A alienação

A alienação

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Por que a palavra "raça" pode ser usada sem problemas para identificar cachorros, gatos, cavalos, bois, chimpanzés, leões, lobos, etc, e para o ser humano seu uso foi intencionalmente abandonado ?


No texto a seguir vamos fazer argumentações para demonstrar as razões disso e também vamos fornecer algumas informações a respeito do assunto.

Observação importante:  Este texto não tem nenhuma intenção racista ou preconceituosa de qualquer tipo, este texto tem a única intenção de demonstrar a ideologia por trás do intencional abandono do uso da palavra "raça" para uso com o ser humano.

A primeira manifestação oficial contra o uso da palavra "raça" partiu da UNESCO em 1950.

A DECLARAÇÃO DAS RAÇAS DA UNESCO (18 DE JULHO DE 1950)

http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001282/128291eo.pdf

A motivação da UNESCO foram os acontecimentos na Segunda Guerra Mundial onde os nazistas alemães praticaram o holocausto contra os judeus.

Sendo assim, fica bem claro que a ação da UNESCO não teve base científica, sua intenção foi política.

Os que idealizaram a declaração da UNESCO tinham a esperança que erradicando o uso da palavra "raça" do vocabulário de todos os povos  eles evitariam novos holocaustos no mundo.
É claro que tal intenção é uma boa intenção, mas, totalmente inútil, uma vez que o que aconteceu na Segunda Guerra não teve como causa uma palavra...
Recentemente o presidente do Irã afirmou que seu país iria "varrer o Estado de Israel da face da terra"..  evidentemente, essa ameaça não é por causa da palavra 'raça".
As causas dessa ameaça, bem como as razões reais de Hitler contra os judeus, são políticas e econômicas.
Na Alemanha de Hitler os judeus eram os mais ricos e detinham grande poder econômico, por isso Hitler os escolheu como vítimas, a "raça" foi apenas um pretexto, se não existisse a palavra "raça" no vocabulário, mesmo assim, os judeus como povo diferenciado dos demais nas suas características antropológicas e culturais continuariam a existir,  e como essa raça, ou povo, ou população, ou etnia, produz pessoas que em geral se sobressaem na sociedade em diversas atividades, em especial na econômica, outro pretexto seria inventado contra eles para massacra-los e rouba-los.
Existiam dezenas de outros povos na Alemanha nazista, entretanto Hitler não se preocupou com eles, se preocupou apenas com os judeus, por eles eram ricos e tinham poder, os nazistas se apossaram da maior parte dos bens dos judeus dentro da Alemanha.

Outro fato é que eliminar o uso da palavra "raça" para humanos não vai eliminar o nacionalismo que existe no íntimo dos seres humanos.
Por que os gaúchos torcem para times de futebol gaúchos em vez de torcerem para times cariocas ou vice-versa?
Por que quando a seleção brasileira vai jogar em Minas Gerais os torcedores gritam para que jogadores mineiros sejam escalados mesmo sendo evidente que tais jogadores não são melhores dos que estão em campo?
A razão é o amor a pátria, nacionalismo.

Karl Marx estava redondamente errado quando disse no Manifesto Comunista de 1848 que "os proletários não tem pátria"... tem sim, e refutaram  Karl Marx em 1917 quando da Primeira Guerra Mundial se alistaram cada um na sua respectiva nação e deixaram desolados os "intelectuais" marxistas que esperavam que as previsões do "mestre" iriam se realizar.
Mas, essa almejada "união" dos proletários para a conquista do poder mundial por essa suposta classe através da revolução "do proletariado" ainda perdura no marxismo, e foram "intelectuais" marxistas, como Levi-Strauss, que estiveram por trás da inútil intenção da UNESCO.

A intenção maior por trás da ação intencional de erradicar a palavra "raça", e que se junta a outras semelhantes, é criar uma utópica identidade única entre humanos e com isso, esperam os "intelectuais" marxistas, facilitar a ação revolucionária socialista  contra a "burguesia", e com isso, esperam eles, que a frase final do Manifesto Comunista: "Proletários de todo o mundo, uni-vos"" ... se torne realidade.
Para que esse dogma seja implantado na humanidade os "intelectuais" marxistas depois da decepção da Primeira Guerra Mundial passaram a executar diversas estratégias, dentre elas a de disseminar nas escolas e na midia que as diferenças entre humanos (raças) tiveram origem em fatores culturais.

Hindus e Vietnamitas

Estes dois povos possuem diferenças marcantes, 
que os identificam de forma única.
Tais diferenças de forma alguma significam que um é melhor que o outro, estas características significam apenas que eles são diferentes em diversos aspectos antropológicos.
E tais diferenças, jamais tiveram origem em fatores culturais ou sociais, tais diferenças surgiram devido a seleção natural e tem base genética.

Da mesma forma que existem raças diferentes entre humanos
também existem raças diferentes entre os gatos e demais mamíferos.
O que determina que um gato seja da forma que é o seu código genético.


Vamos colocar a seguir partes do texto que está na Wikipédia sobre "raça humana", como a Wikipédia foi dominada por "intelectuais" politicamente corretos, filhos do marxismo "cultural", vamos ter um bom exemplo do que pensam essas alienadas cabeças.
Ao final do texto iremos comentar os trechos em negrito.


Wikipédia

Raça humana
Conceito
Concepções de raça (em taxonomia, raça é o mesmo que subespécie).
A controvérsia, finalmente, gira em torno da questão de se as raças são ou não tipos naturais ou socialmente construídos, e o grau no qual diferenças observadas em capacidade e realizações, categorizadas em bases raciais, são um produto de fatores herdados (isto é, genéticos) ou de fatores ambientais, sociais e culturais.

Alguns argumentam que embora "raça" seja um conceito taxonômico válido em outras espécies, não pode ser aplicada a humanos.
Muitos cientistas têm argumentado que definições de raça são imprecisas, arbitrárias, oriundas do costume, possuem muitas exceções, têm muitas gradações e que o número de raças descritas varia de acordo com a cultura que está fazendo as diferenciações raciais; assim, rejeitaram a noção de que qualquer definição de raça pertinente a humanos possa ter rigor taxonômico e validade.

Hoje em dia, a maioria dos cientistas estudam as variações genotípicas e fenotípicas humanas usando conceitos tais como "população" e "gradação clinal".

Muitos antropólogos debatem se enquanto os aspectos nos quais as caracterizações raciais são feitas podem ser baseados em fatores genéticos, a idéia de raça em si, e a divisão real de pessoas em grupos de características hereditárias selecionadas, seriam construções sociais.

Histórico
Ainda que no passado os homens, sensíveis às diferenças visíveis entre os seres humanos os tenham classificado em grupos usando essencialmente a divisão por cor da pele, a noção de "raça", entendida em termos biológicos, é bastante tardia.
Pertence a um período inicial da ciência moderna e deriva da prática de classificação em espécies e subespécies, que inicialmente só era aplicada a vegetais e animais.
É somente no século XIX que se começa a falar de raças dentro da espécie humana.

....

Na segunda metade do século XX, esta ideia foi pouco a pouco sendo abandonada sob três influências:
ambiguidade do termo e ausência de base científica (demonstradas graças ao avanço da biologia e da genética);
papel desempenhado por estas ideias nos quinze anos do regime nazista;
obras de Claude Lévi-Strauss e Franz Boas, os quais transformaram a antropologia e lançaram luz sobre os fenômenos do etnocentrismo inerentes à toda cultura.

Em meados dos anos 1950, a UNESCO recomendou que o conceito de "raça humana", não-científico e que levava à confusão, fosse substituído por grupos étnicos, o qual insiste fortemente nas dimensões culturais dentro da população humana (língua, religião, costumes, hábitos etc).

Todavia, as tentativas racistas persistem, como bem o demonstram os recentes debates sobre a publicação de "The Bell Curve" (1994), de Richard Herrnstein e Charles Murray, que afirmam ter estabelecido uma correlação científica entre "raça" (no caso, negros e brancos) e inteligência.

Estes preconceitos racistas também são encontrados entre certos partidários da sociobiologia, que visam demonstrar a origem genética dos comportamentos sociais e dentro da nova direita francesa.

Hoje em dia, o termo continua a alimentar debates "à volta" da biologia, embora a maioria dos cientistas prefiram o conceito de população para qualificar um grupo humano, seja ele qual for.
Também tende a desaparecer de outras ciências, como antropologia e etnologia, a favor da noção predominantemente cultural de grupo étnico.

Se falará, assim, de populações geográficas em biologia e diferenças entre culturas em antropologia e etnologia.
O conceito de raça não possui hoje, 2007, nenhuma utilidade no que toca à humanidade.
No entanto, continua a ser empregado no mundo anglo-saxão e não desapareceu completamente do texto legislativo francês.
Isto põe em questão o fenômeno da "raça" enquanto construção social, problema que está no âmago dos race studies feitos nos Estados Unidos (estudos relacionados às críticas ao pós-colonialismo) e aos gender studies (que estudam o gênero como uma construção social).

Considerações linguísticas

A expressão em inglês "the human race" é por vezes traduzida como "a raça humana" nas obras em português.
Isso é um contrasenso.
A tradução correta desse falso cognato seria "A espécie humana" ou então "O gênero humano": não existe nenhuma espécie conhecida que se desdobre em raças, uma delas sendo a humana.


Em Le racisme expliqué à ma fille Tahar Ben Jelloun escreveu:
A palavra "raça" não deve ser utilizada para dizer que existe diversidade humana.
A palavra "raça" não tem base científica.
Ela foi usada para exagerar os efeitos das diferenças aparentes, ou seja, físicas.
Não se pode basear nas diferenças físicas -- a cor da pele, o tamanho, os traços do rosto -- para dividir a humanidade de maneira hierárquica, ou seja, considerando que existem homens superiores em relação a outros homens, que seriam postos em uma classe inferior.
Eu te proponho não mais utilizar a palavra "raça".


Isso estaria de acordo com a proposta feita pela UNESCO logo após a Segunda Guerra Mundial de utilizar o termo por "grupo étnico", mais adequado cientificamente e que inclui os componentes culturais, em substituição ao termo vago e confuso "raça", que não tem definição precisa.

Desde as origens, a noção de "raça" servia para definir o estrangeiro, o outro, diferente e inferior, que pode ser por isso maltratado sem mais consequências.
O questionamento da noção de "raça humana", pretensamente científica porque se apoiaria em classificações anteriormente instauradas para as espécies vivas, veio tardiamente.
Recorrer a este termo para os humanos sempre esteve ligado a questões políticas, com utilização dominadora.

....

Levi-Strauss afirma que se os grupos humanos se distinguem, e para tanto que precisem ser distinguidos, é unicamente em termos culturais.
De fato, é unicamente pela cultura que os grupos humanos ou sociedades se dividem e se diferenciam; e não segundo a natureza que seria a biologia.

....

Os etnólogos estimam que, postas de lado as supostas diferenças genéticas e fenotípicas, as populações humanas são principalmente diferenciadas pelos seus usos e costumes, que são transmitidos de geração em geração.
A espécie humana se caracteriza então por uma forte dimensão cultural.
É por isso que o conceito de etnia é hoje em dia preferido ao conceito de raça em etnologia.
As diferenças culturais permitem definir um grande número de etnias.
As noções de nação assim como de comunidade religiosa se abstraem da noção de raça e de etnia: o que conta para defini-las é muito menos o que seus membros são, e muito mais o que eles desejam em comum.

Para R. Barbaud, a "diversidade cultural pode então ser tomada como um componente natural da biodiversidade, como o resultado final de nossa própria evolução.
Ela tem, por este ponto de vista, a mesma função da biodiversidade para as outras espécies".
A diversidade humana é portanto genética, com suas conseqüências fenotípicas, mas também culturais.
E faz-se importante distinguir bem os dois domínios para não recriar, mesmo involuntariamente, os discursos racistas e não científicos.

Nessa ótica, as diferenças culturais aparecem como mais importantes, já que elas podem até mesmo modificar os traços físicos (os pés pequenos das chinesas ou as mulheres girafa da África são exemplos de modificações culturais dos traços físicos) e participam na dinâmica do grupo.
Um dos elementos da questão é saber se um isolamento geográfico ou cultural pode levar à seleção de genes específicos, e assim saber se um povo ou etnia pode constituir uma raça.

....

Na prática, a duração de uma sociedade (e consequentemente de uma cultura) humana parece, com efeito, bastante curta em relação ao tempo que seria necessário à separação de características físicas.
No ser humano, o impacto da cultura não parece assim ser suficientemente grande para explicar uma diferenciação entre raças.

...


Comentários:

Esse texto da Wikipédia não é como deveria ser, sobre "Raça Humana", o texto é sobre "racismo" e tenta de variadas e repetidas formas mostrar como o racismo é algo ruim, os autores da Wikipédia se preocupam em demonstrar com diversos depoimentos e postulações supostamente científicas que "raça humana" não existe.

Uma grande ênfase é dada para provar que as diferenças entre humanos são causadas por "fatores culturais", essa é a maior preocupação do marxismo "cultural", isso se explica no fato de que para o marxismo tudo que existe na sociedade atual foi imposto culturalmente pela "burguesia".
Para o marxismo as "etnias" ou "populações" (raças humanas) são constituídas por fatores culturais e não geneticamente por seleção natural, e é esta a maior preocupação comprobatória do texto na Wikipédia.

O texto da Wikipédia não se preocupa em explicar o que o título do verbete anuncia - "Raça Humana", ele se preocupa unicamente em dizer que tal coisa não existe.

Essa posição, evidentemente, não tem absolutamente nada de cientifica, é totalmente ideológica, é a vontade de condenar um conceito, o de "raça", e de realçar a "verdade" dos novos conceitos criados de "população" e "etnia".

Essa é uma das mais usadas técnicas do marxismo "cultural", isso tem o nome de  "desconstrucionismo".
Essa técnica de manipulação foi inventada pelo francês Jacques Derrida, um "intelectual" marxista, e tem por finalidade "desconstruir" o sentido de um texto, nessa "desconstrução" o sentido do texto é mudado para ter outro sentido que se adeque as pretensões dogmáticas e ideológicas do marxismo.
Por exemplo, o marxismo "cultural", usando o "desconstrucionismo", mudou o significado do livro "Lusiadas" de Camões de "épico" para "maxista e imperialista".

Esse texto da Wikipédia é excelente para análise pois nele encontramos todos os argumentos usados pelos politicamente corretos para justificar o não uso da palavra "raça" para humanos.

Etíopes e Japoneses
As diferenças que existem entre eles seriam apenas por fatores culturais?


Vamos agora fazer comentários sobre as partes do texto da Wikipédia que colocamos em negrito.

"(em taxonomia, raça é o mesmo que subespécie)."

Na própria Wijipédia existe o verbete "ser humano' e na "Classificação científica" do verbete encontramos no final o seguinte:

Espécie:  Homo Sapiens
Subespécie:  Homo Sapiens Sapiens.

Porém, "homo sapiens" não existe mais, se refere ao "Homo Sapiens Archaic" que foi o homo anterior ao "sapiens sapiens" e desapareceu a milhares de anos atrás. [1]
Em vista disso, o Homo Sapiens Sapiens não é uma subespécie, é uma espécie que evolui da anterior, o Homo Sapiens Archaic.
O ser humano não pode pertencer a uma espécie que não existe mais!

Então, como a Wikipédia pode dizer que o "ser humano" pertence a espécie "Homo Sapiens" se essa espécie não existe mais?
É algo sem fundamento.
O ser humano pertence a espécie Homo Sapiens Sapiens e dentro dessa espécie existem várias diferenciações que podemos chamar de "raças" ou de "subespécies".


"socialmente construídos" ....
"são um produto de fatores herdados (isto é, genéticos) ou de fatores ambientais, sociais e culturais."


Como já foi dito acima o marxismo quer por toda lei fazer com que as "raças" sejam entendidas como produção cultural.
Entretanto, isso é algo sem sentido, uma vez que dizer que os olhos puxados e a baixa estatura dos japoneses sejam devido a fatores culturais é um absurdo!
Desta forma, toda a celeuma em torno do assunto é uma tolice, algo sem sentido que apenas a alienação ideológica poderia produzir.

"não pode ser aplicada a humanos.
Muitos cientistas têm argumentado que definições de raça são imprecisas,"


"não pode", ou seja, é colocado no imperativo, não pode porque não querem.
Definições de raças não são imprecisas, é só olhar para um pigmeu e para um tibetano para dissipar as imprecisões.

 Pigmeus e Tibetanos

"rejeitaram a noção de que qualquer definição de raça pertinente a humanos possa ter rigor taxonômico e validade.

Podem rejeitar a vontade mas se colocarmos um esquimó e um banto africano lado a lado apenas a visão dos dois seres humanos irá refuta-los!

Bantos e Esquimós

"usando conceitos tais como "população" e "gradação clinal"."

Sim, mudaram as palavras, mas, não conseguem mudar a realidade, podemos ver a realidade quando colocamos um aborigene ao lado de um italiano.

Aborígenes e Italianos

"Muitos antropólogos debatem se enquanto os aspectos nos quais as caracterizações raciais são feitas podem ser baseados em fatores genéticos, a idéia de raça em si, e a divisão real de pessoas em grupos de características hereditárias selecionadas, seriam construções sociais."

O difícil é explicar porque grande parte dos alemães tem cabelos loiros e entre os japoneses não existem loiros, e atribuir este fato a fatores sociais e não a fatores genéticos!

"Na segunda metade do século XX, esta ideia foi pouco a pouco sendo abandonada sob três influências:
ambiguidade do termo e ausência de base científica
papel desempenhado por estas ideias nos quinze anos do regime nazista;"


Não existe ausência de base cientifica, é só analisar o DNA de um esquimó e de um aborigene que existem diferenças entre os genes.
A sequência do DNA é a mesma para todos os humanos mas os genes não são iguais para todos os humanos, nos aborigenes determinados genes são diferentes do dos esquimós.
Isso de forma alguma quer dizer que um é superior ao outro, quer dizer apenas que são diferentes geneticamente.

"Em meados dos anos 1950, a UNESCO recomendou que o conceito de "raça humana", não-científico e que levava à confusão, fosse substituído por grupos étnicos, o qual insiste fortemente nas dimensões culturais dentro da população humana (língua, religião, costumes, hábitos etc)."

Essa ação da UNESCO foi unicamente política, uma vez que em 1950 não existiam estudos sobre o DNA.
A UNESCO não se baseou em nenhum estudo científico para afirmar que o conceito era "não-científico", portanto, essa afirmação da UNESCO não tem validade científica.
Como já dissemos, não tem fundamento afirmar que os olhos puxados dos japoneses tem origem social ou na religião, ou na língua, isso está dentro do DNA dos japoneses.

"embora a maioria dos cientistas prefiram o conceito de população para qualificar um grupo humano,"
"a favor da noção predominantemente cultural de grupo étnico."


Eles preferem por razões ideológicas, alem disso, os japoneses ou os esquimós não são um "grupo humano", eles fazem parte de uma nação inteira com características únicas.

"O conceito de raça não possui hoje, 2007, nenhuma utilidade no que toca à humanidade."

Os que dizem que raça não existe podem até dizer isso também, mas, dentro da humanidade existem os judeus, árabes, turcos, hindus, portugueses, bolivianos, índios brasileiros, sul-africanos, etc, e tais nações se identificam consigo mesmas como "raça", como tendo origem de um mesmo povo com características próprias e únicas.
Esse fato pode não possuir "nenhuma utilidade", mas, a importância desse fato para a humanidade continua existindo e é muito forte, chama-se "amor a pátria".
Marxistas se revoltam contra isso porque o "mestre" disse que "os proletários não tem pátria", porém, os proletários já provaram dezenas de vezes que Marx estava errado, infelizmente para a humanidade os marxistas transformaram as palavras de Marx em dogmas imutáveis e permanecem em sua cega crença de que não existe pátria e consequentemente não existe raça.
Porém, a realidade já os refutou e continuará a refutar.

"A expressão em inglês "the human race" é por vezes traduzida como "a raça humana" nas obras em português.
Isso é um contrasenso.
A tradução correta desse falso cognato seria "A espécie humana" ou então "O gênero humano": não existe nenhuma espécie conhecida que se desdobre em raças, uma delas sendo a humana."


Marxistas são uma raça arrogante.
Tem a coragem de dizer que a tradução do inglês "the human race" para "a raça humana" é um contrasenso!
E em seguida põem a tradução "correta" - "a espécie humana" ou "o gênero humano", ou seja, para eles a palavra inglesa "race" não quer dizer "raça" quer dizer "espécie" ou "gênero"!
Isso nem contra senso é, é demência.
Esse parágrafo do texto da Wijipédia nos mostra claramente com que tipo de mente demente estamos lidando.

"A palavra "raça" não deve ser utilizada para dizer que existe diversidade humana.
A palavra "raça" não tem base científica.
Ela foi usada para exagerar os efeitos das diferenças aparentes, ou seja, físicas.
Não se pode basear nas diferenças físicas -- a cor da pele, o tamanho, os traços do rosto -- para dividir a humanidade de maneira hierárquica, ou seja, considerando que existem homens superiores em relação a outros homens, que seriam postos em uma classe inferior.
Eu te proponho não mais utilizar a palavra "raça"."


Outro exemplo de ausência de realidade, de demência ideológica.
Jamais, em momento algum, o conceito de "raça" teve finalidade hierárquica.
Isso apenas loucos como os que afirmam isso pensam, os lúcidos do mundo jamais pensaram isso.
O conceito de raça exprime as diferenças antropológicas que existem entre humanos, entre orangotangos, entre cachorros, entre galinhas, as diferenças que existem dentro das espécies, e nada mais.

Todos os alemães são inteligentes e talentosos?
- Não, existem muitos alemães que tem pouca inteliêencia e não possuem talento especial algum.
Todos os japoneses são talentosos e inteligentes?
- Não, não são.
Esta é uma prova empírica que não existem raças melhores que as outras, o que podem existir são indivíduos talentosos e inteligentes, e estes podem aparecer em qualquer raça.


 Duas raças de Orangotangos

Duas raças de cachorros
O fato de existirem essas duas raças dentro da espécie "cachorro"
de forma alguma significa que uma raça é melhor que a outra

Duas raças de galinhas

"Trata-se de um documento redigido em dezembro de 1949 por um grupo internacional de pesquisadores que repudia à noção de raça e afirma a unidade fundamental da humanidade."
"Levi-Strauss afirma que se os grupos humanos se distinguem, e para tanto que precisem ser distinguidos, é unicamente em termos culturais.
De fato, é unicamente pela cultura que os grupos humanos ou sociedades se dividem e se diferenciam; e não segundo a natureza que seria a biologia."


É importante esclarecer que Levi-Straus foi um marxista e teve o socialismo como condutor de suas ações pela vida.
Desta forma, como o marxismo existe fora da realidade e quer mudar o mundo a sua moda, e para isso usa de todas as armas possíveis sejam elas decentes ou não, temos que tudo que Levi-Straus disse sobre o assunto não tem base na justiça, na verdade, na ciência, tem base apenas na sua ideologia cega.

"Os etnólogos estimam que, postas de lado as supostas diferenças genéticas e fenotípicas,"

Como assim "postas de lado"?
Não não... nada disso, não se pode "por de lado" as "supostas" diferenças genéticas, elas existem e são claras, por exemplo no fato de japoneses não terem cabelo loiro, terem baixa estatura, terem jeito de andar diferente, e se um japonês engravidar uma brasileira o filho com toda certeza vai nascer com características do japonês e da brasileira, e isso, é claro, é por causa de fatores genéticos.

"A espécie humana se caracteriza então por uma forte dimensão cultural."

Sim, mas isso nada tem a ver com as raças.

"As noções de nação assim como de comunidade religiosa se abstraem da noção de raça e de etnia: o que conta para defini-las é muito menos o que seus membros são, e muito mais o que eles desejam em comum."

Essa é uma técnica também comum no marxismo, colocar "verdades" para comprovar uma mentira.
Vejam o que foi dito e notem a má fé embutida.

Está referenciando (assim como) "nação" com "religião" como se fossem coisas idênticas para com isso tirar conclusões "verdadeiras".
Porém estas duas coisas não podem ser usadas da forma que foram, pois uma "nação" contém religiões mas religiões não contem nações.
A nação Brasil contém católicos e espiritas, mas a religião católica não contém a nação brasileira.
Então, os de mesma religião querem igualmente a mesma coisa, mas, os de uma mesma nação não querem por exemplo a mesma religião.
A premissa usada é falsa.
Dentro de uma nação, por exemplo o Japão, os japoneses jamais deixarão de afirmar que são japoneses, mas, nem todos os japoneses dirão que são budistas, existem aqueles que não são budistas.
O conceito de nação é superior ao conceito religião.
A argumentação da Wikipédia e falsa e usa de má fé.

"A diversidade humana é portanto genética, com suas conseqüências fenotípicas, mas também culturais.
E faz-se importante distinguir bem os dois domínios para não recriar, mesmo involuntariamente, os discursos racistas e não científicos."
"Na prática, a duração de uma sociedade (e consequentemente de uma cultura) humana parece, com efeito, bastante curta em relação ao tempo que seria necessário à separação de características físicas.
No ser humano, o impacto da cultura não parece assim ser suficientemente grande para explicar uma diferenciação entre raças."


Esse trecho mostra uma outra característica da Wikipédia.
Esse texto não foi escrito pela mesma pessoa, ou tipo de pessoa, que escreveram os parágrafos anteriores a ele.
A pessoa que escreveu o texto tem uma compreensão diferente das coisas, este texto provavelmente será deletado quando os censores que mandam na Wikipédia o perceberem.


Referência:


1. 
Early Modern Homo sapiens
http://anthro.palomar.edu/homo2/mod_homo_4.htm
archaic Homo sapiens science definition
http://science.yourdictionary.com/archaic-homo-sapiens



Conclusão

As raças humanas existem da mesma forma que existem raças nas espécies de orangotangos, gorilas, chimpanzés, cachorros, gatos, etc.
É evidente que os chineses pertencem a uma raça diferente dos espanhóis, ambos são humanos, tem o mesmo DNA, mas, não tem genes iguais.
Os chineses não são uma "população" como querem os que querem acabar com a palavra "raça", os chineses são uma nação com característica únicas que os diferenciam em vários pontos dos demais seres humanos, o cão pastor alemão, da mesma forma que continua sendo cachorro, é diferente da raça Golden, que também é cachorro, e isso é uma coisa óbvia que nenhuma ideologia ira conseguir mudar.

A única intenção deste texto é mostrar que existe essa ação ideológica falsa por trás da intenção de abandonar o uso do conceito de "raça" para os seres humanos.




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