A alienação

A alienação

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Feministas não podem ser encaradas pela sociedade como "feministas", devem ser tratadas em vista da CAUSA de elas terem se tornado feministas.



Um membro da comunidade do ORKUT  "Marx é inquestionável?!" colocou a seguinte questão:


Vinho Velho, Garrafas Novas
Continuação da Teoria do Ginocentrismo
Por Adam Kostakis
Leitura n º 6

“O que esmaga a individualidade é o despotismo, seja lá qual for o nome que isso possa ser chamado” — J.S. Mill
Dominação. Muito da análise feminista gira em torno deste conceito. Um homem que bate em sua esposa não está apenas zangado com ela; ele está tentando dominá-la. Um homem que não concorda uma mulher e discute com ela não está apenas sendo rude, ele está tentando dominá-la. Um estuprador não está realmente com vontade de fazer sexo; seu crime é uma demonstração de poder, ele só queria dominar a mulher.
Vejam vocês, o fato de essas coisas acontecerem, absolutamente não é suficiente para aquelas que criticam fortemente o sexo masculino pelo mundo inteiro; pois elas sempre exigem mais combustível para a usina misândrica.
continua em: http://sexoprivilegiado.blogspot.com.br/2012/10/vinho-velho-garrafas-novas.html


Vou comentar dois trechos do artigo.

"Um homem que bate em sua esposa não está apenas zangado com ela; ele está tentando dominá-la. Um homem que não concorda uma mulher e discute com ela não está apenas sendo rude, ele está tentando dominá-la. Um estuprador não está realmente com vontade de fazer sexo; seu crime é uma demonstração de poder, ele só queria dominar a mulher."!

Isso é verdade, mas isso não é exclusividade do homem, isso é uma característica dos animais mamíferos.
Quando um homem bate em outro homem ou uma mulher bate em outra mulher, eles também estão querendo dominar.
Quando um moleque bate em outro moleque menor, ele também está querendo dominar.
No caso de discussões também é a mesma coisa.
No caso de estupro não existe estupro apenas de mulheres, existe estupro de homens também, estupros são praticados por moleques maiores contra garotos menores muito comumente, pela mesma razão.
Então, essa alegação das feministas é preconceituosa.

"Punir verdadeiros criminosos é uma coisa, mas isso, simplesmente, não é gratificante o suficiente para deixar como está — elas precisam articular o que sua intuição feminina sempre disse a elas, e vão para o ataque contra todos os homens." 

Discordo desta interpretação.
De forma alguma o que move as feministas é a "intuição feminina" !
Se fosse elas adorariam ser fêmeas como a grande maioria das mulheres.


Julia Roberts em "Uma linda mulher".
Acredito que a imagem fale por si mesma.


O que é a coisa mais normal que existe, é uma condição natural da espécie.
O que move as feministas - não é - a intuição feminina.

Na minha opinião o que move as feministas são duas coisas:
1. Ideologia. Foram vítimas de doutrinação ideológica na escola, a maior parte das vezes na universidade, e perderam a noção da realidade.

Berta Lutz, foi estudar na Europa, na "melhor universidade francesa"... e voltou de lá feminista.


2. Traumas pessoais. Em sua maioria de origem sexual ou rejeição afetiva.

Betty Friedman, ao olhar para ela vejo a imagem da infelicidade.



Tudo o mais do artigo acho desnecessário.

Feministas não podem ser encaradas pela sociedade como "feministas", devem ser tratadas em vista da CAUSA de elas terem se tornado feministas.
As duas causas, na minha opinião, eu dei acima, a primeira, a ideológica, é praticamente incurável, pois o "ser ideológico" é vítima de um "start" genético e não tem mais volta, a segunda, a traumática, Freud explica, e deve ser tratada pela psiquiatria.

O feminismo é uma subideologia de minorias, jamais irão conseguir falar para as massas pois a maioria das mulheres não são feministas.
Se compararmos o homossexualismo e o feminismo vamos ver a insignificância do feminismo.


Nas ruas de São Paulo a Parada Gay leva milhões as ruas, na Marxha mundial as feministas conseguem levar apenas algumas dezenas as ruas.


Pessoalmente não dou importância alguma para feministas.

***

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