20 de janeiro de 2014

Rolezinhos - a midia alienada está defendendo os rolezinhos e inventando mentiras a respeito da sua origem, está fazendo entrevistas com "intelectuais" marxistas que nelas colocam o seu ódio invejoso contra "os ricos", ambos estão criando um "ambiente revolucionário" da "luta de classes" marxista de "pobres contra ricos"


As motivações do surgimento dos "rolezinhos" estão sendo deturpadas de forma ideológica pela midia alienada, por isso resolvi pesquisar a respeito do assunto e colocar aqui o que descobri.

A motivação dos rolezinhos tem como origem a Lei 15.777, de 29 de maio de 2013 promulgada pelo prefeito Haddad e que proibi o uso de carros de som nas vias públicas e cria multas para quem não cumprir a lei.
Essa lei inviabilizou os bailes funk que aconteciam a já algum tempo nas ruas da periferia de São Paulo pois sem poder usar carros de som nas vias públicas não tinha como fazer os bailes, que foram interrompidos.

Jovens dançando funk nas ruas de São Paulo com som vindo do carro


Notícias sobre o assunto:

30/05/2013 14h49
Haddad sanciona lei que proíbe som alto em via pública
Projeto busca proibir a realização de pancadões à noite.
Quem desobedecer fica sujeito a multa de R$ 1 mil.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/05/haddad-sanciona-lei-que-proibe-som-alto-em-publica.html

Os funkeiros ficaram irritados com essa proibição e passaram a imaginar uma forma de protesto contra a proibição, depois de alguns meses a forma de protesto encontrada foi fazer manifestações em shoppins, ao que foi dado o nome de "rolezinho", cuja principal intenção é dançar funk dentro do shopping, e isso foi feito no dia 7 de Dezembro no primeiro rolezinho que aconteceu no Shopping Itaquera.

A organização desse encontro foi montada ao longo dos meses entre Junho/2013 e Dezembro/2013 por líderes dos funkeiros usando as redes sociais, das quais eles participam pois tem computadores, notebooks, celulares smartphone, e conhecimento de como funcinam as redes sociais, em especial o Facebook, que foi o maior veículo de comunicação e arregimentação dos jovens para irem no encontro "rolezinho", essa organização não aconteceu de um dia para o outro, para acontecer o primeiro rolezinho no Shopping Itaquera foram necessários alguns meses.


A ação distorcida da midia

A midia alienada em vez de dizer a verdade passou a dizer mentiras com a finalidade de criar um fictício ambiente de "luta de classes" marxista tentando passar a idéia de que "jovens pobres e excluídos da peririferia" estavam se revoltando contra as condições de vida que possuem e usando os rolezinhos para criar "visibilidade" diante da sociedade.

Vou colocar a seguir partes de uma das muitas manifestações desse tipo de embuste ideológico colocado na midia.

Entrevista feita pela Folha de S.Paulo com um antropólogo:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/01/1399636-antropologo-ve-busca-por-visibilidade-e-reacao-desproporcional-a-rolezinhos.shtml

Antropólogo vê busca por visibilidade e reação desproporcional a 'rolezinhos'
MARCO AURÉLIO CANÔNICO
DO RIO
18/01/2014 12h30

"É uma questão de não ser invisível, de aparecer, estar presente, participar desse mundo que eles imaginam que seja o mundo do consumo, do shopping."
É assim que o antropólogo Everardo Rocha, que tem estudos sobre a relação entre consumo, culturas juvenis e espaço urbano, analisa o fenômeno dos "rolezinhos".

Para Rocha, professor da pós-graduação em comunicação da PUC-Rio, a sociedade contemporânea iguala visibilidade a consumo e o jovem de periferia busca ser reconhecido como igual diante do mundo do consumo.

"Aí é complicado porque não sei se querer participar do mundo do consumo é uma coisa boa em si mesmo, seria melhor participar do mundo da cidadania política, não como consumidor. Hoje há uma superposição das identidades de cidadão e de consumidor, o que é ruim. O ideal é que você fosse cidadão", diz Rocha.

Em entrevista à Folha, ele também critica a atenção midiática aos "rolezinhos", que considera "desproporcional".
"Talvez estejam dando muita ênfase, toda hora pipoca alguma coisa nova e todo mundo fala, pensa, discute. Talvez as coisas não sejam tão novas assim, nem tão importantes assim."


É possível determinar o que está na origem dos 'rolezinhos'?
Começam por causa de novas tecnologias de comunicação, que facilitam todos os encontros. Isso é típico de tecnologias que botam as pessoas juntas de alguma maneira.
.....

É possível distinguir um objetivo que une a maioria dos participantes?
Tem a ver com uma forma de expressão jovem. Uma das características centrais de juventude é a questão da agregação, de estarem juntos, isso é muito importante.
Por isso eles gostam tanto de participar das redes sociais, estão o tempo inteiro ligados nelas. O que me parece marcante nesses rapazes e meninas de periferia é essa vontade de aparecer, de estar em todos os espaços da cidade.

Mas isso é algo típico do jovem de periferia?
Acho que nele é mais agudo. O jovem precisa muito disso, do grupo e de visibilidade também. Ele está no meio de um processo de liminaridade entre as identidades de criança e de adulto, é tudo ambíguo e é natural que várias ambiguidades incidam nesse momento, nas culturas jovens. O reconhecimento, a visibilidade, é um dos aspectos que desempenham papel importante nesse tipo de ação.

Qual é a origem do desejo de visibilidade desse jovem que participa do "rolezinho"?
O mundo contemporâneo traduz muito a visibilidade por consumo, esse é o ponto. Por isso o shopping como símbolo disso. O jovem quer ser visto, reconhecido como igual diante do mundo do consumo. Aí é complicado porque não sei se querer participar do mundo do consumo é uma coisa boa em si mesmo, seria melhor participar do mundo da cidadania política, não como consumidor. Hoje há uma superposição das identidades de cidadão e de consumidor, o que é ruim. O ideal é que você fosse cidadão. De qualquer forma, essas coisas melhorariam muito se o Brasil fosse um país realmente dedicado à educação.
....

Por que esse tem sido um fenômeno de jovens das periferias?
Talvez porque eles sejam os excluídos desse mundo.
Eles estão incluídos e excluídos ao mesmo tempo: conhecem e gostam das grandes marcas, que são planetárias, os jogadores e cantores usam, e ao mesmo tempo estão excluídos efetivamente do consumo de tudo isso. Falam também do funk ostentação, que eu não conheço bem, mas que parece que puxa para esse mundo, faz uma mediação importante entre esses jovens e o mundo do consumo.


A quantidade de besteiras ditas por esse antropólogo assusta!
Como esse "doutor" pode dizer tantas coisas que não condizem com a verdade?
E para saber a verdade é muito facil, é só ler os jornais de meses anteriores ao primeiro rolezinho.
Mas, os "intelectuais" e a midia estão com a cabeça tomada pela loucura ideológica, o distanciamento da realidade desse pessoal é alarmente e eles vão levar a sociedade ao caos, uma vez que todas as situações que eles defendem não estão fundamentadas na realidade , por isso estão fadadas ao fracasso.


Cenas do primeiro rolezinho que aconteceu dia 07/12/2013 no shopping Itaquera:


Os jovens dançando funk dentro do shopping


Agora vejamos uma notícia de Dezembro de 2013 sobre ele.

http://www.cbnfoz.com.br/editorial/brasil/15122013-60789-rolezinho-do-shopping-traz-medo-e-panico-a-sociedade

Sábado, 14 Dezembro 2013 22:53
Rolezinho do shopping traz medo e pânico a sociedade
Por  CBN Foz | Para: CBN Foz

Tumulto, pânico e um rastro de prejuízo, essas são marcas do "rolezinho no shopping".
A Polícia Militar de São Paulo tem monitorado as redes sociais a fim de evitar que ocorra mais incidentes como aconteceram Shopping Itaquera (SP), onde mais de 10 mil jovens deixaram um rastro de destruição.
PM é chamada para conter arrastão em shopping de Guarulhos, SP (Fonte: G1)
Dezenas de suspeitos foram levados à delegacia neste sábado (14).
Polícia monitorou redes sociais e mobilizou 90 homens para conter tumulto.
arrastao-shopping
A Polícia Militar deteve até as 22h deste sábado (14) 23 participantes de um arrastão ocorrido no Shopping Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo,  dos quais, 20 por furto e desordem e três por incitação ao crime por meio de uma rede social. O grupo é suspeito de ter furtado duas lojas. O caso será registrado no 2º Distrito Policial de Guarulhos.
Correria após abordagem policial assusta clientes de shopping no ES
Jovens participavam de festa e correram para local após chegada da polícia.
Suspeita de arrastão deixou clientes e funcionários assustados.

https://www.youtube.com/watch?v=4nnztJMYtP4

Crédito do vídeo: Rafael Ribeiro/Youtube

Um tumulto causou pânico entre funcionários e clientes das lojas do Shopping Vitória no final da tarde deste sábado (30). Segundo informações iniciais da Secretaria de Segurança Pública, um baile funk clandestino era realizado em um local do lado de fora do shopping. Saiba mais
Lojistas relatam prejuízo com ida de multidão ao shopping Itaquera
Lojistas do Shopping Metrô Itaquera são unânimes: a reunião de cerca de 10 mil jovens na noite de sábado (6) deixou um rastro de prejuízo, além de tumulto e pânico para clientes. Três pessoas foram presas por roubos. "Eu perdi um número muito alto, expressivo de vendas. Perdi R$ 40 mil entre 17h e 22h do sábado. No domingo, eu estimo uns R$ 20 mil", afirma Gisele Soares de Mesquita, de 31 anos, dona de uma loja de artigos esportivos.

https://www.youtube.com/watch?v=77C8PunCbwo

Crédito do vídeo: Gcm Adgc

Segundo divulgado pelos organizadores do "rolezinho" e pela PMs, o encontro dos jovens foi marcado pelo Facebook.
Esses eventos são chamados de "rolezinho" pelos frequentadores e, de acordo com Jefferson Luís, de 20 anos, conhecido como Mc Jota L, "há reuniões do tipo agendadas para outros centros de compras".
O MC diz que, após a proibição dos bailes funks nas ruas, o público decidiu levar os eventos para os shoppings.

*

Mentiras colocadas na midia;

A notícia acima desmente o que a midia alienada começou a dizer agora em Janeiro, que os rolezinhos são marcados por jovens adolescentes populares no Youtube com seus fãs, isso não é verdade, um desses jovens usado pela midia, Ninicius Andrade, está sendo oportunista e tentando ganhar mais popularidade dizendo que organiza encontros do tipo.
Não é verdade, como vimos nos vídeos, realmente, no primeiro rolezinho de Itaquera os funkeiros estavam lá e dançaram dentro do shopping.

Outra mentira

Outra mentira que a midia está propagando é que tais jovens são pobres e excluídos.
Como dá para perceber nos vídeos e fotos a maioria desses jovens não são maltrapilhos... eles usam roupas boas, bonés legais, tem aspecto físico de gente que tem saúde e é bem alimentada.
E afinal, se eles estão no facebook é porque tem computador, tem notebooks, e com certeza tem celulares smartphone, não são pobres.
Tais jovens não são excluídos, essa ideologia só existe na cabeça retrógada dos "intelectuais" marxistas que vivem no passado, estes jobens estão incluídos na era digital e estão em uma outra situação que a mente fechada da midia e dos "intelectuais" marxistas não consegue perceber.

Outra mentira cretina que a midia está espalhando é que tais jovens "são barrados de entrar no shopping" por serem pobres.
Isso jamais aconteceu, os shoppings jamais proibiram a entrada de quem quer que seja, é só lembrar das praças de alimenta para ver que nelas sempre foram todos os tipos de gente, alem do mais, o shopping Itaquera fica em uma das regiões mais pobres da cidade de São Paulo, e a maior parte dos frequentadores são de Itaquera.

Portanto, estamos diante de uma farsa sendo ingendrada na midia brasileira para provocar uma "luta de classes" entre supostos pobres contra supostos ricos.


Outros comentários:

A "hegemonia" almejada por Gramsci na sua macabra pretensão de dominar a mente das multidões e mudar o senso comum, setenta anos depois de seu início, com a incansável doutrinação nas escolas, pelo menos no Brasil, foi bem sucedida na região sudeste e sul, em Brasília, e nas capitais de estados das demais regiões, e em especial na midia, nesta devido a lavagem cerebral aplicada pelos "intelectuais" marxistas em sala de aula nos estudantes de jornalismo, a midia atual está completamente alienada e cultuando o politicamento correto como se fosse uma religião.
De quebra a midia brasileira se tornou uma inimiga mortal da polícia, instigada que foi pelos "intelectuais" marxistas que odeiam a polícia que os impedem de implantar o caos revolucionário.

Os jovens que participam dos rolezinhos são também vitimas da doutrinação marxista nas escolas, não é por acaso que eles escolheram os shoppings para se manifestarem em vez da Rodoviária Toetê, ou da Estação Sé do Metrô, ou o Estádio do Pacaembu, ou no Memorial da AL, etc, não, eles elegeram os shoppings porque tais locais lhes foram incutidos na cabeça como sendo da "burguesia".

Só que tais jovens não tem noção alguma do que vem a ser a ideologia socialista, como já foi dito, eles "estão ne outra" e jamais serão o tão sonhado "homem socialista" que Gramsci sonhava produzir!

A parte trágica disso tudo é que os rolezinhos nos mostram, pelas cenas e conversas apresentadas nos vídeos, a miserável condição cultural de tais jovens, os "manos" e as "minas" não aprenderam nada nas escolas, não tem conhecimento básicos de português e ignoram tudo o mais, são gerações de jovens completamente perdidas devido ao criminoso "ensino" que foi dado a eles pelo marxismo "cultural" dominante nas escolas brasileiras.

Tempos muito difícieis para o Brasil estão por vir ...


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2 comentários:

  1. Que bom que vc postou algo sobre isso, viu, Arnaldo. Assisti uma reportagem e fiquei indignado com a postura do reporter, apoiando os "rolezinhos".Rolezinho está sendo um termo politicamente correto para arrastão!!!!!!

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    1. Sim Kleber, a midia em sua maioria apoia essas coisas, a maioria sofreu lavagem cerebral na faculdade de jornalismo e está a serviço do marxismo sem ter consciência disso.
      Mesmo q ñ seja arrastão o rolezinho é algo inviável dentro de shoppings...
      Qualquer pessoa q tenha bom senso q assistir os vídeos vai perceber q ñ existe a menor condiçao do shopping funcionar normalmente, para defender isso só se estiver com a cabeça alienada como a midia está ou se quiser minar as bases da sociedade, q é o q o marxismo quer.
      Mas, o Brasil está ocupado por essa ralé, eles dominam todos os meios de comunicação, todas as ONGs, e todos os governos em todos os níveis e poderes, ñ sei no q vai dar isso, a única certeza é q ñ vai ser coisa boa.
      Abraço.

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