A alienação

A alienação

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O tamanho da miséria na sexta potência econômica mundial.

NOTÍCIA

Governo aumenta em 19,4% gastos com Bolsa Família


http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-aumenta-em-194-gastos-com-bolsa-familia,816842,0.htm


Comentário:

Com a informação do artigo temos que existem 53,6 milhões de pessoas (tomando como base 4 pessoas por família) vivendo em média com 125 reais por mês no Brasil...
Sendo que, o sistema precisa ser estendido pára outras 800 mil famílias (3,2 milhões de pessoas) que ainda nada recebem.
Temos assim, oficialmente, em torno de 57 milhões de pessoas vivendo na miséria no Brasil atual governado, desde o fim do regime militar, por esquerdistas "humanistas" e "solidários", socialistas, comunistas e "sociais-democratas".

A solução de outras nações foi gerar meios de produção, empregos produtivos para que as pessoas pudessem trabalhar, produzir, e ganharem o próprio sustento.
Mas, em terra comandada por incompetentes irresponsáveis, a solução é dar a esmola do salário família e manter milhões de eleitores amarrados a ela e com iso ganharem as eleições.


***

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Brasil, grande potência econômica mundial.

Folha Online, DA EFE

Mantega afirma que Brasil será 5ª economia antes de 2015


Comentário:
O crescimento econômico do Brasil é ótimo e causa contentamento, porém, não devemos esquecer da nossa realidade, somos um país de tem 3 vezes mais a população da Itália, França e Inglaterra, e o PIB por habitante destas nações ainda é 3 vezes maior que o dos brasileiros.
Temos que lembrar também que no Brasil existe uma das maiores concentrações de renda do mundo!
Esta condição, se continuar a existir, na prática invalidade qualquer crescimento, uma vez que o bonus irá apenas para uma minoria da população.



PIB por habitante (per capita)
Reino Unido = 34.800 dolares
França = 33.100 dolares
Itália = 30.500 dolares
Brasil = 10.800 dolares

População dos países
Brasil = 203,4 milhões
França= 65,3 milhões
Reino Unido = 62,7 milhões
Itália = 61 milhões

Mas, vejamos o que diz a notícia:

O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou nesta terça-feira que nos próximos quatro anos o Brasil, que acaba de tornar-se a sexta maior economia mundial, terá desbancado a França da quinta posição, antes do que prevê o FMI (Fundo Monetário Internacional).

"O FMI prevê que o Brasil será a quinta economia em 2015, mas eu acredito que isso ocorrerá antes", declarou Mantega durante uma entrevista coletiva em São Paulo.

Mantega diz que pode levar 20 anos para Brasil ter padrão de vida europeu
Brasil supera Reino Unido e se torna 6ª maior economia, diz entidade

O ministro considerou que a velocidade de crescimento do país supera a de nações europeias e por isso é "inexorável que nós passemos a França e no futuro, quem sabe, a Alemanha, se ela não tiver um desempenho melhor".

Mantega lembrou que o crescimento econômico do Brasil entre 2003 e 2010 atingiu uma média de 4,5%, nível que será alcançado novamente em 2012, com previsões entre 4% e 5 %.

O ministro apontou que a geração de emprego e uma inflação sob controle são os principais suportes para que o Brasil se mantenha na "vanguarda do crescimento".

"O importante é que estaremos crescendo mais em 2012 do que em 2011. O câmbio estará melhor e o crédito estará mais barato", disse.

Na segunda-feira, o ministro disse que o país vai se consolidar nos próximos anos como uma das principais potências mundiais, ao referir-se a um estudo que coloca o Brasil como sexta maior economia do mundo, após superar o Reino Unido.

"Os países que crescerão mais são os emergentes como Brasil, China, Índia e Rússia. Desta maneira, essa posição vai ser consolidada e a tendência é que o Brasil se mantenha entre as maiores economias do mundo nos próximos anos", disse Mantega em comunicado.

O estudo do CEBR (Centro de Pesquisas para Economia e Negócios), com sede em Londres, aponta que o Brasil se encontra agora atrás apenas de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França na lista de maiores economias do mundo.

A economia brasileira cresceu 3,2% entre janeiro e setembro deste ano, mas nos últimos meses sofreu uma estagnação devido à crise internacional.

O Banco Central informou nesta segunda-feira que os economistas das entidades bancárias do país reduziram sua previsão de crescimento para este ano para 2,9%.



***

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Sobre as interações econômicas entre humanos, seriam elas "trocas" ou "compras" ?

Algo mais sobre "trocas".

Karl Marx em sua teoria da exploração socialista coloca o assunto como se a sociedade humana da sua época ainda estivesse vivendo na idade da pedra.
No enfoque que Marx dá a economia temos uma sociedade onde parece não existir o dinheiro.

Karl Marx tem como base da sua teoria que só existem "trocas" de mercadorias entre humanos, e as trocas sempre são de mercadorias de mesmo valor, para que duas mercadorias M1 e M2 sejam trocadas Marx decreta que os valores devem ser iguais: valor de M1 = valor de M2.
E Marx também diz que o trabalho para produzir M1 é igual ao trabalho para produzir M2, por isso tem o mesmo valor.
Marx só disse essa tolice para justificar a sua teoria que todo valor vem do trabaçho.

Parece que na sociedade de Marx uma pessoa tem uma melancia e outra tem uma cuia, ai as duas resolvem trocar as duas peças, ou outro caso, uma pessoa tem um peixe e outra tem um coelho, as duas trocam o peixe pelo coelho...
Entretanto, tais trocas jamais foram de mercadorias com valores iguais, e muito menos tiveram tempos de trabalho iguais para serem obtidas.
Quem poderia garantir que o tempo para caçar o coelho foi igual ao tempo para pescar o peixe?

A pessoa que tinha o peixe achou que seu peixe, na situação dada, valia MENOS do que o coelho, por isso trocou, porque achou que ia levar vantagem.
Ou seja, as trocas SOMENTE são efetuadas se os trocadores acham que os valores são DIFERENTES, cada qual acha que a sua mercadoria VALE MENOS que a do outro.
Isso é uma coisa evidente, uma vez que ninguém trocaria 6 por meia-dúzia
!

Marx vivia em uma época onde existia dinheiro, uma época em que a humanidade não vivia mais na idade da pedra.
Em um mercado livre liberal não existem "trocas", as mercadorias são COMPRADAS, e não trocadas.

Marx disse que o dinheiro também era uma mercadoria...
Porém, se as trocas de mercadorias são efetuadas apenas com mercadorias de mesmo valor, e dinheiro é mercadoria, então, as pessoas veriam vantagem em trocarem notas de 50 reais entre si!
Seria a troca perfeita!
Só que ninguém está interessado nisso.
Este fato prova que dinheiro não é mercadoria.
Dinheiro é um meio de pagamento.

A gente não vai na padaria "trocar" algo por pão, vamos a padaria COMPRAR pão.
Quando pegamos o dinheiro e damos ao caixa estamos efetuando um PAGAMENTO e não uma troca.
Se isso não for verdadeiro então o verbo "comprar" não teria razão de existir.

Se o trabalhador de uma fábrica de bolas de futebol ficasse com todas as bolas que fabricou ele teria que VENDER as bolas para obter dinheiro, uma vez que o açougueiro não aceita bolas como pagamento pela carne, aceita apenas dinheiro.

Podemos ir em uma quitanda e pesamos 1 quilo de tomate e pagamos 3 reais por ele, no minuto seguinte a quitanda põe o tomate em promoção a 2 reais o quilo e outra pessoa paga 2 reais pelo mesmo quilo de tomate.
Isso é possível de acontecer porque - o preço em dinheiro se alterou - pois trata-se de mercado livre.

Em virtude de seus grosseiros erros o que Karl Marx falou sobre economia não tem o menor valor científico, apenas os seguidores do marxismo o tem como certo, pois tratam o que o "mestre" falou como dogma.

Sobre o trabalhador ficar com tudo o que produz e a mais-valia.

A opinião sobre o "direito" do trabalhador de ficar com tudo o que produz.é uma opinião sem nenhuma conexão com a realidade, tanto no mundo antigo como no mundo contemporâneo..

Suponhamos uma fábrica de sapatos que tenha 10 trabalhadores e fabrique 10 pares de sapatos por dia.
Suponhamos que os 10 trabalhadores já tenham sapatos para usar.
Mas... no final do dia cada trabalhador levaria o SEU par de sapatos para casa...

Porém, a esposa e filhos do trabalhador na verdade queriam que ele levasse 3 pães e 1 quilo de carne.
Acontece que o padeiro e o açougueiro não aceitam o par de sapatos em troca de suas mercadorias, querem dinheiro, ou seja, o trabalhador não tem condição de fazer uma "troca", ele terá que fazer uma "compra".

- O que o trabalhador tem que fazer para poder ir comprar o pão e a carne?
- Tem que VENDER o par de sapato que ele fez...
Mas... tem um problema, ele tem que achar um COMPRADOR para o sapato!
Mas... e se todos já tiverem sapatos e ele não conseguir vender?
O trabalhador vai ficar sem pão e carne.
Vai ficar com fome...
Ai lhe vem a idéia ... e se eu for lá na fábrica e pedir para o dono da fábrica para ele vender para mim?
Ai ele me dá o dinheiro!
E lá vai ele falar com o "explorador" dono da fábrica...
Chegando lá ele entra na fila pq os outros 9 trabalhadores tb tiveram o mesmo problema.

O dono estava esperando ele chegar para fazer a mesma proposta a todos - quanto vcs querem do par de sapatos?
- Queremos 50 reais, respondem.
- Certo diz o dono, mas, como vou demorar para vender como fica o custo do risco do meu dinheiro pago adiantado a vcs?
- Vou dar dinheiro para vcs e correr todo o risco sozinho?
- E se eu não conseguir vender os sapatos?
- Vcs vão ter que me pagar pelo risco que corro e pelo custo (juro) do meu dinheiro que lhes estou dando ANTES de vender a mercadoria.
- Eu vou pagar a vcs 45 reais por cada par, aceitam?
E os trabalhadores já pensando no pão e na carne pára o jantar, que viria sem nenhum risco para eles, dizem - aceitamos!
E pegam os 45 reais do dono e devolvem os pares de sapato a ele felizes da vida!

Então a mais-valia trata-se disso, o dono da fábrica investiu em infra-estrutura, assumiu riscos, e ainda tem que pagar ADIANTADO ao trabalhador, assumindo mais riscos, por isso o dono da fábrica cobra um justo JURO.
O que alias, é a única forma de sustentar a produção.

Então, mais-valia nada mais é que JURO.
Juro devido ao investimento em infra-estrutura, e juro devido ao risco do pagamento adiantado feito ao trabalhador.


Obs. Esse problema da existência humana, que é um problema natural de escassez de mercadorias prontas, os humanos já tomaram consciência dele a milhares de anos atrás!
Os humanos na Núbia a 7000 anos atrás já sabiam que eles trabalharem todo o dia para fazerem uma determinada mercadoria NÃO lhes garantia o jantar.
Infelizmente surgiu no século XIX um maluco que não sabia disso e inventou uma ideologia que ignora isso... o marxismo.
E com isso no mundo moderno muitos ignoram o que os humanos sabiam na Antiguidade!

domingo, 25 de dezembro de 2011

Presidencialismo de coalizão

Reproduzo a seguir um artigo que faz uma boa explicação do que vem a ser "presidencialismo de coalizão".
Porém, apesar de ser uma explicação correta do significado do termo, eu não concordo com ele na prática, eu não concordo com a "idéia" inerente no termo e com o "conceito" criado por FHC de que um presidente para governar precise de uma "base aliada"...
Não precisa.
Só precisa se quiser fazer conchavos.
Um presidente eleito com mais de 50% dos votos válidos já tem uma grande aliado - o povo, e não precisaria de mais nenhum aliado.

Por que não precisaria?
Não precisaria porque ele no início do seu governo declararia que em seu governo o interesse do povo seria seu princípio de governo e que não teria "base aliada", e que, todo projeto essencial para o povo seria colocado em debate público, todo parlamentar que se opusesse ao interesse do povo teria seu nome e sua defesa divulgado pela presidência para o povo, e assim o povo saberia quais eram as ações dos parlamentares e poderia avaliar suas intenções.
Parlamentares pensariam muito antes de se colocarem contra projetos do governo, que realmente fossem do interesse do povo, antes de se colocarem contra eles.
Usando dessa "chantagem" um presidente poderia governar sem fazer os conchavos que apenas servem para alimentar a corrupção e o aumento dos gastos públicos.


*

O que é o presidencialismo de coalizão?
Adriano Codato
Luiz Domingos Costa


Desde sua formulação pelo cientista político Sérgio Abranches em 1988, a expressão “presidencialismo de coalizão” tornou-se um verdadeiro mantra para definir a estrutura e o mecanismo de funcionamento do regime político-institucional brasileiro.

Amplamente utilizada, a expressão sugere a união de dois elementos. O que cada uma das palavras significa e como a soma de ambas descreve e explica o nosso sistema político?

O “presidencialismo” é o sistema de governo no qual o chefe do Executivo é eleito diretamente pelo sufrágio popular e tem um mandato independente do Parlamento. A origem do presidente e do Parlamento (os deputados e senadores) são distintas, posto que a eleição para cada um pode ser desvinculada no tempo (ocorrendo em datas diferentes, o que não é o caso do Brasil) ou, quando a eleição é “casada” (realizada na mesma data, como no Brasil), o eleitor sempre pode optar por eleger um presidente de um partido e um representante parlamentar de outra agremiação. Em resumo: o presidencialismo difere do parlamentarismo justamente pelas origens distintas do poder Executivo e do poder Legislativo. Ao passo que no parlamentarismo o Executivo surge da correlação de forças entre os partidos eleitos para o Parlamento, no presidencialismo o Executivo deriva da eleição direta do presidente pelos cidadãos.

De outro lado, “coalizão” refere-se a acordos entre partidos (normalmente com vistas a ocupar cargos no governo) e alianças entre forças políticas (dificilmente em torno de idéias ou programas) para alcançar determinados objetivos. Em sistemas multipartidários, nos quais há mais do que dois partidos relevantes disputando eleições e ocupando cadeiras no Congresso, dificilmente o partido do presidente possuirá ampla maioria no Parlamento para aprovar seus projetos e implementar suas políticas. Na maioria das vezes a coalizão é feita para sustentar um governo, dando-lhe suporte político no Legislativo (em primeiro lugar) e influenciando na formulação das políticas (secundariamente). Assim, alguns partidos, ou muitos, dependendo da conjuntura política, se juntam para formar um consórcio de apoio ao chefe de governo. Essa prática é muito comum no sistema parlamentarista, no qual uma coalizão interpartidária disputa as eleições para o Legislativo visando obter a maioria das cadeiras e com isso indicar (“eleger”) o primeiro-ministro.

A peculiaridade do sistema político brasileiro deve-se ao fato de conjugar o pacto interpartidos do parlamentarismo e a eleição direta para o chefe do governo, traço típico do presidencialismo. O observador político Fernando Henrique Cardoso acertou na mosca quando disse que, por mais bem votado que tenha sido o presidente eleito, seu capital eleitoral (“votos”) tem de ser, no dia seguinte, convertido em capital político (“apoios”). Do contrário ele reina, mas sem a famosa “base aliada”, não governa...

Como descrição do que ocorre na cena política, a noção de “presidencialismo de coalizão” parece ser exata. Contudo, vale duas observações para complicar o modelo explicativo do sistema político nacional. O Executivo no Brasil possui um imenso “poder de agenda” e alguns de seus ramos uma alta “capacidade decisória”, concentrada em alguns poucos cargos.

Por poder de agenda entenda-se o seguinte: é o Executivo, pela figura do presidente da República, que determina o que será votado e quando será votado (e o que não será votado). O presidente se elege com um programa, os deputados não.

Como o poder de decidir sobre coisas importantes não está espalhado pelas diferentes agências do Executivo (ministérios, secretarias especiais, conselhos, comissões etc.), mas concentrado em ramos estratégicos do governo, algumas áreas escapam da interferência direta da coalizão. É o caso da área financeira, representada pela santíssima trindade nacional: Banco Central, Conselho de Política Monetária, Ministério da Fazenda.

Esse pedaço do governo não entra na barganha com os políticos porque se quer garantir a “racionalidade” da política econômica. Mas na verdade, sob o argumento de barrar a fisiologia, cria-se um feudo no sistema estatal incontrolável (pelo próprio presidente, inclusive) e que escapa a qualquer supervisão social.

A conseqüência prática disso é que elegemos políticos que efetivamente não governam. Se as metas de câmbio e a política de juros condicionam todas as demais áreas estratégicas (política de renda, política de emprego, por exemplo), ficamos com o pior de dois mundos: um pedaço do Estado sem poder e loteado entre os políticos da “base”, que bem ou mal elegemos; e um pedaço do Estado com muito poder (capacidade decisória), mas que não elegemos nem controlamos. Daí que muitas vezes o fato da coalizão interpartidária ocupar espaço no gabinete de governo por meio da posse de pastas ministeriais seja menos importante, politicamente, que o comando que alguns grupos sociais podem ter sobre a capacidade decisória do governo.

*Adriano Codato é professor de Ciência Política na Universidade Federal do Paraná e coordenador do Núcleo de Pesquisa em Sociologia Política Brasileira.
**Luiz Domingos Costa é mestre em Ciência Política na Unicamp e pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Sociologia Política Brasileira, da UFPR.


*

Comentário complementar:

Alem do que já foi dito por mim o presidencialismo no Brasil tem a opção da Medida Provisória, que na prática é um Decreto Lei que entra em vigor na data da sua publicação, as MPs podem ser reeditadas quantas vezes forem necessárias, o que reintera a sua natureza de decretos lei.

*

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

BANCOS REVOLUCIONÁRIOS !

BANCOS REVOLUCIONÁRIOS !

A título de curiosidade, mas também de muita importância para quem quer entender o que está acontecendo na humanidade atual, coloco um vídeo com a mais recente propaganda "revolucionária" do Itaú.
O Itaú está apelando para a ideologia esquerdista e/ou socialista e/ou comunista e/ou marxista e/ou anarquista de "mudar o mundo" pois viu que nela vai ter um grande público alvo !

Essas ideologias pregam "mudar o mundo", não tem a menor idéia do o que colocar no lugar da sociedade atual, mas, tem a pretensão divinizada de "transformar o mundo"!
Essa multidão de humanos na impossibilidade de mudarem as próprias vidas, passaram a almejar "mudar o mundo", e isso na atualidade se transformou em uma ojeriza que afeta milhões.
Os bancos detectaram isso!
Identificaram esse enorme "público alvo", e da mesma forma que os fabricantes de cigarro usavam exemplos de pessoas de sucesso para alimentar o sonho das pessoas a consumirem seus produtos, os bancos vão passar a usar essa nova ambição de parte da humanidade para vender seus produtos !

O Itaú vai mudar o mundo junto com você!
MUDE 2012

http://www.youtube.com/user/BancoItau

Que beleza ! rsrsrs


O BRADESCO (e demais bancos e grandes empresas) também já entrou nessa com tudo e a principal motivação da sua propaganda atual é "transformar o mundo"... e pasmem !
- Mudar a cabeça das pessoas !

http://www.bradescorural.b.br/site/conteudo/resp_socioambiental/default.aspx

No link podemos ler:
"Responsabilidade Socioambiental
Transformar o mundo em um lugar melhor é tarefa de todos.
Mas, para isso, é preciso mudar primeiro a consciência humana."



Isto é marxismo cultural !
Gramsci deve estar orgulhoso da sua obra !
Conseguiu fazer a mais importante peça do capitalismo trabalhar em prol do "príncipe" !
príncipe = partido comunista.


O interessante disso tudo é que ninguém percebe que estão sendo conduzidos por uma ideologia que despreza isso tudo e quer destruir a sociedade atual !

.

Humanos que odeiam e querem exterminar a própria espécie.

Estes dias atrás revi o primeiro filme da trilogia Matrix, eu já tinha conhecimento que Matrix era mais um das dezenas de filmes hollywoodianos apocalípticos (tais como 2012, O Dia Depois de Amanhã, V da Vingança, O fim dos tempos, Keanu Reeves, Wall-E, Fim dos dias, Impacto Profundo, Armagedom, Apocalipse Now, Terremoto, O dia seguinte, O livro de Eli, Vírus, O Inferno de Dante, Meteoro, Terra dos Mortos, Independence Day, Guerra dos Mundos, Eu sou a Lenda, O dia que a Terra parou, Presságio, etc.) feitos pelas mentes atrofiadas dos "salvadores do mundo" na sua luta contra a "perversa" espécie humana.

Acho conveniente saber que existe esse tipo de mente humana que odeia a própria espécie e prega o seu fim, é importante saber deste fato pois estes indivíduos estão presentes no mundo atual em todas as instituições internacionais no incansável trabalho para destruir a "perversa" sociedade humana civilizada que odeiam.

http://narcosphere.narconews.com/userfiles/save-planet-kill-yourself.jpeg

No filme o agente da Matrix ao aprisionar Morpheus diz a ele que: odeia a espécie humana, que odeia seu cheiro; e em seguida diz que: a espécie humana é a única entre os mamíferos que usa a natureza até a exaustão e depois a larga, e por isso, os humanos não são mamíferos, são uma praga, são vírus [que devem ser exterminados].

http://www.youtube.com/watch?v=WxbeL6Ao-Lw

Estas frases - foram feitas por seres humanos - os autores do roteiro e texto do filme... e expressam a opinião dessa classe insana de humanos que ficou louca e passou a odiar os próprios semelhantes indiscriminadamente.

Evidentemente os demais mamíferos também usam os recursos da natureza até a exaustão...
Uma manada de elefantes na África come todos os vegetais de uma região, o que não come destrói em sua passagem, e quando este alimento acaba a manada vai para outra região, os elefantes só não extraem mais da natureza porque não tem capacidade tecnológica para fazer isso.

Acho importante saber desse fato, pois tais mentes atrofiadas hoje são milhares e trabalham incansavelmente para alcançar o objetivo final de destruição do "perverso vírus" humano...
Todos os acontecimentos importantes mundiais que geram crises tem a ação camuflada dessa gente.


***

domingo, 11 de dezembro de 2011

Está acontecendo um movimento espetacular no futebol brasileiro!

Em uníssono, membros das TVs aberta e paga, membros de jornais tradicionais em papel e na Internet, passaram a elogiar de forma frenética e injustificada o jogador do Santos Neymar.

Isso aconteceu depois que o jogador contratou uma empresa de marketing.
Tudo bem ter marketing, mas, o que estão fazendo extrapolou as mais básicas normas de honestidade e bom senso!

Já o estão elegendo como melhor do mundo!
O puseram como melhor do Campeonato Brasileiro sem que ele tivesse feito nada para mercer tal posto.
Neymar ficou em 10 lugar, junto com mais 4, entre os artilheiros....
É sabido que Neymar não faz assistência, ele pega a bola e parte para o drible, na maioria das vezes não consegue passar e perde a bola para a defesa... então, afinal de contas, por que méritos o Neymar foi eleito o melhor do brasileiro?
- Não existem méritos.
Nada mais é que uma desonesta campanha publicitária.

Mostro a seguir os 3 últimos campeonatos que Neymar disputou e quem foram os artilheiros.
Lembrando que é Neymar o batedor de penaltis oficial do Santos.

Artilheiros

Campeonato Brasileiro 2011

1º Borges 23 gols
2º Fred 22 gols
3º Deivid 15 gols
4º Leandro Damião 14 gols
5º Ronaldinho Gaúcho 14 gols
6º William 14 gols
7º Kempes 13 gols
8º Loco Abreu 13 gols
9º Anselmo 12 gols
10º Liédson 12 gols
10º Montillo 12 gols
10º Neymar 12 gols
10º Thiago Neves 12 gols

Libertadores da América

7 gols
Nanni - Cerro Porteño
Wallyson - Cruzeiro

6 gols
Pratto - Universidad Católica
Neymar - Santos

5 gols
Rentería - Once Caldas
Olivera - Peñarol
Moralez - Vélez Sársfield

4 gols
Niell - Argentinos Juniors
Fabbro - Cerro Porteño
Paredes - Colo-Colo
Thiago Ribeiro - Cruzeiro
Rafael Moura - Fluminense
Douglas - Grêmio
Martínez - Jaguares
Bacca - Junior
Leandro Damião - Internacional
Pavlovich - Libertad
Danilo - Santos
Fernández - Vélez Sársfield
Silva - Vélez Sársfield

Campeonato Paulista 2011

Liedson 11
Elano 11
Fábio 10
Anselmo 9
Dagoberto 9
Xuxa 8
Kléber 8
Eduardo 8
Anselmo 7
Hernane 7
Maikon Leite 6
Zé Eduardo 6
Juninho Quixadá 6
Patrik 6
Jael 6
....
Neymar 4

Os grandes jogadores do Santos nas conquistas do Paulista e da Libertadores foram Elano e Ganso, e o goleiro Felipe e o meio-campo Aruca, e não Neymar.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sobre o surgimento da "mente revolucionária" na humanidade e o início do socialismo moderno.

Olavo de Carvalho dá como origem da "mente revolucionária" idealista um período de 500 anos atrás, e como causas coloca coisas insustentáveis como "paganismo" e "darwinismo"... o que está em completa oposição aos primeiros socialistas do século XIX que eram cristãos.
A não ser que Olavo classifique Saint Simon, Albert de Mun, Maurice, Kingsley, Hughes, Furnivall, Ballou, Lamennais, Bellamy e Weitling como sendo pagãos !

Olavo esquece na sua análise que muito antes disso existiu Platão e a sua "república", onde existiria uma "cidade perfeita" comandada por sábios intelectuais.
Platão inclusive foi para Siracusa junto com seu pupilo Dion para implantar na prática a sua cidade perfeita.
Essa evidência histórica não fui eu que descobri.... isso foi Nietzsche que identificou e descreveu em detalhes.

Olavo também esquece que Santo Agostinho, um seguidor da filosofia de Platão, seguiu a risca o mestre e projetou a "cidade de deus", que também seria um local perfeito da mesma forma que a "república" de Platão pretendia ser.

Acredito que Olavo pratique essa omissão por razões religiosas, quer dar um "conceito ateu" ao socialismo...

Mas essa intenção é tendenciosa e se afasta muito da verdade uma vez que ignora todas as demais tendências socialistas que existiram e se fixa apenas no socialismo/comunismo marxista ateu.

E mesmo este, o marxismo, aqui mesmo no Brasil e por toda a América Latina não é sempre ateu, pois a teologia da libertação, fortemente ativista por toda AL, é cristã e marxista.


Sobre "darwinismo".

Sobre o termo "darwinismo" a intenção por trás dele está carregada de má fé.
Colocar um "ismo" em Darwin é uma ignorante maledicência que quer transformar ciência em ideologia para vulgo e ignorante povo.

Darwin não subiu em nenhum palanque, coreto ou montanha para fazer discurso ideológico.

Darwin não fez teoria filosófica improvável como Platão que supõe um "mundo das idéias" de onde tudo emana, Darwin não fez como Marx que disse que a história é determinista e luta de classes sem jamais demonstrar empiricamente a validade disso.
Darwin não criou crenças ou dogmas indemonstráveis a serem seguidos - Darwin fez ciência - Darwin demonstrou empiricamente com evidências físicas, fósseis, e uma variada gama de amostragens, a sua argumentação fundamentada em pesquisa científica da sua Teoria da Evolução das Espécies.

Então, não existe nenhum "ismo" após o respeitado nome do cientista e naturalista Charles Darwin, e todos aqueles que o quiserem colocar no meio de ideologia para defenderem princípios que não se sustentam diante da verdade fatual e histórica estão usando de má fé.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Informações úteis para entender a "crise financeira mundial"

PIB, IDH, GINI e dividas de países com grande e média economia

Europa

Grécia
PIB: $318.1 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 29.600
IDH 2011: 0,861
GINI: 34.27 (2000)
Dívida pública: 142.8% do PIB (2010)
Dívida externa: $532.9 bilhões


Irlanda
PIB: $172.3 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 37.300
IDH 2011: 0,908
GINI: 34.28 (2000)
Dívida pública: 96.7% do PIB (2010)
Dívida externa: $2.253 trilhões


Itália
PIB: $1.774 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 30.500
IDH 2011: 0,874
GINI: 36.03 (2000)
Dívida pública: 119.1% do PIB (2010)
Dívida externa: $2.223 trilhões


Islândia
PIB: $11.82 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 38.300
IDH 2011: 0,898
GINI: 34.28 (2000)
Dívida pública: 126.1% do PIB (2010)
Dívida externa: $3.073 bilhões


Bélgica
PIB: $394.3 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 37.800
IDH 2011: 0,886
GINI: 32.97 (2000)
Dívida pública: 100.9% do PIB (2010)
Dívida externa: $1.241 trilhões


Portugal
PIB: $247 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 23.000
IDH 2011: 0,809
GINI: 38.45 (1997)
Dívida pública: 93% do PIB (2010)
Dívida externa: $497.8 bilhões


Áustria
PIB: $332 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 40.400
IDH 2011: 0,885
GINI: 29.15 (2000)
Dívida pública: 71% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $1.241 trilhões

Dinamarca
PIB: $201.7 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 36.600
IDH 2011: 0,895
GINI: 24.70 (1997)
Dívida pública: 43.4% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $559.5 bilhões

Finlândia
PIB: $186 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 35.400
IDH 2011: 0,882
GINI: 26.88 (2000)
Dívida pública: 48.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $370.8 bilhões

França
PIB: $2.145 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 33.100
IDH 2011: 0,884
GINI: 32.74 (1995)
Dívida pública: 82.4% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $4.698 trilhões

Alemanha
PIB: $2.94 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 35700
IDH 2011: 0,905
GINI: 28.31 (2000)
Dívida pública: 83.2% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $4.713 trilhões

Húngria
PIB: $129 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 18.800
IDH 2011: 0,816
GINI: 31.18 (2007)
Dívida pública: 80.2% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $152 bilhões

Holanda
PIB: $676.9 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 40.300
IDH 2011: 0,910
GINI: 30.90 (1999)
Dívida pública: 62.6% do PIB (2010 est.)
Dívida externa (2009): $3.733 trilhões

Noruega
PIB: $255.3 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 54.600
IDH 2011: 0,943
GINI: 25.79 (2000)
Dívida pública: 48.9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $2.232 trilhões

Espanha
PIB: $1.369 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 29.400
IDH 2011: 0,878
GINI: 34.66 (2000)
Dívida pública: 60.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $2.166 trilhões

Suécia
PIB: $354.7 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 39.100
IDH 2011:
GINI:
Dívida pública: 39.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $853.3 bilhões

Suíça
PIB: $324.5 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 42.600
IDH 2011: 0,903
GINI: 33.68 (2000)
Dívida pública: 38.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $1.2 trilhões

Reino Unido
PIB: $2.173 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 34.800
IDH 2011: 0,863
GINI: 35.97 (1999)
Dívida pública: 76.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $8.981 trilhões

Ucrânia
PIB: $305.2 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 6.700
IDH 2011: 0,729
GINI: 27.51 (2008)
Dívida pública: 40.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $99.47 bilhões

Estônia
PIB: $24.69 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 19.100
IDH 2011: 0,835
GINI: 36.00 (2004)
Dívida pública: 6.6% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $22.21 bilhões

Bósnia
PIB: $30.33 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 6.600
IDH 2011: 0,733
GINI: 36.21 (2007)
Dívida pública: 39.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $9.678 bilhões

Bulgária
PIB: $96.78 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 13.600
IDH 2011: 0,771
GINI: 45.32 (2007)
Dívida pública: 16.2% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $47.15 bilhões

Croácia
PIB: $78.09 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 17.400
IDH 2011: 0,796
GINI: 33.65 (2008)
Dívida pública: 58% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $60.69 bilhões

Rep. Checa
PIB $261.3 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 25.600
IDH 2011: 0,865
GINI: 25.82 (1996)
Dívida pública: 38.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $86.34 bilhões

Lituânia
PIB: $56.59 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 16.000
IDH 2011: 0,810
GINI: 37.57 (2008)
Dívida pública: 38.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $25.32 bilhões

Macedônia
PIB: $20 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 9.700
IDH 2011: 0,728
GINI: 44.20 (2008)
Dívida pública: 24.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $5.821 bilhões

Polônia
PIB: $721.3 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 18.800
IDH 2011: 0,813
GINI: 34.21 (2008)
Dívida pública: 52.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $268.5 bilhões

Romênia
PIB: $254.2 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 11.600
IDH 2011: 0,781
GINI: 31.15 (2008)
Dívida pública: 30.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $118.9 bilhões

Rússia
PIB: $2.223 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 15.900
IDH 2011: 0,755
GINI: 42.27 (2008)
Dívida pública: 9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $405.7 bilhões

Servia
PIB: $80.1 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 10.900
IDH 2011: 0,766
GINI: 28.16 (2008)
Dívida pública: 39.5% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $33.32 bilhões

Eslováquia
PIB: $120.2 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 22.000
IDH 2011: 0,834
GINI: 25.81 (1996)
Dívida pública: 41% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $59.33 bilhões

Eslovénia
PIB: $56.58 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 27.700
IDH 2011: 0,884
GINI: 31.15 (2004)
Dívida pública: 33% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $51.57 bilhões

Àsia

Japão
PIB: $4.31 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 34.000
IDH 2011: 0,901
GINI: 24.85 (1993)
Dívida pública: 197.5% do PIB (2010)
Dívida externa: $2.441 trilhões

China
PIB: $10.09 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 7.600
IDH 2011: 0,687
GINI: 41.53 (2005)
Dívida pública: 18.9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $428.4 bilhões

Índia
PIB: $4.06 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 3.500
IDH 2011: 0,547
GINI: 36.80 2005
Dívida pública: 51.9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $238 bilhões

Coréia do Sul
PIB: $1.459 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 30.000
IDH 2011: 0,897
GINI: 31.59 (1998)
Dívida pública: 22.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $380.6 bilhões

Coréia do Norte
PIB: $40 bilhões (2009 est.)
PIB por habitante (dólares): 1.800
IDH 2011: N/A
GINI: N/A
Dívida pública: Não informado.
Dívida externa: $12.5 bilhões

Paquistão
PIB: $464.9 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 2.500
IDH 2011: 0,504
GINI: 32.74 (2006)
Dívida pública: 50.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $56.13 bilhões

América do Norte

EUA
PIB: $14.66 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 47.200
IDH 2011: 0,910
GINI: 40.81 (2000)
Dívida pública: 62.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $13.98 trilhões

Canadá
PIB: $1.33 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 39.400
IDH 2011: 0,908
GINI: 32.56 (2000)
Dívida pública: 84% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $1.009 trilhões

México
PIB: $1.567 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 13.900
IDH 2011: 0,770
GINI: 51.74 (2008)
Dívida pública: 36.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $195.7 bilhões

América Central

Costa Rica
PIB: $51.17 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 11.300
IDH 2011: 0,744
GINI: 50.31 (2009)
Dívida pública: 42.7% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $8.558 bilhões

Cuba
PIB: $114.1 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 0.900
IDH 2011: N/A
GINI: N/A
Dívida pública: 34.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $19.75 bilhões

América do Sul

Brasil
PIB: $2.172 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 10.800
IDH 2011: 0,718
GINI: 53.90 (2009)
Dívida pública: 59% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $346.5 bilhões

Argentina
PIB: $596 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 14.700
IDH 2011: 0,797
GINI: 45.84 (2009)
Dívida pública: 45.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $128 bilhões

Chile
PIB: $257.9 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 15.400
IDH 2011: 0,805
GINI: 52.33 (2009)
Dívida pública: 9.2% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $84.03 bilhões

Uruguai
PIB: $47.99 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 13.700
IDH 2011: 0,783
GINI: 42.42 (2009)
Dívida pública: 56.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $11.5 bilhões

Colômbia
PIB: $435.4 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 9.800
IDH 2011: 0,710
GINI: 58.49 (2006)
Dívida pública: 45.4% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $62.1 bilhões

Venezuela
PIB: $345.2 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 12.700
IDH 2011: 0,735
GINI: 43.50 (2006)
Dívida pública: 26.9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $70.14 bilhões

Àfrica

Àfrica do Sul
PIB: $524 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 10.700
IDH 2011: 0,619
GINI: 67.40 (2006)
Dívida pública: 32.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $80.52 bilhões

Egito
PIB: $497.8 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 6.200
IDH 2011: 0,644
GINI: 32.14 (2005)
Dívida pública: 79.9% do PIB (2010 est.) Dívida externa: $35.03 bilhões

Oriente Médio

Arábia Saudita
PIB: $622 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 24.200
IDH 2011: 0,770
GINI: 32.14 (2005)
Dívida pública: 17.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $80.95 bilhões

Irã
PIB: $818.7 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 10.600
IDH 2011: 0,707
GINI: 38.28 (2005)
Dívida pública: 16.6% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $14.34 bilhões

Israel
PIB: $219.4 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 29.800
IDH 2011: 0,888
GINI: 39.20 (2001)
Dívida pública: 74.5% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $106 bilhões

Oceania

Austrália
PIB: $882.4 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 41.000
IDH 2011: 0,929
GINI: 35.19 (1994)
Dívida pública: 26.6% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $1.268 trilhões

Nova Zelândia
PIB: $117.8 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 27.700
IDH 2011: 0,908
GINI: 36.17 (1997)
Dívida pública: 30.3% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $81.1 bilhões

Sudeste da Àsia

Indonésia
PIB: $1.03 trilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 4.200
IDH 2011: 0,617
GINI: 36.76 (2009)
Dívida pública: 25.5% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $196.1 bilhões

Singapura
PIB: $291.9 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 62.100
IDH 2011: 0,866
GINI: 42.48 (1998)
Dívida pública: 105.8% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $21.82 bilhões

Formosa (Taiwai)
PIB: $821.8 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 35.700
IDH 2011: N/A
GINI: N/A
Dívida pública: 33.9% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $92.07 bilhões

Vietnã
PIB: $103.6 bilhões (2010 est.)
PIB por habitante (dólares): 3.100
IDH 2011: N/A
GINI: N/A
Dívida pública: 57.1% do PIB (2010 est.)
Dívida externa: $32.81 bilhões

.

Países da UE:

Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária. Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Romênia e Suécia.


Dívida pública ou Dívida Interna.

É o total acumulado de todos os empréstimos contraídos pelo estado menos reembolsos a receber em moeda corrente do país.
A dívida pública é paga com impostos.

Dívida pública não deve ser confundida com dívida externa, que reflete os passivos em moeda estrangeira do setor público e privado e deve ser financiada com receitas em moeda estrangeira.
Dívida externa em geral é paga com divisas obtidas via exportação.

.

Reservas internacionais (em milhões de USD)

China - 3.005
Japão - 1.041
Rússia - 522
Arábia Saudita - 410
Taiwan - 380
Brasil 349
Índia - 300
Coreia do Sul - 293
Hong Kong - 266
Suíça - 249
Singapura - 221
Alemanha - 205
Tailândia - 187
Argélia - 157
França - 154
Itália - 144
EUA - 136
México - 113
Malásia -- 106
Irã - 100
Polónia - 100
Reino Unido - 97
Indonésia - 93
Turquia - 77
Dinamarca - 72
Israel - 63
Filipinas - 61
Canadá - 59
Argentina 51,094
Noruega - 49
Iraque - 48
Suécia - 46
Peru - 46
Emirados Árabes Unidos - 45
Roménia - 43
Hungria - 43
Líbano - 38
África do Sul - 38
República Checa - 37
Austrália - 36
Nigéria - 36
Egito - 35
Ucrânia - 31
Espanha - 29
Colômbia - 26
Bélgica - 25
Chile - 25
Vietnça - 21
Áustria - 19
Portugal - 18
Nova Zelândia - 18
Paquistão - 17
Bulgária - 15
Croácia - 12
Finlândia - 10
Uruguai - 8
Letônia - 1
Lituânia - 6
Bielorrússia - 6
Grécia - 5
Costa Rica - 4
Islândia - 4
Myanmar 3,56
Estónia - 3
Irlanda - 2
Eslováquia - 2
Eslovênia - 1


Estoque de ouro no mundo

1. Estados Unidos
Valor das reservas: US$ 549 bilhões
Estoque: 8.965,6 toneladas

2. Alemanha
Valor das reservas: US$ 192 bilhões
Estoque: 3.747,9 toneladas

3. Fundo Monetário Internacional (FMI)
Valor das reservas: US$ 159 bilhões
Estoque: 3.101.3 toneladas

3. Itália
Valor das reservas: US$ 138 bilhões
Estoque: 2.701.9 toneladas

5. França
Valor das reservas: US$ 137 bilhões
Estoque: 2.683,8 toneladas

6. China
Valor das reservas: US$ 59 bilhões
Estoque: 1.161,6 toneladas

7. Suíça
Valor das reservas: US$ 59 bilhões
Estoque: 1.146,2 toneladas

8. Rússia
Valor das reservas: US$ 47 bilhões
Estoque: 915,2 toneladas

9. Japão
Valor das reservas: US$ 43 bilhões
Estoque: 843,3 toneladas

10. Holanda
Valor das reservas: US$ 34 bilhões
Estoque: 674,9 toneladas

11. Índia
Valor das reservas: US$ 31 bilhões
Estoque: 614,6 toneladas


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