A alienação

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A filosofia cósmica de Hegel

A dialética de Hegel em seu movimento final (Ideia, Natureza) o leva ao Espírito, mediante um processo em que, na opinião de Hegel, o Espírito ganha consciência de si ao longo da história.
Para Hegel, a partir do movimento dialético das contradições "ideia" e "natureza" inseridos na história humana evoluíram do Nada para a Consciência, para a aquisição da Inteligência, ao que Hegel deduz ser o Espírito em formação, ou seja, Deus.

Hegel vê a história produzindo um ser (ser humano) cada vez mais inteligente, por isso lhe deu o nome de Espírito (Deus).

Para Hegel Deus não é o que é - ao menos só é parcial e muito provisoriamente o que atualmente é - Deus é o que se realizará na História.

A figura é uma ilustração mostrando Hegel e seus alunos, 
que eram sempre muitos,
em sua cátedra dando aula na Universidade de Berlim.

A visão de Hegel, de que o desenrolar da história é a geração de um ser cada vez mais inteligente - um "deus" em formação, na minha opinião é o mais primoroso detalhamento da função cósmica da vida!
Essa filosofia é única!


Entretanto, essa maravilhosa conclusão de Hegel não tem a importância que deveria ter na filosofia porque a filosofia de Hegel foi distorcida devido a falsa vinculação dela com o marxismo.

Porém, a filosofia de Hegel nada tem a ver com a raivosa ideologia criada por Marx.

Acredito, ou melhor, espero, que no futuro, ainda longínquo, quando as tolices e meias verdades rousseaulianas e de seus congêneres marxistas levarem finalmente toda a humanidade ao fundo do poço, a verdadeira filosofia do pensamento humano lúcido possa renascer e a filosofia de Hegel possa ser vista na sua forma original.




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