5 de janeiro de 2012

A crise na Europa não é "do" capitalismo, é uma crise causada pelo socialismo.

NOTÍCIA

Juventudes socialistas da Noruega afirmam que voltarão a Utoya
DA FRANCE PRESSE

As juventudes do Partido Socialista norueguês, alvo do ataque realizado em Utoya na sexta-feira passada, afirmaram nesta terça-feira que voltarão à ilha e farão uma reforma no local para permitir de novo seu acesso.

"Enviamos uma mensagem clara: voltaremos a nos apropriar da ilha. O ataque contra Utoya e o partido foi um ataque contra nós. Mas Utoya será sempre nossa ilha", disse Eskil Andersen, um dos sobreviventes do massacre, cujo autor confesso é o norueguês Anders Behring Breivik.

Os detalhes do projeto de recuperação da ilha não foram ainda concretizados, disse Andersen. "Há um tempo para tudo. Continuamos em luto profundo. Muitos de nossos amigos se foram", disse durante coletiva de imprensa realizada numa praça de Oslo e transmitida pela emissora de televisão "NRK".

Um executivo norueguês, Petter Stordalen, se comprometeu a doar 5 milhões de coroas (600 mil euros) para a recuperação de Utoya.

.....


Juventude socialista....

Está explicado!
A gente não sabia, mas, na Noruega está acontecendo lavagem cerebral dos jovens para domestica-los e conduzi-los da forma que os "intelectuais" socialistas quiserem.

Não se pode jamais concordar com a violência praticada pelo terrorista, ao qual condenamos veementemente, mas, também não podemos concordar com essa doutrinação ideológica, que no caso da Noruega parece já estar a anos institucionalizada, ou seja, o estado norueguês, dominado por partidos esquerdistas, pratica de forma oficial a lavagem cerebral de seus jovens os transformando em seres dóceis e maleáveis.

Está explicado porque na Noruega existe um povo "pacífico", na verdade não são pacíficos, foram transformados em seres humanos dóceis através de lavagem cerebral.
E um dos lugares onde fazem isso é a ilha onde aconteceu o ato terrorista.

Agora conseguimos vislumbrar o objetivo dos "intelectuais" socialistas... é transformar toda a humanidade no que conseguiram fazer na Noruega, mas, existem povos onde eles vão encontrar muito mais dificuldades para executarem esse plano.

O que espanta é que a midia não diz uma palavra contra essa ideologia atuando na Noruega em cima dos jovens, ideologia socialista e também criminosa como foi na URSS marxista-leninista - é a alienação politicamente correta que dominou a humanidade...

Eu acredito que o que está acontecendo na Noruega também esteja acontecendo nas demais nações escandinavas, que um dia foram sociais-democracias, mas, ao que tudo indica hoje não são mais, hoje são nações onde o socialismo parasita se infiltrou e dominou, e após longo período de dominação transformou a população em "seres socialistas", seres humanos dóceis e frágeis e que são conduzidos como ovelhas pelos "intelectuais" socialistas - se transformaram em uma sociedade fantoche.

A ação do terrorista, só ajudou aos socialistas no poder na Noruega.
Mas... acredito que tais ações isoladas acontecem devido ao avassalador poder doutrinário dominante.
A TV norueguesa não mostrou sequer uma pessoa exaltada com o ocorrido...
Milhares de noruegueses reagiram da mesma forma, colocando flores....
O norueguês atual faz parte de um rebanho dócil e dominado, sem capacidade de reação. são um novo tipo de homos, o homo docelis....


O N (orkut) comentou o seguinte:

O pior que o modelo escandinavo é usado como modelo ideal, fica difícil criticar estes países pq vira e mexe são visto como paraísos na Terra onde a igualdade social é praticada prenamente.
Digo isso pq naqueles projetos de leis ditas humanistas aqui no Brasil estão recebendo acessoria de suecos e ninguém questiona pq tudo que vem da Suécia é ótimo.


Quanto a isso, que realmente acontece, podemos mostrar o seguinte:

Algumas coisas sobre os escandinavos...

Na Escandinávia existe alto índice de depressão e suicídio.
Eles bebem muito, o alcoolismo é um problema social.
O preço de bebidas é alto, mas, eles vão no outros países comprar, existe uma "cota" de bebida que pode ser comprada fora.
No caso de suicídios temos:
No Brasil situa-se em torno de 4 por 100.000 habitante.
Nos países escandinavos é de 25/100.000 habitante.

O socialismo leva a estagnação em todos os sentidos, econômica, cultural, social e emocional, e dai para a depressão é um passo.

Mas, o que existe atualmente nos países escandinavos não é mais o que Karl Gunnar Myrdal projetou, os socialistas se infiltraram e tomaram posse das nações, e implantaram o socialismo parasita, semelhante ao que existe no Brasil atualmente, guardadas as devidas proporções.

Mesmo esse tipo de socialismo, em nações sem grandes riquezas naturais... irá falir.
Depois de 30 anos já começam a surgir os problemas de consumir sem produzir, e ira piorar cada vez mais até falir.


O Leonardo (orkut) comentou o seguinte:

Caro Arnaldo
Podemos concluri então que a crise na Europa não é uma crise do capitalismo e sim uma crise do sistema parasitário fiscal e previdenciário dos socialistas.


Eu respondi da seguinte forma:

Podemos concluir isso com a mais absoluta certeza!
É uma crise socialista.
Quem governou por anos as 3 nações em piores condições, Espanha, Portugal e Grécia, foram partidos socialistas.
Levaram tais nações a falência...

Não se vê nenhum comentarista tocar nessa questão chave porque salvo raríssimas exceções todos são politicamente corretos e jamais irão dizer essa verdade que os colocaria contra o avassalador poder socialista em toda a midia e em todas as organizações mundiais.
Se eles tocarem nesse ponto serão escrachados e ridicularizados mundialmente, e isolados.

Países onde existe um pouco de liberalismo, como Canadá, Australia, Coreia do Sul, Singapura, e os países da Europa Oriental (Sérvia, Rep. Checa, Húngria, Checoslováquia, Polônia, Estônia, etc) vacinados contra socialismo - não tem problema algum.


O EUA é um caso a parte, o marxismo cultural, e não o socialismo propriamente dito como na Europa, mudou o EUA, transformou o Partido Democrata em um partido de esquerda, e o Partido Republicano em "conservador.
Pode notar que em toda notícia que se refere ao PR a midia os chama de "conservadores"... milhões de vezes dito isso... se torna verdade.
Fazem esquecer que as maiores mudanças no EUA foram em governos republicamos e quem defendia o racismo da Ku Klux Kan eram do PD.

O EUA está a mercê dessa batalha ideológica, que jamais existiu lá, e que conseguiu por em segundo plano o nacionalismo e a liberdade de pensamento que sempre existiu no EUA.

Na minha opinião a Europa é importante, mas.... não é decisiva, os rumos da humanidade estão sendo decididos dentro do EUA, é lá que a "batalha final" está sendo travada e acho q muitos norte-americanos já se deram conta disso.


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30 de dezembro de 2011

O tamanho da miséria na sexta potência econômica mundial.

NOTÍCIA

Governo aumenta em 19,4% gastos com Bolsa Família


http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-aumenta-em-194-gastos-com-bolsa-familia,816842,0.htm


Comentário:

Com a informação do artigo temos que existem 53,6 milhões de pessoas (tomando como base 4 pessoas por família) vivendo em média com 125 reais por mês no Brasil...
Sendo que, o sistema precisa ser estendido pára outras 800 mil famílias (3,2 milhões de pessoas) que ainda nada recebem.
Temos assim, oficialmente, em torno de 57 milhões de pessoas vivendo na miséria no Brasil atual governado, desde o fim do regime militar, por esquerdistas "humanistas" e "solidários", socialistas, comunistas e "sociais-democratas".

A solução de outras nações foi gerar meios de produção, empregos produtivos para que as pessoas pudessem trabalhar, produzir, e ganharem o próprio sustento.
Mas, em terra comandada por incompetentes irresponsáveis, a solução é dar a esmola do salário família e manter milhões de eleitores amarrados a ela e com iso ganharem as eleições.


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27 de dezembro de 2011

Brasil, grande potência econômica mundial.

Folha Online, DA EFE

Mantega afirma que Brasil será 5ª economia antes de 2015


Comentário:
O crescimento econômico do Brasil é ótimo e causa contentamento, porém, não devemos esquecer da nossa realidade, somos um país de tem 3 vezes mais a população da Itália, França e Inglaterra, e o PIB por habitante destas nações ainda é 3 vezes maior que o dos brasileiros.
Temos que lembrar também que no Brasil existe uma das maiores concentrações de renda do mundo!
Esta condição, se continuar a existir, na prática invalidade qualquer crescimento, uma vez que o bonus irá apenas para uma minoria da população.



PIB por habitante (per capita)
Reino Unido = 34.800 dolares
França = 33.100 dolares
Itália = 30.500 dolares
Brasil = 10.800 dolares

População dos países
Brasil = 203,4 milhões
França= 65,3 milhões
Reino Unido = 62,7 milhões
Itália = 61 milhões

Mas, vejamos o que diz a notícia:

O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou nesta terça-feira que nos próximos quatro anos o Brasil, que acaba de tornar-se a sexta maior economia mundial, terá desbancado a França da quinta posição, antes do que prevê o FMI (Fundo Monetário Internacional).

"O FMI prevê que o Brasil será a quinta economia em 2015, mas eu acredito que isso ocorrerá antes", declarou Mantega durante uma entrevista coletiva em São Paulo.

Mantega diz que pode levar 20 anos para Brasil ter padrão de vida europeu
Brasil supera Reino Unido e se torna 6ª maior economia, diz entidade

O ministro considerou que a velocidade de crescimento do país supera a de nações europeias e por isso é "inexorável que nós passemos a França e no futuro, quem sabe, a Alemanha, se ela não tiver um desempenho melhor".

Mantega lembrou que o crescimento econômico do Brasil entre 2003 e 2010 atingiu uma média de 4,5%, nível que será alcançado novamente em 2012, com previsões entre 4% e 5 %.

O ministro apontou que a geração de emprego e uma inflação sob controle são os principais suportes para que o Brasil se mantenha na "vanguarda do crescimento".

"O importante é que estaremos crescendo mais em 2012 do que em 2011. O câmbio estará melhor e o crédito estará mais barato", disse.

Na segunda-feira, o ministro disse que o país vai se consolidar nos próximos anos como uma das principais potências mundiais, ao referir-se a um estudo que coloca o Brasil como sexta maior economia do mundo, após superar o Reino Unido.

"Os países que crescerão mais são os emergentes como Brasil, China, Índia e Rússia. Desta maneira, essa posição vai ser consolidada e a tendência é que o Brasil se mantenha entre as maiores economias do mundo nos próximos anos", disse Mantega em comunicado.

O estudo do CEBR (Centro de Pesquisas para Economia e Negócios), com sede em Londres, aponta que o Brasil se encontra agora atrás apenas de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França na lista de maiores economias do mundo.

A economia brasileira cresceu 3,2% entre janeiro e setembro deste ano, mas nos últimos meses sofreu uma estagnação devido à crise internacional.

O Banco Central informou nesta segunda-feira que os economistas das entidades bancárias do país reduziram sua previsão de crescimento para este ano para 2,9%.



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26 de dezembro de 2011

Sobre as interações econômicas entre humanos, seriam elas "trocas" ou "compras" ?

Algo mais sobre "trocas".

Karl Marx em sua teoria da exploração socialista coloca o assunto como se a sociedade humana da sua época ainda estivesse vivendo na idade da pedra.
No enfoque que Marx dá a economia temos uma sociedade onde parece não existir o dinheiro.

Karl Marx tem como base da sua teoria que só existem "trocas" de mercadorias entre humanos, e as trocas sempre são de mercadorias de mesmo valor, para que duas mercadorias M1 e M2 sejam trocadas Marx decreta que os valores devem ser iguais: valor de M1 = valor de M2.
E Marx também diz que o trabalho para produzir M1 é igual ao trabalho para produzir M2, por isso tem o mesmo valor.
Marx só disse essa tolice para justificar a sua teoria que todo valor vem do trabaçho.

Parece que na sociedade de Marx uma pessoa tem uma melancia e outra tem uma cuia, ai as duas resolvem trocar as duas peças, ou outro caso, uma pessoa tem um peixe e outra tem um coelho, as duas trocam o peixe pelo coelho...
Entretanto, tais trocas jamais foram de mercadorias com valores iguais, e muito menos tiveram tempos de trabalho iguais para serem obtidas.
Quem poderia garantir que o tempo para caçar o coelho foi igual ao tempo para pescar o peixe?

A pessoa que tinha o peixe achou que seu peixe, na situação dada, valia MENOS do que o coelho, por isso trocou, porque achou que ia levar vantagem.
Ou seja, as trocas SOMENTE são efetuadas se os trocadores acham que os valores são DIFERENTES, cada qual acha que a sua mercadoria VALE MENOS que a do outro.
Isso é uma coisa evidente, uma vez que ninguém trocaria 6 por meia-dúzia
!

Marx vivia em uma época onde existia dinheiro, uma época em que a humanidade não vivia mais na idade da pedra.
Em um mercado livre liberal não existem "trocas", as mercadorias são COMPRADAS, e não trocadas.

Marx disse que o dinheiro também era uma mercadoria...
Porém, se as trocas de mercadorias são efetuadas apenas com mercadorias de mesmo valor, e dinheiro é mercadoria, então, as pessoas veriam vantagem em trocarem notas de 50 reais entre si!
Seria a troca perfeita!
Só que ninguém está interessado nisso.
Este fato prova que dinheiro não é mercadoria.
Dinheiro é um meio de pagamento.

A gente não vai na padaria "trocar" algo por pão, vamos a padaria COMPRAR pão.
Quando pegamos o dinheiro e damos ao caixa estamos efetuando um PAGAMENTO e não uma troca.
Se isso não for verdadeiro então o verbo "comprar" não teria razão de existir.

Se o trabalhador de uma fábrica de bolas de futebol ficasse com todas as bolas que fabricou ele teria que VENDER as bolas para obter dinheiro, uma vez que o açougueiro não aceita bolas como pagamento pela carne, aceita apenas dinheiro.

Podemos ir em uma quitanda e pesamos 1 quilo de tomate e pagamos 3 reais por ele, no minuto seguinte a quitanda põe o tomate em promoção a 2 reais o quilo e outra pessoa paga 2 reais pelo mesmo quilo de tomate.
Isso é possível de acontecer porque - o preço em dinheiro se alterou - pois trata-se de mercado livre.

Em virtude de seus grosseiros erros o que Karl Marx falou sobre economia não tem o menor valor científico, apenas os seguidores do marxismo o tem como certo, pois tratam o que o "mestre" falou como dogma.

Sobre o trabalhador ficar com tudo o que produz e a mais-valia.

A opinião sobre o "direito" do trabalhador de ficar com tudo o que produz.é uma opinião sem nenhuma conexão com a realidade, tanto no mundo antigo como no mundo contemporâneo..

Suponhamos uma fábrica de sapatos que tenha 10 trabalhadores e fabrique 10 pares de sapatos por dia.
Suponhamos que os 10 trabalhadores já tenham sapatos para usar.
Mas... no final do dia cada trabalhador levaria o SEU par de sapatos para casa...

Porém, a esposa e filhos do trabalhador na verdade queriam que ele levasse 3 pães e 1 quilo de carne.
Acontece que o padeiro e o açougueiro não aceitam o par de sapatos em troca de suas mercadorias, querem dinheiro, ou seja, o trabalhador não tem condição de fazer uma "troca", ele terá que fazer uma "compra".

- O que o trabalhador tem que fazer para poder ir comprar o pão e a carne?
- Tem que VENDER o par de sapato que ele fez...
Mas... tem um problema, ele tem que achar um COMPRADOR para o sapato!
Mas... e se todos já tiverem sapatos e ele não conseguir vender?
O trabalhador vai ficar sem pão e carne.
Vai ficar com fome...
Ai lhe vem a idéia ... e se eu for lá na fábrica e pedir para o dono da fábrica para ele vender para mim?
Ai ele me dá o dinheiro!
E lá vai ele falar com o "explorador" dono da fábrica...
Chegando lá ele entra na fila pq os outros 9 trabalhadores tb tiveram o mesmo problema.

O dono estava esperando ele chegar para fazer a mesma proposta a todos - quanto vcs querem do par de sapatos?
- Queremos 50 reais, respondem.
- Certo diz o dono, mas, como vou demorar para vender como fica o custo do risco do meu dinheiro pago adiantado a vcs?
- Vou dar dinheiro para vcs e correr todo o risco sozinho?
- E se eu não conseguir vender os sapatos?
- Vcs vão ter que me pagar pelo risco que corro e pelo custo (juro) do meu dinheiro que lhes estou dando ANTES de vender a mercadoria.
- Eu vou pagar a vcs 45 reais por cada par, aceitam?
E os trabalhadores já pensando no pão e na carne pára o jantar, que viria sem nenhum risco para eles, dizem - aceitamos!
E pegam os 45 reais do dono e devolvem os pares de sapato a ele felizes da vida!

Então a mais-valia trata-se disso, o dono da fábrica investiu em infra-estrutura, assumiu riscos, e ainda tem que pagar ADIANTADO ao trabalhador, assumindo mais riscos, por isso o dono da fábrica cobra um justo JURO.
O que alias, é a única forma de sustentar a produção.

Então, mais-valia nada mais é que JURO.
Juro devido ao investimento em infra-estrutura, e juro devido ao risco do pagamento adiantado feito ao trabalhador.


Obs. Esse problema da existência humana, que é um problema natural de escassez de mercadorias prontas, os humanos já tomaram consciência dele a milhares de anos atrás!
Os humanos na Núbia a 7000 anos atrás já sabiam que eles trabalharem todo o dia para fazerem uma determinada mercadoria NÃO lhes garantia o jantar.
Infelizmente surgiu no século XIX um maluco que não sabia disso e inventou uma ideologia que ignora isso... o marxismo.
E com isso no mundo moderno muitos ignoram o que os humanos sabiam na Antiguidade!

25 de dezembro de 2011

Presidencialismo de coalizão

Reproduzo a seguir um artigo que faz uma boa explicação do que vem a ser "presidencialismo de coalizão".
Porém, apesar de ser uma explicação correta do significado do termo, eu não concordo com ele na prática, eu não concordo com a "idéia" inerente no termo e com o "conceito" criado por FHC de que um presidente para governar precise de uma "base aliada"...
Não precisa.
Só precisa se quiser fazer conchavos.
Um presidente eleito com mais de 50% dos votos válidos já tem uma grande aliado - o povo, e não precisaria de mais nenhum aliado.

Por que não precisaria?
Não precisaria porque ele no início do seu governo declararia que em seu governo o interesse do povo seria seu princípio de governo e que não teria "base aliada", e que, todo projeto essencial para o povo seria colocado em debate público, todo parlamentar que se opusesse ao interesse do povo teria seu nome e sua defesa divulgado pela presidência para o povo, e assim o povo saberia quais eram as ações dos parlamentares e poderia avaliar suas intenções.
Parlamentares pensariam muito antes de se colocarem contra projetos do governo, que realmente fossem do interesse do povo, antes de se colocarem contra eles.
Usando dessa "chantagem" um presidente poderia governar sem fazer os conchavos que apenas servem para alimentar a corrupção e o aumento dos gastos públicos.


*

O que é o presidencialismo de coalizão?
Adriano Codato
Luiz Domingos Costa


Desde sua formulação pelo cientista político Sérgio Abranches em 1988, a expressão “presidencialismo de coalizão” tornou-se um verdadeiro mantra para definir a estrutura e o mecanismo de funcionamento do regime político-institucional brasileiro.

Amplamente utilizada, a expressão sugere a união de dois elementos. O que cada uma das palavras significa e como a soma de ambas descreve e explica o nosso sistema político?

O “presidencialismo” é o sistema de governo no qual o chefe do Executivo é eleito diretamente pelo sufrágio popular e tem um mandato independente do Parlamento. A origem do presidente e do Parlamento (os deputados e senadores) são distintas, posto que a eleição para cada um pode ser desvinculada no tempo (ocorrendo em datas diferentes, o que não é o caso do Brasil) ou, quando a eleição é “casada” (realizada na mesma data, como no Brasil), o eleitor sempre pode optar por eleger um presidente de um partido e um representante parlamentar de outra agremiação. Em resumo: o presidencialismo difere do parlamentarismo justamente pelas origens distintas do poder Executivo e do poder Legislativo. Ao passo que no parlamentarismo o Executivo surge da correlação de forças entre os partidos eleitos para o Parlamento, no presidencialismo o Executivo deriva da eleição direta do presidente pelos cidadãos.

De outro lado, “coalizão” refere-se a acordos entre partidos (normalmente com vistas a ocupar cargos no governo) e alianças entre forças políticas (dificilmente em torno de idéias ou programas) para alcançar determinados objetivos. Em sistemas multipartidários, nos quais há mais do que dois partidos relevantes disputando eleições e ocupando cadeiras no Congresso, dificilmente o partido do presidente possuirá ampla maioria no Parlamento para aprovar seus projetos e implementar suas políticas. Na maioria das vezes a coalizão é feita para sustentar um governo, dando-lhe suporte político no Legislativo (em primeiro lugar) e influenciando na formulação das políticas (secundariamente). Assim, alguns partidos, ou muitos, dependendo da conjuntura política, se juntam para formar um consórcio de apoio ao chefe de governo. Essa prática é muito comum no sistema parlamentarista, no qual uma coalizão interpartidária disputa as eleições para o Legislativo visando obter a maioria das cadeiras e com isso indicar (“eleger”) o primeiro-ministro.

A peculiaridade do sistema político brasileiro deve-se ao fato de conjugar o pacto interpartidos do parlamentarismo e a eleição direta para o chefe do governo, traço típico do presidencialismo. O observador político Fernando Henrique Cardoso acertou na mosca quando disse que, por mais bem votado que tenha sido o presidente eleito, seu capital eleitoral (“votos”) tem de ser, no dia seguinte, convertido em capital político (“apoios”). Do contrário ele reina, mas sem a famosa “base aliada”, não governa...

Como descrição do que ocorre na cena política, a noção de “presidencialismo de coalizão” parece ser exata. Contudo, vale duas observações para complicar o modelo explicativo do sistema político nacional. O Executivo no Brasil possui um imenso “poder de agenda” e alguns de seus ramos uma alta “capacidade decisória”, concentrada em alguns poucos cargos.

Por poder de agenda entenda-se o seguinte: é o Executivo, pela figura do presidente da República, que determina o que será votado e quando será votado (e o que não será votado). O presidente se elege com um programa, os deputados não.

Como o poder de decidir sobre coisas importantes não está espalhado pelas diferentes agências do Executivo (ministérios, secretarias especiais, conselhos, comissões etc.), mas concentrado em ramos estratégicos do governo, algumas áreas escapam da interferência direta da coalizão. É o caso da área financeira, representada pela santíssima trindade nacional: Banco Central, Conselho de Política Monetária, Ministério da Fazenda.

Esse pedaço do governo não entra na barganha com os políticos porque se quer garantir a “racionalidade” da política econômica. Mas na verdade, sob o argumento de barrar a fisiologia, cria-se um feudo no sistema estatal incontrolável (pelo próprio presidente, inclusive) e que escapa a qualquer supervisão social.

A conseqüência prática disso é que elegemos políticos que efetivamente não governam. Se as metas de câmbio e a política de juros condicionam todas as demais áreas estratégicas (política de renda, política de emprego, por exemplo), ficamos com o pior de dois mundos: um pedaço do Estado sem poder e loteado entre os políticos da “base”, que bem ou mal elegemos; e um pedaço do Estado com muito poder (capacidade decisória), mas que não elegemos nem controlamos. Daí que muitas vezes o fato da coalizão interpartidária ocupar espaço no gabinete de governo por meio da posse de pastas ministeriais seja menos importante, politicamente, que o comando que alguns grupos sociais podem ter sobre a capacidade decisória do governo.

*Adriano Codato é professor de Ciência Política na Universidade Federal do Paraná e coordenador do Núcleo de Pesquisa em Sociologia Política Brasileira.
**Luiz Domingos Costa é mestre em Ciência Política na Unicamp e pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Sociologia Política Brasileira, da UFPR.


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Comentário complementar:

Alem do que já foi dito por mim o presidencialismo no Brasil tem a opção da Medida Provisória, que na prática é um Decreto Lei que entra em vigor na data da sua publicação, as MPs podem ser reeditadas quantas vezes forem necessárias, o que reintera a sua natureza de decretos lei.

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19 de dezembro de 2011

BANCOS REVOLUCIONÁRIOS !

BANCOS REVOLUCIONÁRIOS !

A título de curiosidade, mas também de muita importância para quem quer entender o que está acontecendo na humanidade atual, coloco um vídeo com a mais recente propaganda "revolucionária" do Itaú.
O Itaú está apelando para a ideologia esquerdista e/ou socialista e/ou comunista e/ou marxista e/ou anarquista de "mudar o mundo" pois viu que nela vai ter um grande público alvo !

Essas ideologias pregam "mudar o mundo", não tem a menor idéia do o que colocar no lugar da sociedade atual, mas, tem a pretensão divinizada de "transformar o mundo"!
Essa multidão de humanos na impossibilidade de mudarem as próprias vidas, passaram a almejar "mudar o mundo", e isso na atualidade se transformou em uma ojeriza que afeta milhões.
Os bancos detectaram isso!
Identificaram esse enorme "público alvo", e da mesma forma que os fabricantes de cigarro usavam exemplos de pessoas de sucesso para alimentar o sonho das pessoas a consumirem seus produtos, os bancos vão passar a usar essa nova ambição de parte da humanidade para vender seus produtos !

O Itaú vai mudar o mundo junto com você!
MUDE 2012

http://www.youtube.com/user/BancoItau

Que beleza ! rsrsrs


O BRADESCO (e demais bancos e grandes empresas) também já entrou nessa com tudo e a principal motivação da sua propaganda atual é "transformar o mundo"... e pasmem !
- Mudar a cabeça das pessoas !

http://www.bradescorural.b.br/site/conteudo/resp_socioambiental/default.aspx

No link podemos ler:
"Responsabilidade Socioambiental
Transformar o mundo em um lugar melhor é tarefa de todos.
Mas, para isso, é preciso mudar primeiro a consciência humana."



Isto é marxismo cultural !
Gramsci deve estar orgulhoso da sua obra !
Conseguiu fazer a mais importante peça do capitalismo trabalhar em prol do "príncipe" !
príncipe = partido comunista.


O interessante disso tudo é que ninguém percebe que estão sendo conduzidos por uma ideologia que despreza isso tudo e quer destruir a sociedade atual !

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