa “base aliada”, não governa...

Como descrição do que ocorre na cena política, a noção de “presidencialismo de coalizão” parece ser exata. Contudo, vale duas observações para complicar o modelo explicativo do sistema político nacional. O Executivo no Brasil possui um imenso “poder de agenda” e alguns de seus ramos uma alta “capacidade decisória”, concentrada em alguns poucos cargos.

Por poder de agenda entenda-se o seguinte: é o Executivo, pela figura do presidente da República, que determina o que será votado e quando será votado (e o que não será votado). O presidente se elege com um programa, os deputados não.

Como o poder de decidir sobre coisas importantes não está espalhado pelas diferentes agências do Executivo (ministérios, secretarias especiais, conselhos, comissões etc.), mas concentrado em ramos estratégicos do governo, algumas áreas escapam da interferência direta da coalizão. É o caso da área financeira, representada pela santíssima trindade nacional: Banco Central, Conselho de Política Monetária, Ministério da Fazenda.

Esse pedaço do governo não entra na barganha com os políticos porque se quer garantir a “racionalidade” da política econômica. Mas na verdade, sob o argumento de barrar a fisiologia, cria-se um feudo no sistema estatal incontrolável (pelo próprio presidente, inclusive) e que escapa a qualquer supervisão social.

A conseqüência prática disso é que elegemos políticos que efetivamente não governam. Se as metas de câmbio e a política de juros condicionam todas as demais áreas estratégicas (política de renda, política de emprego, por exemplo), ficamos com o pior de dois mundos: um pedaço do Estado sem poder e loteado entre os políticos da “base”, que bem ou mal elegemos; e um pedaço do Estado com muito poder (capacidade decisória), mas que não elegemos nem controlamos. Daí que muitas vezes o fato da coalizão interpartidária ocupar espaço no gabinete de governo por meio da posse de pastas ministeriais seja menos importante, politicamente, que o comando que alguns grupos sociais podem ter sobre a capacidade decisória do governo.

*Adriano Codato é professor de Ciência Política na Universidade Federal do Paraná e coordenador do Núcleo de Pesquisa em Sociologia Política Brasileira.
**Luiz Domingos Costa é mestre em Ciência Política na Unicamp e pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Sociologia Política Brasileira, da UFPR.


*

Comentário complementar:

Alem do que já foi dito por mim o presidencialismo no Brasil tem a opção da Medida Provisória, que na prática é um Decreto Lei que entra em vigor na data da sua publicação, as MPs podem ser reeditadas quantas vezes forem necessárias, o que reintera a sua natureza de decretos lei.

*

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

BANCOS REVOLUCIONÁRIOS !

BANCOS REVOLUCIONÁRIOS !

A título de curiosidade, mas também de muita importância para quem quer entender o que está acontecendo na humanidade atual, coloco um vídeo com a mais recente propaganda "revolucionária" do Itaú.
O Itaú está apelando para a ideologia esquerdista e/ou socialista e/ou comunista e/ou marxista e/ou anarquista de "mudar o mundo" pois viu que nela vai ter um grande público alvo !

Essas ideologias pregam "mudar o mundo", não tem a menor idéia do o que colocar no lugar da sociedade atual, mas, tem a pretensão divinizada de "transformar o mundo"!
Essa multidão de humanos na impossibilidade de mudarem as próprias vidas, passaram a almejar "mudar o mundo", e isso na atualidade se transformou em uma ojeriza que afeta milhões.
Os bancos detectaram isso!
Identificaram esse enorme "público alvo", e da mesma forma que os fabricantes de cigarro usavam exemplos de pessoas de sucesso para alimentar o sonho das pessoas a consumirem seus produtos, os bancos vão passar a usar essa nova ambição de parte da humanidade para vender seus produtos !

O Itaú vai mudar o mundo junto com você!
MUDE 2012

http://www.youtube.com/user/BancoItau

Que beleza ! rsrsrs


O BRADESCO (e demais bancos e grandes empresas) também já entrou nessa com tudo e a principal motivação da sua propaganda atual é "transformar o mundo"... e pasmem !
- Mudar a cabeça das pessoas !

http://www.bradescorural.b.br/site/conteudo/resp_socioambiental/default.aspx

No link podemos ler:
"Responsabilidade Socioambiental
Transformar o mundo em um lugar melhor é tarefa de todos.
Mas, para isso, é preciso mudar primeiro a consciência humana."



Isto é marxismo cultural !
Gramsci deve estar orgulhoso da sua obra !
Conseguiu fazer a mais importante peça do capitalismo trabalhar em prol do "príncipe" !
príncipe = partido comunista.


O interessante disso tudo é que ninguém percebe que estão sendo conduzidos por uma ideologia que despreza isso tudo e quer destruir a sociedade atual !

.

Humanos que odeiam e querem exterminar a própria espécie.

Estes dias atrás revi o primeiro filme da trilogia Matrix, eu já tinha conhecimento que Matrix era mais um das dezenas de filmes hollywoodianos apocalípticos (tais como 2012, O Dia Depois de Amanhã, V da Vingança, O fim dos tempos, Keanu Reeves, Wall-E, Fim dos dias, Impacto Profundo, Armagedom, Apocalipse Now, Terremoto, O dia seguinte, O livro de Eli, Vírus, O Inferno de Dante, Meteoro, Terra dos Mortos, Independence Day, Guerra dos Mundos, Eu sou a Lenda, O dia que a Terra parou, Presságio, etc.) feitos pelas mentes atrofiadas dos "salvadores do mundo" na sua luta contra a "perversa" espécie humana.

Acho conveniente saber que existe esse tipo de mente humana que odeia a própria espécie e prega o seu fim, é importante saber deste fato pois estes indivíduos estão presentes no mundo atual em todas as instituições internacionais no incansável trabalho para destruir a "perversa" sociedade humana civilizada que odeiam.

http://narcosphere.narconews.com/userfiles/save-planet-kill-yourself.jpeg

No filme o agente da Matrix ao aprisionar Morpheus diz a ele que: odeia a espécie humana, que odeia seu cheiro; e em seguida diz que: a espécie humana é a única entre os mamíferos que usa a natureza até a exaustão e depois a larga, e por isso, os humanos não são mamíferos, são uma praga, são vírus [que devem ser exterminados].

http://www.youtube.com/watch?v=WxbeL6Ao-Lw

Estas frases - foram feitas por seres humanos - os autores do roteiro e texto do filme... e expressam a opinião dessa classe insana de humanos que ficou louca e passou a odiar os próprios semelhantes indiscriminadamente.

Evidentemente os demais mamíferos também usam os recursos da natureza até a exaustão...
Uma manada de elefantes na África come todos os vegetais de uma região, o que não come destrói em sua passagem, e quando este alimento acaba a manada vai para outra região, os elefantes só não extraem mais da natureza porque não tem capacidade tecnológica para fazer isso.

Acho importante saber desse fato, pois tais mentes atrofiadas hoje são milhares e trabalham incansavelmente para alcançar o objetivo final de destruição do "perverso vírus" humano...
Todos os acontecimentos importantes mundiais que geram crises tem a ação camuflada dessa gente.


***

domingo, 11 de dezembro de 2011

Está acontecendo um movimento espetacular no futebol brasileiro!

Em uníssono, membros das TVs aberta e paga, membros de jornais tradicionais em papel e na Internet, passaram a elogiar de forma frenética e injustificada o jogador do Santos Neymar.

Isso aconteceu depois que o jogador contratou uma empresa de marketing.
Tudo bem ter marketing, mas, o que estão fazendo extrapolou as mais básicas normas de honestidade e bom senso!

Já o estão elegendo como melhor do mundo!
O puseram como melhor do Campeonato Brasileiro sem que ele tivesse feito nada para mercer tal posto.
Neymar ficou em 10 lugar, junto com mais 4, entre os artilheiros....
É sabido que Neymar não faz assistência, ele pega a bola e parte para o drible, na maioria das vezes não consegue passar e perde a bola para a defesa... então, afinal de contas, por que méritos o Neymar foi eleito o melhor do brasileiro?
- Não existem méritos.
Nada mais é que uma desonesta campanha publicitária.

Mostro a seguir os 3 últimos campeonatos que Neymar disputou e quem foram os artilheiros.
Lembrando que é Neymar o batedor de penaltis oficial do Santos.

Artilheiros

Campeonato Brasileiro 2011

1º Borges 23 gols
2º Fred 22 gols
3º Deivid 15 gols
4º Leandro Damião 14 gols
5º Ronaldinho Gaúcho 14 gols
6º William 14 gols
7º Kempes 13 gols
8º Loco Abreu 13 gols
9º Anselmo 12 gols
10º Liédson 12 gols
10º Montillo 12 gols
10º Neymar 12 gols
10º Thiago Neves 12 gols

Libertadores da América

7 gols
Nanni - Cerro Porteño
Wallyson - Cruzeiro

6 gols
Pratto - Universidad Católica
Neymar - Santos

5 gols
Rentería - Once Caldas
Olivera - Peñarol
Moralez - Vélez Sársfield

4 gols
Niell - Argentinos Juniors
Fabbro - Cerro Porteño
Paredes - Colo-Colo
Thiago Ribeiro - Cruzeiro
Rafael Moura - Fluminense
Douglas - Grêmio
Martínez - Jaguares
Bacca - Junior
Leandro Damião - Internacional
Pavlovich - Libertad
Danilo - Santos
Fernández - Vélez Sársfield
Silva - Vélez Sársfield

Campeonato Paulista 2011

Liedson 11
Elano 11
Fábio 10
Anselmo 9
Dagoberto 9
Xuxa 8
Kléber 8
Eduardo 8
Anselmo 7
Hernane 7
Maikon Leite 6
Zé Eduardo 6
Juninho Quixadá 6
Patrik 6
Jael 6
....
Neymar 4

Os grandes jogadores do Santos nas conquistas do Paulista e da Libertadores foram Elano e Ganso, e o goleiro Felipe e o meio-campo Aruca, e não Neymar.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sobre o surgimento da "mente revolucionária" na humanidade e o início do socialismo moderno.

Olavo de Carvalho dá como origem da "mente revolucionária" idealista um período de 500 anos atrás, e como causas coloca coisas insustentáveis como "paganismo" e "darwinismo"... o que está em completa oposição aos primeiros socialistas do século XIX que eram cristãos.
A não ser que Olavo classifique Saint Simon, Albert de Mun, Maurice, Kingsley, Hughes, Furnivall, Ballou, Lamennais, Bellamy e Weitling como sendo pagãos !

Olavo esquece na sua análise que muito antes disso existiu Platão e a sua "república", onde existiria uma "cidade perfeita" comandada por sábios intelectuais.
Platão inclusive foi para Siracusa junto com seu pupilo Dion para implantar na prática a sua cidade perfeita.
Essa evidência histórica não fui eu que descobri.... isso foi Nietzsche que identificou e descreveu em detalhes.

Olavo também esquece que Santo Agostinho, um seguidor da filosofia de Platão, seguiu a risca o mestre e projetou a "cidade de deus", que também seria um local perfeito da mesma forma que a "república" de Platão pretendia ser.

Acredito que Olavo pratique essa omissão por razões religiosas, quer dar um "conceito ateu" ao socialismo...

Mas essa intenção é tendenciosa e se afasta muito da verdade uma vez que ignora todas as demais tendências socialistas que existiram e se fixa apenas no socialismo/comunismo marxista ateu.

E mesmo este, o marxismo, aqui mesmo no Brasil e por toda a América Latina não é sempre ateu, pois a teologia da libertação, fortemente ativista por toda AL, é cristã e marxista.


Sobre "darwinismo".

Sobre o termo "darwinismo" a intenção por trás dele está carregada de má fé.
Colocar um "ismo" em Darwin é uma ignorante maledicência que quer transformar ciência em ideologia para vulgo e ignorante povo.

Darwin não subiu em nenhum palanque, coreto ou montanha para fazer discurso ideológico.

Darwin não fez teoria filosófica improvável como Platão que supõe um "mundo das idéias" de onde tudo emana, Darwin não fez como Marx que disse que a história é determinista e luta de classes sem jamais demonstrar empiricamente a validade disso.
Darwin não criou crenças ou dogmas indemonstráveis a serem seguidos - Darwin fez ciência - Darwin demonstrou empiricamente com evidências físicas, fósseis, e uma variada gama de amostragens, a sua argumentação fundamentada em pesquisa científica da sua Teoria da Evolução das Espécies.

Então, não existe nenhum "ismo" após o respeitado nome do cientista e naturalista Charles Darwin, e todos aqueles que o quiserem colocar no meio de ideologia para defenderem princípios que não se sustentam diante da verdade fatual e histórica estão usando de má fé.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Informações úteis para entender a "crise financeira mundial"

PIB, IDH, GINI e dividas de países com grande e média economia

Europa

Grécia
PIB: $318.1 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 29.600
IDH 2011: 0,861
GINI: 34.27 (2000)
Dívida pública: 142.8% do PIB (2010)
Dívida externa: $532.9 bilhões


Irlanda
PIB: $172.3 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 37.300
IDH 2011: 0,908
GINI: 34.28 (2000)
Dívida pública: 96.7% do PIB (2010)
Dívida externa: $2.253 trilhões


Itália
PIB: $1.774 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 30.500
IDH 2011: 0,874
GINI: 36.03 (2000)
Dívida pública: 119.1% do PIB (2010)
Dívida externa: $2.223 trilhões


Islândia
PIB: $11.82 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 38.300
IDH 2011: 0,898
GINI: 34.28 (2000)
Dívida pública: 126.1% do PIB (2010)
Dívida externa: $3.073 bilhões


Bélgica
PIB: $394.3 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 37.800
IDH 2011: 0,886
GINI: 32.97 (2000)
Dívida pública: 100.9% do PIB (2010)
Dívida externa: $1.241 trilhões


Portugal
PIB: $247 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 23.000
IDH 2011: 0,809
GINI: 38.45 (1997)
Dívida pública: 93% do PIB (2010)
Dívida externa: $497.8 bilhões


Áustria
PIB: $332 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 40.400
IDH 2011: 0,885
GINI: 29.15 (2000)
Dívida pública: 71% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $1.241 trilhões

Dinamarca
PIB: $201.7 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 36.600
IDH 2011: 0,895
GINI: 24.70 (1997)
Dívida pública: 43.4% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $559.5 bilhões

Finlândia
PIB: $186 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 35.400
IDH 2011: 0,882
GINI: 26.88 (2000)
Dívida pública: 48.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $370.8 bilhões

França
PIB: $2.145 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 33.100
IDH 2011: 0,884
GINI: 32.74 (1995)
Dívida pública: 82.4% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $4.698 trilhões

Alemanha
PIB: $2.94 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 35700
IDH 2011: 0,905
GINI: 28.31 (2000)
Dívida pública: 83.2% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $4.713 trilhões

Húngria
PIB: $129 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 18.800
IDH 2011: 0,816
GINI: 31.18 (2007)
Dívida pública: 80.2% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $152 bilhões

Holanda
PIB: $676.9 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 40.300
IDH 2011: 0,910
GINI: 30.90 (1999)
Dívida pública: 62.6% do PIB (2010 est.)
Dívida externa (2009): $3.733 trilhões

Noruega
PIB: $255.3 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 54.600
IDH 2011: 0,943
GINI: 25.79 (2000)
Dívida pública: 48.9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $2.232 trilhões

Espanha
PIB: $1.369 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 29.400
IDH 2011: 0,878
GINI: 34.66 (2000)
Dívida pública: 60.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $2.166 trilhões

Suécia
PIB: $354.7 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 39.100
IDH 2011:
GINI:
Dívida pública: 39.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $853.3 bilhões

Suíça
PIB: $324.5 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 42.600
IDH 2011: 0,903
GINI: 33.68 (2000)
Dívida pública: 38.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $1.2 trilhões

Reino Unido
PIB: $2.173 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 34.800
IDH 2011: 0,863
GINI: 35.97 (1999)
Dívida pública: 76.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $8.981 trilhões

Ucrânia
PIB: $305.2 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 6.700
IDH 2011: 0,729
GINI: 27.51 (2008)
Dívida pública: 40.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $99.47 bilhões

Estônia
PIB: $24.69 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 19.100
IDH 2011: 0,835
GINI: 36.00 (2004)
Dívida pública: 6.6% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $22.21 bilhões

Bósnia
PIB: $30.33 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 6.600
IDH 2011: 0,733
GINI: 36.21 (2007)
Dívida pública: 39.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $9.678 bilhões

Bulgária
PIB: $96.78 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 13.600
IDH 2011: 0,771
GINI: 45.32 (2007)
Dívida pública: 16.2% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $47.15 bilhões

Croácia
PIB: $78.09 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 17.400
IDH 2011: 0,796
GINI: 33.65 (2008)
Dívida pública: 58% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $60.69 bilhões

Rep. Checa
PIB $261.3 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 25.600
IDH 2011: 0,865
GINI: 25.82 (1996)
Dívida pública: 38.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $86.34 bilhões

Lituânia
PIB: $56.59 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 16.000
IDH 2011: 0,810
GINI: 37.57 (2008)
Dívida pública: 38.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $25.32 bilhões

Macedônia
PIB: $20 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 9.700
IDH 2011: 0,728
GINI: 44.20 (2008)
Dívida pública: 24.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $5.821 bilhões

Polônia
PIB: $721.3 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 18.800
IDH 2011: 0,813
GINI: 34.21 (2008)
Dívida pública: 52.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $268.5 bilhões

Romênia
PIB: $254.2 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 11.600
IDH 2011: 0,781
GINI: 31.15 (2008)
Dívida pública: 30.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $118.9 bilhões

Rússia
PIB: $2.223 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 15.900
IDH 2011: 0,755
GINI: 42.27 (2008)
Dívida pública: 9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $405.7 bilhões

Servia
PIB: $80.1 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 10.900
IDH 2011: 0,766
GINI: 28.16 (2008)
Dívida pública: 39.5% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $33.32 bilhões

Eslováquia
PIB: $120.2 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 22.000
IDH 2011: 0,834
GINI: 25.81 (1996)
Dívida pública: 41% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $59.33 bilhões

Eslovénia
PIB: $56.58 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 27.700
IDH 2011: 0,884
GINI: 31.15 (2004)
Dívida pública: 33% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $51.57 bilhões

Àsia

Japão
PIB: $4.31 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 34.000
IDH 2011: 0,901
GINI: 24.85 (1993)
Dívida pública: 197.5% do PIB (2010)
Dívida externa: $2.441 trilhões

China
PIB: $10.09 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 7.600
IDH 2011: 0,687
GINI: 41.53 (2005)
Dívida pública: 18.9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $428.4 bilhões

Índia
PIB: $4.06 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 3.500
IDH 2011: 0,547
GINI: 36.80 2005
Dívida pública: 51.9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $238 bilhões

Coréia do Sul
PIB: $1.459 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 30.000
IDH 2011: 0,897
GINI: 31.59 (1998)
Dívida pública: 22.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $380.6 bilhões

Coréia do Norte
PIB: $40 bilhões (2009 est.)
PIB por habitante (dólares): 1.800
IDH 2011: N/A
GINI: N/A
Dívida pública: Não informado.
Dívida externa: $12.5 bilhões

Paquistão
PIB: $464.9 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 2.500
IDH 2011: 0,504
GINI: 32.74 (2006)
Dívida pública: 50.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $56.13 bilhões

América do Norte

EUA
PIB: $14.66 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 47.200
IDH 2011: 0,910
GINI: 40.81 (2000)
Dívida pública: 62.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $13.98 trilhões

Canadá
PIB: $1.33 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 39.400
IDH 2011: 0,908
GINI: 32.56 (2000)
Dívida pública: 84% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $1.009 trilhões

México
PIB: $1.567 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 13.900
IDH 2011: 0,770
GINI: 51.74 (2008)
Dívida pública: 36.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $195.7 bilhões

América Central

Costa Rica
PIB: $51.17 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 11.300
IDH 2011: 0,744
GINI: 50.31 (2009)
Dívida pública: 42.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $8.558 bilhões

Cuba
PIB: $114.1 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 0.900
IDH 2011: N/A
GINI: N/A
Dívida pública: 34.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $19.75 bilhões

América do Sul

Brasil
PIB: $2.172 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 10.800
IDH 2011: 0,718
GINI: 53.90 (2009)
Dívida pública: 59% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $346.5 bilhões

Argentina
PIB: $596 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 14.700
IDH 2011: 0,797
GINI: 45.84 (2009)
Dívida pública: 45.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $128 bilhões

Chile
PIB: $257.9 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 15.400
IDH 2011: 0,805
GINI: 52.33 (2009)
Dívida pública: 9.2% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $84.03 bilhões

Uruguai
PIB: $47.99 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 13.700
IDH 2011: 0,783
GINI: 42.42 (2009)
Dívida pública: 56.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $11.5 bilhões

Colômbia
PIB: $435.4 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 9.800
IDH 2011: 0,710
GINI: 58.49 (2006)
Dívida pública: 45.4% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $62.1 bilhões

Venezuela
PIB: $345.2 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 12.700
IDH 2011: 0,735
GINI: 43.50 (2006)
Dívida pública: 26.9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $70.14 bilhões

Àfrica

Àfrica do Sul
PIB: $524 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 10.700
IDH 2011: 0,619
GINI: 67.40 (2006)
Dívida pública: 32.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $80.52 bilhões

Egito
PIB: $497.8 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 6.200
IDH 2011: 0,644
GINI: 32.14 (2005)
Dívida pública: 79.9% do PIB (2010 est.) Dívida externa: $35.03 bilhões

Oriente Médio

Arábia Saudita
PIB: $622 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 24.200
IDH 2011: 0,770
GINI: 32.14 (2005)
Dívida pública: 17.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $80.95 bilhões

Irã
PIB: $818.7 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 10.600
IDH 2011: 0,707
GINI: 38.28 (2005)
Dívida pública: 16.6% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $14.34 bilhões

Israel
PIB: $219.4 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 29.800
IDH 2011: 0,888
GINI: 39.20 (2001)
Dívida pública: 74.5% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $106 bilhões

Oceania

Austrália
PIB: $882.4 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 41.000
IDH 2011: 0,929
GINI: 35.19 (1994)
Dívida pública: 26.6% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $1.268 trilhões

Nova Zelândia
PIB: $117.8 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 27.700
IDH 2011: 0,908
GINI: 36.17 (1997)
Dívida pública: 30.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $81.1 bilhões

Sudeste da Àsia

Indonésia
PIB: $1.03 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 4.200
IDH 2011: 0,617
GINI: 36.76 (2009)
Dívida pública: 25.5% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $196.1 bilhões

Singapura
PIB: $291.9 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 62.100
IDH 2011: 0,866
GINI: 42.48 (1998)
Dívida pública: 105.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $21.82 bilhões

Formosa (Taiwai)
PIB: $821.8 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 35.700
IDH 2011: N/A
GINI: N/A
Dívida pública: 33.9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $92.07 bilhões

Vietnã
PIB: $103.6 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 3.100
IDH 2011: N/A
GINI: N/A
Dívida pública: 57.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $32.81 bilhões

.

Países da UE:

Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária. Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Romênia e Suécia.


Dívida pública ou Dívida Interna.

É o total acumulado de todos os empréstimos contraídos pelo estado menos reembolsos a receber em moeda corrente do país.
A dívida pública é paga com impostos.

Dívida pública não deve ser confundida com dívida externa, que reflete os passivos em moeda estrangeira do setor público e privado e deve ser financiada com receitas em moeda estrangeira.
Dívida externa em geral é paga com divisas obtidas via exportação.

.

Reservas internacionais (em milhões de USD)

China - 3.005
Japão - 1.041
Rússia - 522
Arábia Saudita - 410
Taiwan - 380
Brasil 349
Índia - 300
Coreia do Sul - 293
Hong Kong - 266
Suíça - 249
Singapura - 221
Alemanha - 205
Tailândia - 187
Argélia - 157
França - 154
Itália - 144
EUA - 136
México - 113
Malásia -- 106
Irã - 100
Polónia - 100
Reino Unido - 97
Indonésia - 93
Turquia - 77
Dinamarca - 72
Israel - 63
Filipinas - 61
Canadá - 59
Argentina 51,094
Noruega - 49
Iraque - 48
Suécia - 46
Peru - 46
Emirados Árabes Unidos - 45
Roménia - 43
Hungria - 43
Líbano - 38
África do Sul - 38
República Checa - 37
Austrália - 36
Nigéria - 36
Egito - 35
Ucrânia - 31
Espanha - 29
Colômbia - 26
Bélgica - 25
Chile - 25
Vietnça - 21
Áustria - 19
Portugal - 18
Nova Zelândia - 18
Paquistão - 17
Bulgária - 15
Croácia - 12
Finlândia - 10
Uruguai - 8
Letônia - 1
Lituânia - 6
Bielorrússia - 6
Grécia - 5
Costa Rica - 4
Islândia - 4
Myanmar 3,56
Estónia - 3
Irlanda - 2
Eslováquia - 2
Eslovênia - 1


Estoque de ouro no mundo

1. Estados Unidos
Valor das reservas: US$ 549 bilhões
Estoque: 8.965,6 toneladas

2. Alemanha
Valor das reservas: US$ 192 bilhões
Estoque: 3.747,9 toneladas

3. Fundo Monetário Internacional (FMI)
Valor das reservas: US$ 159 bilhões
Estoque: 3.101.3 toneladas

3. Itália
Valor das reservas: US$ 138 bilhões
Estoque: 2.701.9 toneladas

5. França
Valor das reservas: US$ 137 bilhões
Estoque: 2.683,8 toneladas

6. China
Valor das reservas: US$ 59 bilhões
Estoque: 1.161,6 toneladas

7. Suíça
Valor das reservas: US$ 59 bilhões
Estoque: 1.146,2 toneladas

8. Rússia
Valor das reservas: US$ 47 bilhões
Estoque: 915,2 toneladas

9. Japão
Valor das reservas: US$ 43 bilhões
Estoque: 843,3 toneladas

10. Holanda
Valor das reservas: US$ 34 bilhões
Estoque: 674,9 toneladas

11. Índia
Valor das reservas: US$ 31 bilhões
Estoque: 614,6 toneladas


.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Sobre a intenção de críticas a personalidade e a vida pessoal de Karl Marx


Quando falamos de aspectos da personalidade de Marx e de sua vida pessoal não estamos com isso querendo refutar o que ele escreveu, obviamente.
Isso fazemos com a refutação direta do que ele escreveu em seus textos.

Quando mostramos aspectos pessoais da vida de Marx estamos refutando o marxismo em dois aspectos:

1. Se um membro de uma instituição beneficente que dedica sua vida a cuidar de crianças carentes faz uma crítica a respeito das condições da vida de tais crianças nós temos que lhe dar crédito pois ele vive dentro da situação da qual está falando.
Quando um médico da organização "Médicos sem Fronteiras" faz uma crítica sobre a vida na África temos que lhe dar crédito, pois ele vive está situação.
Se uma pessoa se nega a ter as comodidades de uma boa vida e se desapega de toda os bens materiais e vai viver uma vida desapegada ajudando as pessoas em um asilo faz uma crítica a respeito da vida das pessoas que passam necessidade, temos que lhe dar crédito, pois ele sabe do que está falando, mas, quando uma pessoa que passou a vida toda vivendo as custas do dinheiro dos outros, uma pessoa que nunca trabalhou, é um mau caráter cínico e mentiroso, faz uma crítica moral contra pessoas dizendo que elas são burgueses exploradores, por bom senso não podemos dar valor a essa crítica, pois é a crítica de um degenerado que não tem moral para fazer uma crítica moral contra as pessoas e a sociedade em que elas viviam.
Em vista desse fato circunstancial, quando marxistas atuais dizem que falar da vida pessoal de Marx não afeta sua obra, afeta sim!
Afeta porque Marx fez uma crítica moral a sociedade liberal - que ele afirmava ser exploradora, porém, ele não tinha autoridade para fazer crítica moral a ninguém uma vez que ele própria era um imoral, devasso, vagabundo e explorador.

2. Outro aspecto a ser refutado é que o marxismo atual tenta dar a pessoa de Marx qualidades que ele jamais possuiu...
Tentam fazer de Marx um humanista, uma pessoa preocupada com os pobres, um sociólogo, um historiador, ou seja, tentam colocar Marx como se ele tivesse sido uma excelente pessoa preocupada em "salvar o mundo", coisa que ele jamais foi.
E os relatos das trapaças que ele praticou e de vida imoral que levou refutam essa intenção do marxismo atual.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sobre a "crise internacional" ou "crise global" ou "crise mundial"

A mídia brasileira em todos os seus programas, noticiários, comentários, entrevistas, etc, se refere a crise como "crise mundial" ou "crise internacional" ou "crise global" na maioria dos seus pronunciamentos.

E os malucos dos partidos comunistas brasileiros em suas aparições propagandistas na TV pregam aos berros que - "Marx estava certo!", "O capitalismo está acabando!".

Diante disso, dessa unanimidade, eu sou propenso a acreditar que a imbecilidade dominou por completo...

Mesmo entre grupos de discussão onde os participantes são economistas não se tem a verdade aventada em nenhum momento!

Quais são os fatos causadores da crise?
São eles:
- A dívida impagável da Grécia, de Portugal e da Espanha, que ameaçam dar calote.
E por que tais nações chegaram a essa situação?
- Chegaram a essa situação pq por muitos anos estão sendo governadas POR SOCIALISTAS e em virtude disso, buscam dar a seus cidadãos todos os direitos que eles acham que tem direito...
Embora os cidadãos NÃO TENHAM COMPETÊNCIA para cumprir com todos os seus deveres produtivos para que possam fazer jus aos seus direitos de consumo, tais países deram a eles todos os direitos.
E como fizeram isso?
- Fizeram isso emprestando dinheiro de bancos de outros países europeus e com ele sustentavam os privilégios que não tinham competência produtiva para ter.

Evidentemente esse era um processo que iria num ponto de ruptura, iria chegar uma hora em que teriam que pagar a conta aos bancos...
Só que nessa hora, incompetentes em produzir que são, por serem socialistas, não tem como pagar.

Como Sarcozy denunciou, a socialista Grécia, usando mais uma vez o "método" marxista-socialista, FALSIFICOU a informação que deu a União Européia para poder ser aceita como membro da UE!
E em seguida, como típico estelionatário, emprestou dinheiro tendo absoluta certeza que não poderia pagar...

Isto é típico de socialistas.

Então, a "crise internacional do capitalismo" não existe.
O que existe é a crise em 3 nações governadas por SOCIALISTAS na Europa, e que em virtude do calote que ameaçam dar, podem trazer algum problema - exclusivamente - para alguns bancos europeus, mas nada terrível, pois a economia dessas 3 nações é diminuta comparada com as grandes nações da Europa.
O que a mídia politicamente correta está fazendo, mais uma vez, é fazer o que o marxismo quer, tentar causar pânico, medo, desordem, na sociedade a partir da propagação de mentiras.

No hipócrita mundo atual, a mídia politicamente correta conseguiu transformar mais uma crise de NAÇÕES SOCIALISTAS em uma "crise do capitalismo"!

E não existe sequer UMA autoridade em qq parte do mundo que diga - espera ai... não é uma crise mundial, é uma crise local, e não é uma crise do capitalismo, pois quem está em crise são nações socialistas!

Vamos ver no que vai dar toda essa hipocrisia avassaladora dominante no mundo atual...

A espécie humana está se dividindo em duas.

Em um tópico sobre Che Guevara que existe na minha comunidade do ORKUT um marxista escreveu o seguinte póste:

Nome: BRASIL

É simples questionar os escritos de Marx com as facilidades da internet e da comunicação atuais !
Marx e Che foram homens com a mente muito a frente de qualquer UM dessa comunidade... CLARO que pregaram uma luta violenta para que a classe trabalhadora chegasse ao controle do Estado, pois não teria (e atualmente NÃO TEM) outra forma, e isso é uma qualidade, pois não mentiram.
A todo momento e em todo tópico surgem comparações entre os 50 países que instalaram o modo socialista de economia e estão passando fome COM os países capitalistas europeus que o povo tem melhores condições... a grande pergunta é, "porque e COMO esses países oferecem essas ditas melhores condições?????"
AH SIM, com anos de exploração de outros povos e da classe trabalhadora (que pouco a pouco, conseguiram melhores condições - e que na vdd são apenas migalhas de conformação)...
A VDD É QUE TEM GENTE PASSANDO FOME EM TODO LUGAR,
A idéia de Comunismo defendida por Marx é totalmente válida, mas nunca foi aplicada de verdade e acredito que nunca será, ainda mais agora com a mídia como porta-voz de quem quer permanecer no poder !!!!
Nunca foi aplicada de vdd (comunismo) pois pessoas que entravam no poder criam novos interesses, são corrompidos pelo poder, e isso Arnaldo (que mesmo sem conhecer, estou admirando pelo poder crítico) não é uma especificidade apenas de comunistas !
Repito e defendo, A IDÉIA DE COMUNISMO é totalmente válida, imagine uma economia que as pesquisas científicas, a medicina, as riquezas e a educação sejam desenvolvidas para TODOS !?
Se Marx ou seguidores de Marx na prática fizeram outra coisa, NÃO INTERESSA, o mundo esta uma merda, está tudo errado e criticar, aliás, HUMILHAR (segundo Arnaldo) é uma PERDA de tempo de pessoas que tem consciência de mudança dessa merda toda que PESSOAS capitalistas fizeram !


Eu lhe responde o seguinte:


Vc é só mais um que vem nesta comunidade falar a mesma coisa que outros idênticos a vc já falaram...
O lugar comum que falam é uma estratosférica paspalhice diante da realidade histórica da humanidade.
Vcs não veem a realidade, vcs vivem no que Eric Voegelin descobriu depois de estudar a personalidade de marxistas, Voegelin concluiu: "O marxista vive em um mundo gnóstico fora da realidade transcendente.".

Eu, depois de ter estudado não só o comportamento irracional de marxistas, mas tb, ter estudado o comportamento anti humano irracional de vegans, ambientalistas salvadores do planeta, defensores dos animais e demais grupos que surgiram na humanidade, conclui que a espécie humana está se dividindo em duas, uma que ainda continua a ser homo sapiens sapiens, mamíferos, individuais e carnívoros, e outra que se encaminha para ser uma espécie vegetariana e assexuada e que não mais será mamífera pois o leite em sendo um produto animal não mais servirá como alimento para estes idiotas (no sentido científico do termo), essa novo ramo homo será assexuado, vegetariano, e viverá em ninhos grupais como as abelhas.
Podemos chama-los de homo sapiens vegetalis.
Porém, as abelhas e demais espécies grupais, evoluíram para chegar até isso, e o homo vegetalis não, ele regrediu até elas, por isso não terá as defesas que as abelhas desenvolveram.
O homo vegetalis a longo prazo mudará a cor da pele, a carne será plácida como a das gazelas, serão animais frágeis e idiotas (no sentido científico), e o cérebro diminuirá.
Serão presas fáceis para as espécies predadoras que com toda certeza existem no Universo e um dia chegarão ao planeta Terra.



Voltando ao seu poste.
Ultimamente tenho ficado um tanto indisposto para responder a essa paspalhice lugar comum, um certo nojo me faz torcer o nariz... e fica enfadonho escrever pois sei que de tudo que eu disser, comprovado por fatos e argumentos lógicos, não terá nenhum efeito na afetada mente do marxista.
Mas, já percebi uma coisa, muitos marxistas após o meu poste nada dizem, ficam calados... e alguns, como vc mencionou, citam a "humilhação", então percebi que os orgulhosos marxistas possuídores da "sublime causa" de salvar a humanidade, ao serem incapazes de argumentar de forma lógica contra os fatos que demonstro - se sentem humilhados.

Então trata-se disto para mim, o ânimo para eu continuar a escrever apesar de saber que não terá efeito algum é saber que os marxistas se sentem humilhados diante da realidade colocada na frente da cara deles e que eles irracionalmente negam.

Evidentemente, a minha outra motivação, que é usar os absurdos textos de marxistas para mostrar as pessoas normais o absurdo do marxismo, e tb, colocar a refutação cabal do socialismo marxista nas suas diversas facetas, continua existindo e muito me anima!

Então, vamos lá mais uma vez rsrs

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"É simples questionar os escritos de Marx com as facilidades da internet e da comunicação atuais !"

Vc está equivocado, uso livros tb.
Alem disso, o que o marxismo cultural mais faz atualmente é usar a Internet para doutrinação, então, devemos refutar o marxismo em todo lugar onde ele atuar.


"Marx e Che foram homens com a mente muito a frente de qualquer UM dessa comunidade..."

O que um ser humano é/foi, só se pode dizer baseado no que ele realmente produziu DE BOM para a humanidade.
Shakespeare esteve a frente dos demais, pois sua obra é fantástica.
Da Vinci esteve a frente dos demais pois sua obra tb é fantástica.
Nietzsche esteve a frente dos demais pq sou obra tem inestimável valor.
Einstein, Newton, Churchil, Kennedy, etc, estiveram a frente dos demais pois produziram coisas de valor para a humanidade ou para suas nações.
O que produziram de bom Marx e Guevara?
- Nada.
Produziram apenas sofrimento e morte de inocentes.
As idéias de Marx nas mãos de Lenin produziram a falida URSS que matou milhões de pessoas.
As idéias de Marx nas mãos de Mao produziram enorme miséria ao povo chinês e um holocausto assassino.
As idéias de Marx dentro da cabeça de Guevara produziram a falida ditadura cubana.
E como Lenin, Mao e Guevara eram marxistas, leram Marx como vc leu, a não ser que vc ache que só vc entende Marx e que Lenin, Mao e Guevara eram burros q não entenderam Marx, eles fizeram exatamente o que Marx ordenou, e o resultado foi um colossal fracasso assassino.
Então, vc pode ter o seus achismo, mas, os fatos demonstram que Marx e Guevara foram dois vagabundos fracassados.
E devido a esse fato, a tua opinião não tem valor algum.


"CLARO que pregaram uma luta violenta para que a classe trabalhadora chegasse ao controle do Estado, pois não teria (e atualmente NÃO TEM) outra forma, e isso é uma qualidade, pois não mentiram."

A "classe trabalhadora" chegou ao controle do estado em Cuba e no Vietnã, e o resultado foi a ditadura socialista miserável que manteve o povo dessas duas nações na miséria.
Então, a violência que Marx e Guevara pregaram não foi uma qualidade, foi uma estupidez que serviu apenas para trazer ainda mais miséria para o povo.

E CLARO, existem outras alternativas obviamente, apenas vc em sua irracionalidade marxista não consegue ver.
O que existe no Canadá, onde existe um povo culto, trabalhador, desenvolvido e que possui excelente qualidade de vida e igualdade social é exemplo para a humanidade!


"A todo momento e em todo tópico surgem comparações entre os 50 países que instalaram o modo socialista de economia e estão passando fome COM os países capitalistas europeus que o povo tem melhores condições..."

Vc mente.
Nesta comunidade não se fala a todo momento e nem em todos os tópicos essa verdade.
Existem tópicos específicos para mostrar a miséria que existiu e ainda existe nas nações que adotaram o socialismo.
E vc mente novamente qdo diz que falamos aqui de países europeus, não, aqui falamos de todos os países desenvolvidos do mundo, aqui os países mais citados são Canadá e Austrália, que foram colônias iguais as nações na América Latina e hj são nações desenvolvidas e cultas e onde o povo tem excelente igualdade social.
Por favor, não minta mais, procure dizer a verdade nesta comunidade se vc conseguir.


"a grande pergunta é, "porque e COMO esses países oferecem essas ditas melhores condições?"

Tendo competência e trabalhando muito dentro de suas nações.
O Canadá foi uma colônia, entretanto, é desenvolvido.
A Nova Zelandia foi colônia, entretanto é desenvolvida.
A Noruega nunca teve impérios ou colônias, entretanto tem um povo desenvolvido.
O Japão estava arrasado após a segunda guerra mundial a 60 anos atrás, entretanto hoje em dia o povo japonês possui excelente qualidade de vida e igualdade.
Como estas nações conseguiram isso?
Conseguiram isso com muito trabalho e competência.


"AH SIM, com anos de exploração de outros povos e da classe trabalhadora (que pouco a pouco, conseguiram melhores condições - e que na vdd são apenas migalhas de conformação)..."

Isso é mentira.
Vc jamais conseguirá provar essa tua mentirosa maledicência.
O povo trabalhador e culto do Canadá possui excelente qualidade de vida, e eu DESAFIO VOCÊ a provar que o trabalhador e culto povo do Canadá conseguiu isso explorando outros povos.
Vc é um mentiroso maledicente como todo marxista é.


"A VDD É QUE TEM GENTE PASSANDO FOME EM TODO LUGAR,"

A verdade é que SEMPRE EXISTIU gente passando fome na humanidade por milhares de anos.

A verdade é que na humanidade por milhares de anos existiu a exploração por escravidão e miséria em todas as nações do mundo.

A verdade é que a partir do ano de 1800, com a implantação da democracia e do liberalismo essa condição miserável em que TODA A HUMANIDADE viveu por milhares de anos começou a mudar para melhor e hoje no mundo existem dezenas de nações onde o povo vive bem.

A verdade é que no século XX o miserável socialismo marxista foi implantado em 50 nações do mundo.
2,1 BILHÕES DE PESSOAS foram submetidas a miséria socialista e por 70 anos viveram nessa miséria. Se essa miséria socialista não tivesse existido muitas outras nações poderiam ter ficado bem de vida.
Por exemplo a Polônia e a Hungria, foram mantidas na miséria socialista por 50 anos... hoje não mais socialistas, agora são democracias liberais livres e já estão melhorando de vida e daqui a alguns anos serão nações desenvolvidas!


"A idéia de Comunismo defendida por Marx é totalmente válida, mas nunca foi aplicada de verdade e acredito que nunca será, ainda mais agora com a mídia como porta-voz de quem quer permanecer no poder !
Nunca foi aplicada de vdd (comunismo) pois pessoas que entravam no poder criam novos interesses, são corrompidos pelo poder, e isso Arnaldo (que mesmo sem conhecer, estou admirando pelo poder crítico) não é uma especificidade apenas de comunistas !"


Vc nem marxismo sabe.
Marx por toda a vida defendeu a revolução do proletariado e a implantação da DITADURA DO PROLETARIADO.
Marx por toda a vida defendeu a implantação do seu "socialismo científico" após a tomada do poder na ditadura DO PROLETARIADO.

Marx jamais disse como seria uma sociedade comunista, ele apenas sabia que após a tomada do poder o que existiria seria a ditadura DO PROLETARIADO ... vc desconhece, mas isso Marx escreveu no final de sua vida no seu texto "Crítica ao Programa de Ghota".
Vc vive fora da realidade e nem mesmo sabe o que Marx defendia.


"Repito e defendo, A IDÉIA DE COMUNISMO é totalmente válida, imagine uma economia que as pesquisas científicas, a medicina, as riquezas e a educação sejam desenvolvidas para TODOS !?"

A idéia do comunismo é válida no mundo gnóstico onde marxistas e outros idiotas (no sentido científico) vivem.
As pessoas que vivem no mundo real sabem que a natureza é dura e as coisas não caem do céu ou estão prontas como se estivéssemos no paraíso.

As pessoas lúcidas do mundo sabem que nem todos os seres humanos nascem bonitos como a Angelina Jolie e o Brad Pitt, entendeu?
Ou mesmo, nem todos os jogadores de futebol tem a capacidade do Neymar, entendeu?
E que devido a essa "desigualdade" na beleza e na capacidade entre os seres humanos, uns levam vantagens sobre os outros na vida prática.

Em resumo, os humanos NÃO SÃO iguais em capacidades.
Os humanos são iguais APENAS nas NECESSIDADES, entendeu?

Então, é um tanto óbvio, e apenas retardados não conseguem entender que, se todos os humanos necessitam DE TUDO, porém, nem todos os humanos conseguem produzir tudo que querem, existirão aqueles que não terão tudo que necessitam ter.

Porém, existem nações, como Canadá, Noruega, Australia, Japão, etc, que conseguiram equacionar esse problema e conseguiram suprir a deficiência de capacidade aumentando a produtividade de seus meios de produção.

Entretanto, existem nações como o Brasil, que são governadas por corruptos e irresponsáveis que não tem competência para resolver seus problemas e alem disso são orgulhosos e jamais permitirão que as nações competentes venham aqui no Brasil nos ensinar como acabar com a fome.

Então, no Brasil existe gente com fome, e CONTINUARÁ A EXISTIR pq os irresponsáveis que mandam no Brasil não tem competência para resolverem os problemas do Brasil e tb não tem a modéstia de pedir aos competentes para virem aqui resolverem os problemas para os brasileiros.


"Se Marx ou seguidores de Marx na prática fizeram outra coisa, NÃO INTERESSA, o mundo esta uma merda, está tudo errado e criticar, aliás .... é uma PERDA de tempo de pessoas que tem consciência de mudança dessa merda toda que PESSOAS capitalistas fizeram !"

O TEU mundo é uma merda, o meu não é, e eu nasci pobre, passei fome qdo criança e não tive pai para me ajudar, mas transformei meu mundo.
E todos aqueles como eu que não querem "transformar o mundo" dos outros, mas sim querem transformar a própria vida, em geral conseguem sucesso.
Os fracassados do mundo, em geral socialistas e marxistas, são incompetentes e não conseguem sair da merda em que vivem... e por isso, querem "mudar o mundo" para com isso tirarem proveito próprio através da ajuda do estado socialista.
Jamais conseguem pois o estado socialista é incompetente e sempre leva a falência as nações que o implantam.

Eu fui na Alemanha pouco depois da queda do Muro da Vergonha e tive oportunidade de ver a exuberância da parte da Alemanha que era democracia, e tive oportunidade de ver a merda escura e falida que era a parte da Alemanha socialista marxista!

Então, merda é o que existe no Brasil governado por corruptos, merda é o que existiu nas nações socialistas, merda é o que existe na cabeça de marxistas, mas o que existe no Canadá capitalista é algo muito bom e que jamais existiu antes na humanidade!
E esta realidade só não conseguem ver os estúpidos que tiveram a cabeça dominada pelo corrupto marxismo.


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sábado, 22 de outubro de 2011

O prêmio nobel da paz

Notícia no EATADÃO ON LINE

Obama anuncia retirada das tropas americanas do Iraque até o fim do ano
Medida encerra os quase nove anos de guerra no país árabe, afirma o presidente

ESTADÃO ON LINE
21 de outubro de 2011 | 15h 06


WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira, 21, a retirada total dos militares americanos que combatem no Iraque até o final do ano. A medida, anunciou o líder, coloca um fim "aos quase nove anos de guerra" no país árabe.

***

COMENTÁRIO.

Esse comunicado não é mera coincidência com o assassinato de Kadafi, apesar de que, hipocritamente, nenhuma midia classificou a morte de Kadafi como assassinato, mas, foi assassinato, pois Kadafi já estava preso.

Me parece que é uma forma de desviar a atenção dele (Obama) na participação no crime que ele certamente tem, pois o crime foi praticado por aliados dele.

Desdobramentos do marxismo cultural no EUA

Mais um exemplo da avassaladora ação do marxismo cultural no EUA.

Notícia no ESTADÃO ON LINE

Espécie de pop star em Harvard, Michael J. Sandel fala de 'Justiça'
Americano fala do livro e sintetiza o curso (sempre lotado) que ele ministra na instituição

22 de outubro de 2011 | 7h 00
LÚCIA GUIMARÃES - NOVA YORK

Os Estados Unidos devem pagar uma reparação pelos anos de escravidão?
O serviço militar obrigatório deve ser restabelecido?
A ação afirmativa penaliza os brancos pobres?
Essas questões, que não são matéria-prima de vídeos virais ou de redução a 140 caracteres, atraem multidões - seja na Harvard University, seja por meio de palestras que a BBC britânica oferece em podcasts.
Se a filosofia tem um pop star - e "pop" aqui está longe de ser derrogatório -, o nome dele é Michael J. Sandel.
Para quem duvida do alcance deste professor de filosofia política de Harvard, sugiro simplesmente googlar a palavra "justiça" em inglês.
Na primeira página de resultados, chegamos à home page de Sandel, que há 30 anos ministra o curso com tal nome, um dos mais procurados da história de Harvard.

Justiça - O Que É Fazer a Coisa Certa é o título de seu livro que está saindo no Brasil, um trabalho que reflete sua experiência como um dos mais populares professores do mundo - entretanto, como ele alerta, não é uma história de ideias e sim uma viagem pela reflexão moral.

....

Entrevista.

O movimento Occupy Wall Street, que muito rapidamente se espalhou pelos Estados Unidos, reflete indignação com o sistema financeiro. O senhor afirmou no livro que os americanos perdoam o fracasso menos do que perdoam a ganância. O novo movimento poderia sinalizar uma tolerância menor com a ganância?
Os protestos contra Wall Street demonstram uma indignação contínua com a crise financeira e o salvamento dos bancos e de Wall Street. Quando tratei do assunto em Justiça, descrevi como o processo foi injusto. Os responsáveis pela crise financeira lucraram enormemente quando os ventos estavam a favor. Mas, assim que a crise começou, os contribuintes tiveram que pagar a conta. Agora, nós vemos esta onda de protestos que se espalha em todo o país. Acho que é uma ocorrência bem-vinda. Mostra que o ativismo cívico está vivo. Ele vai exercer pressão sobre os líderes políticos, incluindo o presidente Obama, para fazer mais do que fizeram até agora - exigir que os bancos e as instituições financeiras assumam maior grau de responsabilidade pelo que fizeram.

O senhor destaca a associação do movimento conservador com a "política da virtude". E também trata do contraste entre Barack Obama e John Kennedy. Obama acha que sua fé deve ser levada em conta, Kennedy, o primeiro presidente católico americano, evitava falar de religião. Como o senhor vê hoje estas questões afetando o clima moral no país?
No último capítulo do livro, eu argumento que os liberais e os progressistas não devem renunciar à linguagem moral ou esperar que os cidadãos escondam sua fé quando entram no território público. Como candidato, Obama compreendeu que os argumentos morais e espirituais não deviam ser deixados apenas para conservadores. O fato de que ele era aberto à fé permitiu que fizesse uma conexão com um eleitorado de uma forma que políticos tecnocratas não conseguiriam fazer. Mas ele ainda não conseguiu trazer o idealismo moral e cívico da campanha para sua presidência. Talvez por ter enfrentado logo a crise financeira, ele não deu voz a ideais morais, cívicos e espirituais que os americanos esperam ouvir de um presidente. Acho que este é um dos grandes desafios de sua presidência. Nós precisamos de um discurso público que esteja mais engajado com as questões de justiça, igualdade, desigualdade e o significado de cidadania. Como argumento no livro, nós precisamos de uma nova política do bem comum. Ainda não sabemos se o presidente Obama vai conseguir redirecionar o discurso nacional para essas questões.

O senhor acredita que o debate atual sobre o aumento da desigualdade nos Estados Unidos vai reforçar o que chama de a conexão entre a distribuição de justiça e o bem comum?
Nos últimos anos, não houve um debate sério neste país sobre a crescente desigualdade econômica. Espero que haja uma mudança em curso. Nós precisamos de um debate moral robusto sobre igualdade e desigualdade. Por exemplo, é justo 1% da população controlar 90% da riqueza?
Como o sistema fiscal americano deve responder ao aumento da desigualdade?
Este é, em parte, um debate sobre a distribuição de justiça. Em vários capítulos do livro, eu examino as filosofias em competição sobre o tema - incluindo o laissez-faire, as teorias libertárias, as teorias igualitárias e teorias que tratam do mérito. Então, sou muito a favor de um grande debate público sobre a distribuição da justiça. Mas há uma questão mais ampla. É sobre o que devemos uns aos outros, como cidadãos, e sobre o caráter da vida cívica que compartilhamos. Um grande fosso entre ricos e pobres acaba por minar o bem comum e corrói os laços que unem as sociedades. Se os ricos e os pobres americanos cada vez mais levam vidas separadas - moram em bairros separados e mandam seus filhos para escolas diferentes -, terão cada vez menos em comum e a possibilidade de uma cidadania compartilhada se esvai. Por isso, considero importante debater o impacto da desigualdade nos espaços comuns da cidadania democrática. Como argumento na conclusão do livro, a distribuição de justiça e o bem comum estão ligados.


O Brasil começou a discutir uma possível reparação pela escravidão, mas este movimento existe há mais tempo nos Estados Unidos. Como este debate pode servir de exemplo para o que o senhor defende - a reflexão moral coletiva?
O debate sobre a reparação pela escravidão levanta uma das questões mais difíceis e importantes da filosofia moral e política. No livro, eu uso a discussão sobre a reparação para examinar concepções conflitantes de responsabilidade moral: Seríamos responsáveis só pelos atos que cometemos como indivíduos? Ou temos uma responsabilidade especial de corrigir os erros feitos por nossos concidadãos, nossos avós, gerações passadas? Isto nos obriga a questionar se a responsabilidade pode ser coletiva e se atravessa gerações. Vários países têm lutado com a questão da reparação. Nos Estados Unidos, discutimos se deve haver um pedido de desculpas oficial e público pela escravidão. E se deve haver reparação e de que forma. Um debate semelhante se passou na Austrália, em relação aos aborígines. E não devemos esquecer o ônus moral de questões como lidar com atrocidades cometidas em tempos de guerra. Tudo isso nos leva a considerar como interpretamos nosso passado, mas também qual é o caráter individual e coletivo da responsabilidade moral. Devemos pensar em até que ponto a nossa identidade é formada pelas comunidades onde vivemos, as tradições que herdamos. Não são perguntas com respostas fáceis. Mas elas ilustram a importância de uma vida pública que se mantém aberta à reflexão moral.

Qual o impacto que o senhor vê em certos elementos da cultura da internet, como anonimato, exibicionismo e ênfase na velocidade? A internet não pode ser também uma aliada de causas cívicas?
A cultura da internet e da rede social são uma bênção e uma praga da vida pública. Por um lado, as redes sociais se tornaram ferramentas valiosas para movimentos sociais e organização política. A Primavera Árabe, naturalmente, é um bom exemplo disso. Ao mesmo tempo, várias características da cultura da internet vão contra a cultura democrática. O que faz falta, hoje, é o hábito de nos engajarmos em argumentos morais razoáveis sem apelar para o insulto e a falta de civilidade. Precisamos desenvolver uma cultura pública e cívica em que as pessoas possam expressar suas convicções mais profundas e, ao mesmo tempo, aprender a ouvir os outros que não pensam como nós. Na maioria dos casos, a internet não promove esta discussão civilizada. O anonimato é parte do problema. Mas culpo também a velocidade e a falta de trocas contínuas que sustentem reflexão. Então, as ferramentas da internet, como blogs e redes sociais, precisam ser complementadas com formas de engajamento comunitário não virtuais. Eu acredito que a internet possa ser um instrumento de educação cívica e discurso moral, mas só se criarmos instituições e modelos de comunidade que vão além, que criarem a responsabilidade exigida pela vida cívica.

***

Comentário sobre a definição de Sandel sobre o que ele considera "justiça".
"Não é só a maneira certa de distribuir coisas. É também a maneira certa de valorizar as coisas."

Esse tipo de declaração me impressiona pelo distanciamento da realidade!
Distribuir coisas?
Como assim?
Quem vai distribuir o que?
Por quem as coisas que serão distribuídas serão produzidas?

Para mim é tão fácil perceber que isso é uma tolice... todas as tentativas de "distribuir coisas de forma certa" fracassaram, e não só fracassaram, mataram milhões de inocentes em nome dessa causa maldita.

Para mim, lembrando os tempos em que humanos não eram politicamente corretos, é tão fácil perceber que se um humano quer comer ele vai ter que levantar cedo todos os dias e ir cuidar da roça, dos porcos, das galinhas, do pomar, da horta, trabalhar muito a terra e com competência, assim talvez, se a natureza não destruir, ele poderá comer.

Não vivemos no paraíso onde as coisas são providas por deus.
Não vivemos em uma era robótica onde robôs trabalham para produzir as coisas que humanos necessitam e o trabalho dos humanos é só distribuir tais coisas de forma igualitária!

É justamente esse o problema.
Vivemos no planeta Terra onde as coisas são difíceis de conseguir, onde a natureza é dura e provoca secas, inundações, geadas, tempestades, furacões, maremotos, terremotos, vulcões, pestes, doenças, e outras desgraças para atazanar a vida dos seres humanos...

Vivemos em uma terra escassa e onde se cada humano conseguir produzir o que consome ele já estará prestando enorme ajuda a sociedade por não ser um peso morto a ela!
Querer que um humano produza para "distribuir" é um absurdo insano pois exigiria esforço redobrado desse humano e o transformaria em escravo dos que recebem o fruto do seu trabalho.

Na minha opinião esse professor é só mais um oportunista falando o que milhões de alienados politicamente corretos querem ouvir mas que de justiça e verdade nada tem!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Uma questão mundial ignorada pela humanidade.

Perguntaram na minha comunidade do ORKUT.

"SocialismoxCapitalismoxIslamismo - Líbia

Alguém ai viu alguém lançando boas teorias sobre as três forças de dominação mundial ("capitalismo", comunismo e islamismo) na Líbia?

Fiquei com uma forte impressão de que movimentos socialistas podem receber apoio dos outros em um início, mas que depois ele é derrubado e repartido entre os outros dois.

Sou totalmente leigo em história e política, não consigo fazer nenhuma relação, por que a OTAN entregaria governos para grupos radicais islâmicos que inclusive tem apoio da Al Qaeda?"


Eu respondi o seguinte:

Este tema é interessante.

Existem várias análises da situação mundial... envolvendo diversas variantes, China, Rússia, EUA, islamismo, UE, emergentes, capitalismo, etc.

Porém, em nenhuma delas o socialismo entra como protagonista!
Não existe nenhuma análise política que considere o marxismo como força de poder.
Por exemplo não existe nenhuma análise política a nível mundial da situação da América Latina, quase toda ela comandada por comunistas!
O mundo ignora este fato.
Outro exemplo, as nações q causaram a atual crise na Europa, Grécia, Espanha e Portugal, eram governadas por socialistas a anos .... porém, ninguém a nível mundial coloca este fato em análise.
Ignoram o fato por completo... e ele foi decisivo para causar a crise, foram os tais "direitos" que levaram estas nações a se endividarem para mante-los.

Ou seja, o socialismo na figura do marxismo cultural é uma força avassaladora em todo o mundo mas o mundo ignora este fato!
É algo excepcional.
A maioria da humanidade é um rebanho de gado indo felizes para o abate.

Mas isso não é por acaso...
O marxismo cultural alcançou níveis de subversão excepcionais!
Quase chegam a perfeição.
Por exemplo na Líbia, ouvi hoje q iam enterrar Kadafi em segredo para não ter peregrinação.... mas, como pode isso?
Se acusam Kadafi de matar seu povo indiscriminadamente por que esse povo massacrado iria peregrinar para seu túmulo?
A quantidade de mentiras inventadas no caso da Líbia foi enorme... mas não são quaisquer mentiras, são mentiras sutis, ao gosto da humanidade atual, são mentiras perfeitas aprimoradas ao longo de 80 anos de marxismo cultural.
A OTAN bombardeou cidades líbias indiscriminadamente para "proteger civis"!
Ninguém no mundo todo questionou esse absurdo!

Porém, se Israel depois de receber centenas de foguetes em suas cidades lançados de Gaza reage e ataca Gaza, o mundo se levanta em protestos contra Israel...
Este é o mundo atual, esta é a obra do marxismo cultural sobre a humanidade - a criação de uma humanidade hipócrita como jamais foi antes.


Sobre essa parte da pergunta:

"Sou totalmente leigo em história e política, não consigo fazer nenhuma relação, por que a OTAN entregaria governos para grupos radicais islâmicos que inclusive tem apoio da Al Qaeda?"

Realmente é algo intrigante...

Mas, o que o marxismo cultural quer causar a sociedade ocidental?
- Quer causar o caos, quer destrui-la.
Quanto pior melhor!

E qual é o maior agente (consciente ou inconsciente, não importa) do marxismo cultural hoje no mundo?
- Obama.
Obama foi eleito pelo "estabilichment" politicamente correto do EUA, obra do marxismo cultural q no EUA foi avassaladora, e por trás dele existe um "think tank" socialista q planeja todas as suas ações.

E segurando bem alto o prêmio nobel da paz que ele ganhou apenas por ser o primeiro presidente negro do EUA, ele vai agora sair pelo mundo fazendo ações semelhantes a que praticou na Líbia, já que teve sucesso...
Esperemos para ver o próximo episódio.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Sobre os distúrbios em Londres e outras cidades da Inglaterra.


Os acontecimentos me parecem semelhantes a outros que já aconteceram na Europa, como os de Paris alguns tempos atrás.

A causa é a mesma, africanos e outras nacionalidades pobres vão para a Europa em busca de uma vida melhor, porém, a imensa maioria vai para lá sem nem ao menos saberem ler e escrever, não sabem inglês e não tem nenhuma profissão, obviamente não arrumam emprego.
O que fazem então?
Vão "morar" em bairros seguimentados para essa população, evidentemente, devido a ignorância e a pobreza, vai acontecer a degeneração social, drogas, formação de quadrilhas, prostituição, etc.
Tudo isso acompanhado de ódio a sociedade inglesa que eles veem vive bem.

Outra coisa, a polícia inglesa nem arma usava até pouco tempo atrás, a polícia inglesa sempre foi correta, só que a lei na Inglaterra é para ser respeitada, e não existe espaço para desordem. E a polícia faz seu papel preventivo nestes bairros.
Se, as gangues de jovens partirem para a violência, a polícia vai agir, e se precisar atirar para matar ela vai atirar. E a reação a isso tb já é conhecida e tem tb sua contra reação.

Eu sou da opinião que o governo inglês está errado ao permitir a entrada desse pessoal na Inglaterra e mais ainda a permanência deles na Inglaterra.
O que esse erro acarreta?
Acarreta os distúrbios que vimos.
E com isso os crápulas "intelectuais" marxistas do mundo inteiro e em especial do Brasil, passam a culpar a Inglaterra por existirem esses pobres e discriminados "ingleses"...
Eles não culpam os países de origem que geraram esses miseráveis, eles culpam a Inglaterra pela existência deles, e querem que a Inglaterra estabeleça "atitudes sociais" para eles... o que acarretaria dar ensino básico a todos eles, faculdade, moradia, pensão alimentícia por anos, ou seja, a Inglaterra teria que gastar milhões de libras para mudar a condição miserável dessas pessoas, devido a suas origens.
E como isso tem um enorme custo financeiro se torna difícil fazer isso, quem iria pagar a conta?
Porém, os crápulas fazem de conta q não sabem disso e continuam a condenar a Inglaterra por "discriminação"...
E fazem mais, associam isso a "crise mundial" e a "opressão capitalista".

Ou seja, é a mais pura imundice "intelectual" marxista.
Então é isso, não existe nenhuma "revolução", existe apenas a imunda, mentirosa e oportunista ação marxista se apropriando de tais situações em prol da corrupta e falida "causa".

Vou colocar a seguir o link de um vídeo com um desses crápulas "intelectuais" falando a sua imundice.

http://www.youtube.com/watch?v=HI1YSPHVeIA&feature=player_embedded

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Sobre crescimento econômico

A midia brasileira nestes dias está noticiando e comentando intensamente sobre a "crise internacional' e repete com a voz embargada de emoção exultante que os países desenvolvidos vão diminuir o crescimento econômico e até estagnar.
Dizem isso como se fosse uma coisa terrível...
Mas, não é.

As nações não são obrigadas a ficarem crescendo, crescendo, crescendo todos os anos, isto não é uma lei absoluta, isso não depende apenas de querer, isso depende de vários fatores.

Não crescer para uma nação como a Bolívia que tem grande parte da sua população na miséria é um problema, mas, não crescer para a Austria não é um problema.
Se a Bolívia não cresce isso significa que os miseráveis da Bolívia vão continuar miseráveis, não crescer para os austríacos significa apenas que eles não vão melhorar ainda mais o seu já excelente padrão de vida.

Vejamos o PIB da Austria nos últimos anos:

ANO_VALOR__% crescimento

2000 229.934 5.89 %
2001 236.352 2.79 %
2002 244.136 3.29 %
2003 251.390 2.97 %
2004 263.798 4.94 %
2005 278.816 5.69 %
2006 298.258 6.97 %
2007 318.487 6.78 %
2008 332.538 4.41 %
2009 322.537 -3.01 %
2010 332.005 2.94 %


Vemos ai que o PIB da Áustria cresce sempre - em relação ao ano anterior - mas, em 2009, ele não cresceu, em 2008 o PIB foi de 332 bilhões, em 2009 de 322 bilhões e em 2010 voltou para 332 bilhões.

Vejamos agora o que aconteceu com a renda per capita dos austríacos no periodo:

ANO_VALOR__% crescimento

2000 28700.28 5.64 %
2001 29388.63 2.40 %
2002 30206.87 2.78 %
2003 30966.01 2.51 %
2004 32290.87 4.28 %
2005 33897.45 4.98 %
2006 36073.98 6.42 %
2007 38367.54 6.36 %
2008 39889.11 3.97 %
2009 38566.99 -3.31 %
2010 39634.13 2.77 %


Em 2008 a renda de cada austrúiaco foi de 39889 dolares, em 2009 caiu para 38556 dolares e em 2010 voltou para 39634 dolares.
Ou seja, com a queda de -3,31% no CRESCIMENTO da renda per capita os austríacos ainda continuaram a ter uma excelente renda!
38 mil dolares !

Então, se a Austria não crescer mais, permanecer estagnada, isso não vai ser algo terrível, os austríacos vão continuar a ter uma excelente qualidade de vida!

Quem precisa querer crescer sempre são as nações pobres, para com isso, se existir distribuição de renda, os pobres possam melhora de vida, quanto aos países desenvolvidos, isso não tem grande importância, eles vão continuar a ter uma ecelente qualidade de vida.

Pronunciamento da presidenta Dilma

A presidenta Dilma no início de seu pronunciamento do dia 06/09/2011 disse:

"O mundo enfrenta os desafios de uma grave crise econômica e cobra respostas novas para seus problemas.
Apesar de ter a mesma raiz, a crise atual é mais complexa que aquela de 2008, da qual nós nos saímos muito bem."


Isso não está correto.
A crise de 2008 foi causada por fraudes no sistema de financiamentos "subprime" do mercado imobiliário do USA e que causou a falência de algumas seguradoras norte-americanas, e uma subsequente falta de crédito.

A crise "internacional" atual, que ainda não aconteceu, apenas está sendo prevista para acontecer pelo governo brasileiro, tem sua raiz em causa muito diferentes da de 2008, a atual está sendo causada devido a insolvência de algumas nações da Europa, em especial Portugal, Grécia e Espanha, governadas por socialistas, que apesar de não terem competência para produzir o suficiente, quiseram ter padrão de vida igual a outros países da Europa, e para manter tal padrão de vida artificial fizeram grandes empréstimos em bancos europeus que agora não podem pagar.

Então, a crise de 2008 não tem a mesma raiz que a atual como disse a presidenta.

A presidenta em seguida disse:

"Os países ricos se preparam para um longo período de estagnação ou até de recessão. Mas a crise não nos ameaça fortemente, porque o Brasil mudou para melhor."

Isso o governo brasileiro está dizendo... nenhuma nação desenvolvida afirmou isso, mesmo porque são apenas as nações citadas as que realmente tem problemas graves já detectados, algumas outras como Itália e França precisam fazer ajustes para não ter problemas.

Outra coisa é que se uma nação como a Inglaterra ou Alemanha ficar estagnada, isso não significa que ingleses e alemães vão passar necessidades... não, eles vão continuar a produzir um PIB percapita muito bom que em média fica em torno de 30 mil dolares.
Eles apenas não vão aumentar essa renda todo ano.

E devemos lembrar, essa "grave crise internacional" preconizada pelo governo brasileiro é apenas uma suposição.