A alienação

A alienação

terça-feira, 18 de abril de 2017

Mudar o mundo

Karl Marx foi um fracassado na vida... nunca trabalhou, nunca deu aulas, a única coisa que fez para ganhar algumas moedas foi escrever artigos para jornais criticando a sociedade, entretanto, ele queria "transformar o mundo""!

E como Karl Marx queria transformar o mundo?
Karl Marx queria transformar o mundo incitando a revolução do proletariado para acabar com a democracia representativa de livre mercado (por ele denominada "capitalismo") e instituir a "ditadura do proletariado" socialista onde apenas uma classe existiria, os proletários, comandados pelos "intelectuais" comunistas.

Como tudo o que fazem os revoltados com o mundo que se tornam, por ressentimento e inveja, defensores da "igualdade" socialista, o que ele queria fazer, onde foi feito, como por exemplo na URSS, na China, em Cuba, fracassaram e transformaram as nações onde existiu socialismo/comunismo em nações pobres, miseráveis, onde nem gêneros de primeira necessidade conseguiram produzir.

Karl Marx morreu incógnito, no seu enterro foram 11 pessoas, incluindo Engels e as filhas que restaram, ele foi ressuscitado no século XX pela URSS que precisava de um ícone para a sua propaganda comunista no ocidente... milhões de livros marxistas foram editados na URSS e enviados de graça para o ocidente, enviados para as universidades, e nelas, os intelectuais, também revoltados com o mundo que não lhes dá valor, receberam tais livros e começaram a doutrinação nas escolas do ocidente, o que resultou na atualidade no "marxismo cultural" e sua produção, os politicamente corretos que querem "transformar o mundo".

O destino dessas criaturas mal formadas é o fracasso, pois transformar "o mundo" significa transformar - as outras pessoas - e isso é impossível!

Tais alienados fariam muito melhor se tentassem - mudar a si mesmos -  o que é uma tarefa das mais difíceis!

Então, quem quiser mudar alguma coisa - tente mudar a si mesmo, tente mudar a sua própria vida, e não querer mudar o mundo pois isso produzirá apenas discórdia, violência e uma vida fracassada.


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sábado, 15 de abril de 2017

Por que os intelectuais odeiam a democracia representativa de livre mercado por eles denominada por "capitalismo" ?

Trecho do artigo de Robert Nozick em
"Por que os intelectuais se opõem ao capitalismo?"

"Por que os intelectuais que lidam com as palavras pensam que são valiosíssimos, e por que pensam que a distribuição deve se fazer de acordo com o seu valor?
Observe-se que este último não é um princípio necessário.
Foram propostos outros modelos de distribuição, incluindo a distribuição paritária, a distribuição segundo o mérito moral, a distribuição segundo a necessidade.
De fato, não é necessário que haja modelo algum de distribuição que a sociedade esteja tratando de alcançar, inclusive uma sociedade preocupada com a justiça.
A equanimidade de uma distribuição pode resistir em sua proposição a partir de um processo justo de intercâmbio voluntário de propriedade e serviços legitimamente adquiridos. Qualquer resultado que se produza nesse processo será então justo, mas não existe um modelo concreto a que se deva ajustar o resultado.
Por que então os forjadores de palavras se consideram valiosíssimos e aceitam o principio de distribuição segundo o valor?
Desde o começo do pensamento documentado os intelectuais nos disseram que sua atividade é valiosíssima. Platão valorizava a faculdade racional acima do valor e dos apetites, e considerava que os filósofos deveriam governar; Aristóteles sustentava que a contemplação intelectual é a atividade suprema.
Não é surpreendente que os textos que chegaram até nós registrem essa alta valoração da atividade intelectual. As pessoas que expressaram valorações, que as escreveram com razões para apoiá-las, eram intelectuais acima de tudo.

Eles se engrandecem a si mesmos.

Os que davam mais valor a coisas diferentes da meditação sobre as coisas usando palavras, fosse a caça ou o poder, ou o prazer sensual ininterrupto, não se preocupavam em deixar informes escritos duradouros.
Só os intelectuais elaboraram uma teoria sobre quem era melhor.

Que fator provocou a sensação, por parte dos intelectuais, de que tinham um valor superior?
Vou me concentrar em uma instituição concreta: as escolas.
À medida que o conhecimento livresco se tornou cada vez mais importante, ampliou-se a escolarização – ensinar aos jovens a ler e a familiarizar-se com os livros. As escolas se converteram na principal instituição, a fora a família, para forjar as atitudes dos jovens, e quase todos que mais tarde se converteram em intelectuais passaram por uma escola.
Ali venceram.
Eram julgados acima dos outros, e se consideravam superiores a eles. (!)
Eram engrandecidos e premiados, eram os favoritos dos professores.
Como poderiam deixar de se sentir superiores?
Diariamente experimentavam diferenças na facilidade para as ideias, para o engenho.
As escolas lhes diziam e lhes demonstravam que eram os melhores.

As escolas também exibiam e, portanto, ensinavam o princípio da recompensa de acordo com o mérito (intelectual).
Ao intelectualmente meritório se dirigiam os elogios, os sorrisos dos professores e as notas mais altas.
Na moeda que ofereciam nas escolas, os mais inteligentes constituíam a classe alta. Ainda que não fizesse parte dos currículos oficiais, nas escolas os intelectuais aprendiam as lições sobre seu próprio valor, superior em comparação com os demais, e de como esse valor superior lhes dava direito a maiores recompensas.

A mais ampla sociedade de mercado, todavia, ensinava uma lição diferente.
Ali as principais recompensas não eram para os mais brilhantes verbalmente.
Ali não se concedia o maior valor às habilidades intelectuais.
Instruídos na lição de que eles eram os mais valiosos, os que mais mereciam a recompensa, os que tinham maiores direitos à recompensa, como podiam os intelectuais, em geral, deixar de ficar ressentidos com a sociedade capitalista que os privava das justas retribuições a que sua superioridade lhes “dava direito”?
É de surpreender, então, que os sentimentos dos intelectuais instruídos, com relação à sociedade capitalista, sejam uma profunda e sombria ojeriza que, embora revestida de diversas razões publicamente apropriadas, continuava inclusive quando se demonstrava que essas razões particulares eram inadequadas?

Ao afirmar que os intelectuais consideram ter direito às mais altas recompensas que a sociedade em seu conjunto pode oferecer (riqueza, status, etc.), não quero dizer que os intelectuais considerem essas recompensas como os bens mais preciosos.
Talvez eles valorizem mais as recompensas intrínsecas da atividade intelectual ou o fato de entrar para a história.
No entanto, também se sentem com direito à mais alta consideração por parte da sociedade em geral, ao máximo e melhor que se possa oferecer, por insignificante que resulte.
Não pretendo conceder relevância especial às recompensas que abrem caminho até os bolsos dos intelectuais ou que afetem a suas próprias pessoas. Ao identificar a si próprios como intelectuais, podem sentir-se incomodados pelo fato de que a atividade intelectual não seja a mais valorizada e recompensada.

O intelectual quer que a totalidade da sociedade seja uma extensão da escola, para que seja como o entorno que lhe foi tão bom e onde ele foi tão apreciado.
Ao incorporar critérios de recompensa que são diferentes dos próprios da sociedade global, as escolas garantem que alguns venham a experimentar posteriormente uma queda na escala social.
Os que estão na ponta mais alta da hierarquia escolar se considerarão com direito a uma posição de primeira, não só naquela micros sociedade, mas na mais ampla, uma sociedade cujo sistema os incomodará quando não os tratar de acordo com suas necessidades e direitos auto-adjudicados.
O sistema escolar cria, portanto, um sentimento anticapitalista entre os intelectuais.
Mais precisamente, cria um sentimento anticapitalista entre os intelectuais da palavra.
Por que não desenvolvem os forjadores de números as mesmas atitudes que esses forjadores de palavras?
Presumo que essas crianças brilhantes com as contas, ainda que consigam boas notas nos exames correspondentes, não recebem dos professores a mesma atenção e aprovação pessoal que as crianças brilhantes com as palavras.
São as destrezas verbais as que acarretam essas recompensas pessoas por parte dos professores, e, aparentemente, não essas recompensas específicas que dão forma a esse sentimento de ter direito a algo."



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terça-feira, 4 de abril de 2017

O meio araltístico do ocidente se transformou em militância do marxismo cultura

No ocidente o cinema (em especial Hollywood), a TV, novelas, peças teatrais, a mídia em geral, devido a ação doutrinária dos "intelectuais" do marxismo cultural, se transformaram em militantes do marxismo cultural para "mudar o mundo".
Hollywood não faz mais filmes para emocionar o público, agora faz filmes para "ensinar" ao público uma "nova história" (a marxista é claro), para dizer ao público quem são os bandidos (Inglaterra e USA em especial, os ricos e bem sucedidos, o estado, a polícia,  e o Direito), e para dizer ao público quem são os mocinhos (afrodescendentes, feministas e homossexuais, pobres, e, as "vítimas da sociedade opressora" - os bandidos).

Cenas da série "Black Sails",
um filme "sobre piratas do Caribe"

Assisti a série "Black sails" (Velas pretas) que de fachada é um filme sabre piratas, mas, na verdade é um filme para demonizar a Inglaterra; o capitão Flint, o principal protagonista e pirata é gay, ama um rico intelectual inglês que foi injustiçado pelo império britânico, o outro mocinho é um aleijado que se apaixonou pela filha da rainha de um quilombo que se revoltou contra a Inglaterra, e por fim consegue vencer e humilhar o governador inglês de Nassau e colocar no controle da ilha uma prostituta negra, os piratas também deixam de existir e termina tudo em paz, ou melhor, termina com um beijo na boca do capitão Flint e seu amor o Thomas.

Então, é isso que o meio artístico está - repetidamente - colocando para o público em seus filmes e novelas, aqueles que sabem história sabem que isso tudo é um enorme distanciamento da realidade.
Não se tem notícia que chefes piratas eram gays nem de quilombos aliados a piratas que derrotaram um governador inglês no Novo Mundo, mas, e claro, os marxistas irão dizer que não se tem notícia porque a "história burguesa" é mentirosa ou é a história contada pelo vencedor...

O que esses alienados vão fazer é transformar grande parte do ocidente em alienados como eles distantes da realidade do mundo, e, com certeza, essa farsa vai terminar em tragédia.


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