7 de fevereiro de 2014

O acidente com o cinegrafista Santiago Ilídio Andrade da TV Bandeirantes e o contínuo trabalho da midia brasileira para criminalizar a Polícia Militar


Ao assistir o noticiário na TV de hoje, 07/02/2014, sobre o acidente com o cinegrafista Santiago Ilídio Andrade da TV Bandeirantes ontem no Rio de Janeiro, em especial o JN que dedicou a meia-hora inicial do programa para falar sobre o assunto fiquei constrangido e com vergonha de viver nesta época estúpida onde "intelectuais" e a quase totalidade da midia falada e escrita se dedicam a proteger bandidos e continuamente, diuturnamente, em criminalizar a polícia militar procurando de todas as formas culpar a polícia pela violência que está acontecendo nas manifestações pelo pais.

Essa ação é irracional, estúpida, e vai contra toda a história humana de luta pela sobrevivência contra a irracionalidade de parte da humanidade, infelizmente essa irracionalidade tomou conta da cabeça dos "intelectuais" e da midia mundo afora e em especial no Brasil onde, me parece, tomou contornos de insanidade coletiva, a única coisa que explica essa ação sem sentido é a dominação mental pela ideologia que quer destruir a sociedade "burguesa" e por isso quer desmoralizar a polícia que é a instituição que impede essa ideologia de fazer a tão sonhada "revolução", tomar o poder e implantar o caos revolucionário marxista que é o império do ódio contra os bem sucedidos.

Dentre muitas ações da midia uma se destaca na minha opinião, ao começar todo noticiário sobre manifestações a midia sempre faz a observação "a manifestação começou inicialmente pacífica...".
Isso é uma tentativa de proteger bandidos.
Como a manifestação pode ter sido inicialmente pacífica se os mascarados estão desde o início junto com os demais?
Ou será que os inocentes jornalistas nunca prestaram a atenção nisso?

Outra coisa que chama a atenção é que os manifestantes mascarados ao chegarem nos objetivos começam a ação violenta, se transformam em irracionais que nada respeitam e a tudo destroem, qualquer pessoa com um mínimo de bom senso sabe q para conter essa turba de loucos apenas com a força será possível, só que, se a polícia empregar a força ela será criminalizada por toda a midia como estar sendo violenta...
Então como ficamos?
Vamos contratar modelos bonitas e amáveis para pedir delicadamente aos loucos para não fazerem isso?
Ou será que algum destes delicados críticos da polícia se arriscariam a ir lá no meio da batalha para pedir aos loucos para não serem violentos?
Não irão com certeza.
Então, estamos diante de uma situação absurda.
A violência dos loucos precisará chegar até as casas destas delicadas criaturas para que elas , talvez, mudem de opinião.
E chegará.

Mas, voltemos ao jornal.

O jornal põe inicialmente um jornalista que não quer se identificar e que viu toda a ação e a descreve com fotos e detalhes mostrando que foi um dos manifestante que armou o rojão, as fotos não deixam dúvidas disso, e a testemunha ainda frisa - o manifestante armou o rojão PARA ATINGIR A POLÍCIA E NÃO O CINEGRAFISTA, mesmo assim, em seguida, entra a voz de um homem que pergunta a testemunha: "na direção onde estava esse homem, ESSE SUPOSTO RAPAZ MASCARADO, EXISTIAM POLICIAIS?" !

Como assim "suposto" ?
O jornal não acabou de mostrar as imagens mostrando o autor do disparo correndo?
A testemunha não acabou de dizer que foi o rapaz  que está correndo o autor do disparo?
Qual é a dúvida desse interrogador?
Quer encontrar algo que incrimine a polícia?

Mais a frente aparece uma repórter interrogando um especialista...

Mesmo depois do especialista dizer enfaticamente que se trata de um rojão que se pode comprar em lojas a jornalista pergunta: "é um artefato que costuma ser utilizado pela polícia militar" ?
Será que a jornalista não sabe que a PM não usa fogos de artifício como armamento?

Em seguida o jornal em uma atitude alienada e distante da realidade dos fatos passa a fazer uma matéria para destacar a "violência contra a imprensa" e contra a "liberdade de expressão" ....
E apresenta testemunhos de cima abaixo, representantes de diversas ordens, até mesmo o presidente da Câmara se pronunciou contra essa ação "contra a imprensa"...

Estamos em uma época em que a alienação tomou conta das cabeças...

Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso que viu o ocorrido percebe que o rojão NÃO FOI ARMADO CONTRA O CINEGRAFISTA !
Foi um acidente.
A intenção era atingir a polícia e não o cinegrafista.
A própria testemunha disse isso claramente.
Então de que maluquice estão falando esse pessoal todo? [*]

O acidente só ocorreu porque o cinegrafista estava BEM NO MEIO DO CAMPO DE BATALHA e sem portar nenhum equipamento de segurança...
Se ele estivesse com capacete ele não teria se ferido com a gravidade que se feriu.
Estamos diante de situações absurdas...

Um fato a se notar é que toda a midia depois que um deles é ferido fica tal como um enxame de abelhas endoidecidas!
Ensandecidos criam "fatos" que não existiram, como foi o caso, o manifestante não tinha a menor intenção de atingir "a liberdade de imprensa".

Mas, o fato mais importante foi guardado para o final...
O locutor do jornal, no fim faz um "mea culpa".
E nos dá conhecimento que ontem um jornalista da Globo News, Bernardo Menezes , afirmou que foi um artefato lançado por um policial que havia ferido o cinegrafista e essa afirmação dele foi noticiada nos jornais noturnos!
Como esse jornalista viu isso se a cena não existiu?
De onde ele tirou o "fato" de que foi um artefato da polícia que atingiu o cinegrafista se as fotos e o vídeo da TV russa mostram claramente que se tratava de um rojão?
Até uma criança de 10 anos saberia que se tratava de um rojão... mas o jornalista não, ele "viu" um policial lançar um artefato contra o cinegrafista...
Não viu nada, inventou...
E com sua invenção criminalizou mais uma vez a polícia.
Para azar dele teve que engolir o que falou porque foi desmentido pelos fatos.

Mas, se a PM não tivesse tido a sorte da TV russa ter filmado a cena é bem provável que a midia descartaria o testemunho do jornalista q viu a cena e culparia a polícia baseada no testemunho do jornalista da Globo News....

E é isso que existe na midia, centenas, milhares de indivíduos "vendo" ações violentas da polícia e protegendo bandidos.

Essa é a estúpida irracionalidade que domina entre os "cultos" e por toda a midia brasileira.


*

Texto escrito em 10/02/2014.


Infelizmente hoje o cinegrafista faleceu, e a morte dele foi, alem de tudo o mais, um acidente de trabalho, agravado pelo fato que não usava os equipamentos de segurança adequados para o trabalho que estava fazendo.
Não estou falando besteiras aqui, vejam o que acontece quando ocorrem visitas de inspeção nos estádios em construção para a Copa, todos usam capacetes brancos, inclusive os jornalistas, por que isso já que se nota que não existe perigo eminente?
Porque acidente não tem hora nem lugar para acontecer, acontece em situações inesperadas, e se ali no estádio alguém se ferir a empresa que está construindo o estádio vai ter que pagar a conta, inclusive possíveis reivindicações judiciais, por isso a empresa se precavem de acordo com a lei.
Se um empregado de qualquer empresa não tiver disponível os equipamentos de segurança para executar seu trabalho a empresa será multada, e no caso do cinegrafista a responsabilidade é da TV Bandeirantes.
É interessante que ninguém mencione isso que é de suma importância para que tais coisas não mais aconteçam ou não tenham a gravidade deste episódio.

Uma outra questão pertinente ao tema do blog, com o falecimento do cinegrafista todos os órgãos representativos da imprensa se pronunciaram querendo "punição exemplar" para os criminosos e inclusive ao grupo q que pertencem!
Até agora a imprensa estava passando a mão na cabeça dos depredadores, enquanto eles destruíam propriedades públicas e privadas a imprensa os defendia em nome dos "direitos humanos" e descia o pau na PM se esta fosse usar da força para conter as depredações, agora, que um membro da corporação deles foi a vítima a revoada geral da midia clamando por "punição exemplar" se manifesta

Como sempre, em qualquer lugar e em qualquer situação, dois pesos e duas medidas, por isso sempre fui da opinião que só se conhece uma pessoa em situação de crise ou quando se trata do interesse dela.

PS. Uma coisa que se manifesta claramente após esse episódio com o surgimento de um advogado de certo nome para cuidar do caso do tatuador é que tem alguém por trás disso, ideologia partidária marxista.
É o PSOL e possivelmente outros partidos marxistas, que estão financiando uma parte dos jovens para praticarem violência, a outra parte não precisa de financiamento, são filhos de classe média que sofreram lavagem cerebral na escola e agora estão a serviço do despótico marxismo e sua "revolução".


 Integrantes do PSol e do PCO defendem a atuação dos black blocs
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2014/02/12/interna_politica,489049/integrantes-do-psol-e-do-pco-defendem-a-atuacao-dos-black-blocs.shtml




Texto escrito em 11/02/2014




Não é sempre que acontece, mas, às vezes, acontecem coisas certas e que todos aqueles seres humanos que ainda são seres humanos e não se transformaram em "progressistas" politicamente corretos alienados que vivem fora da realidade e passaram a proteger bandidos e a atacar a polícia em seu trabalho em manter a ordem - aprovam!

O cinegrafista mostrado no vídeo acima e a sua ação causam orgulho aos que ainda são seres humanos!
Disse ele na cara do sujeito:
- Vocês são covardes que so atacam em grupo.
E o valentão grupal acovardado, mostrando ao mundo toda a sua pequinês, não abriu a boca quando estava cara a cara de homem para homem.
E todos do grupo dele ou assemelhados são iguais a ele, quando sozinhos frente a frente com outro homem se acovardam como este se acovardou. 

Obs. E olhem a cara do outro, o de bigodinho, não precisa nem nos dizer que é marxista, seguidor alienado, o assombro na cara dele de estar sendo enfrentado por um trabalhador, por um "proletário", que está afim de dar uma surra neles, e eles dois não tem coragem para enfrentar um por não estarem protegidos no meio da sua gangue de "revolucionários" marxistas, covardes.

Esse cinegrafista deve ter seu nome lembrado por todos os seres humanos que ainda tem vergonha na cara e não se transformaram em covardes que só agem em grupos ou quando estão livres de represália de quem eles atacam.

O ocorrido também nos faz imaginar o que os policiais ouvem dessa ralé covarde protegida pelos "progressistas" politicamente corretos e pelos "direitos humanos" corruptos protetores de bandidos.
E o policial não pode fazer o que o cinegrafista fez, tem que ouvir calado as ofensas e as ameaças, porque se for usar da força para prender tais covardes a midia alienada vai cair em cima dele com críticas de que foi "violento".

Mas, depois dessa ação - de um deles - que certamente é uma raridade entre eles, eles vão passar a saber qual é a realidade das ruas e com que tipo de gente suja e covarde a polícia se envolve para manter a ordem. 



O vídeo completo do programa "Cidade Alerta" está em:


Parabéns ao "Cidade Alerta" por nos ter dado a oportunidade de ver essa raridade!


[*] Nota.

Quando eu escrevi o texto:

"Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso que viu o ocorrido percebe que o rojão NÃO FOI ARMADO CONTRA O CINEGRAFISTA !
Foi um acidente.
A intenção era atingir a polícia e não o cinegrafista.
A própria testemunha disse isso claramente.
Então de que maluquice estão falando esse pessoal todo?"

Não estou de forma alguma eximindo os dois que manusearam o rojão de culpa.
Estou descrevendo o que ocorreu.
Os dois são culpados, quanto a isso não existe a menor dúvida, não importa se eles direcionavam o rojão para a polícia, o rojão atingiu o cinegrafista e o matou, e os dois são os responsáveis por esse crime.
Mas, esse crime foi unicamente contra o cinegrafista e sua família e não contra a imprensa como foi colocado no jornal.
O rojão poderia ter atingido qualquer outra pessoa não da imprensa.
Mas isso de forma alguma exime os dois autores da explosão de culpa pelo crime.


*


Texto escrito em 14/02/2014


Quando eu escrevi no texto inicial o seguinte:

"Vamos contratar modelos bonitas e amáveis para pedir delicadamente aos loucos para não fazerem isso?
Ou será que algum destes delicados críticos da polícia se arriscariam a ir lá no meio da batalha para pedir aos loucos para não serem violentos?
Não irão com certeza.
Então, estamos diante de uma situação absurda.
A violência dos loucos precisará chegar até as casas destas delicadas criaturas para que elas , talvez, mudem de opinião.
E chegará."

Eu não esperava que a minha "previsão" iria acontecer tão rápido.
Infelizmente aconteceu, e de forma trágica, o que os alienados da midia estavam tratando com um certo gosto veio até a família de um deles para marcar para sempre a vida dessa família, parte da culpa dessa desgraça é da midia, é dos artistas, é dos intelectuais.
Agora a midia pede a cabeça dos culpados que devem ser "punidos exemplarmente", já começam a surgir artigos como o de Rogério Gentile que coloco no link abaixo:

Block coitadinhos
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/rogeriogentile/2014/02/1411404-black-tadinhos.shtml
 
Onde ele diz que os "black blocs foram tratados com benevolência..." 
sim, foram, e até mais que isso, foram tratados como exemplo de "transformadores do mundo", como o ridículo de Caetano Veloso:

E agora Caetano? 
Que um dos criminosos que você exalta matou um inocente?

Mas de uma coisa podemos ter certeza absoluta, o vídeo colocado acima nos mostrou isso, são todos covardes, como nos disse o Pondé em seu artigo "Covardia chique", vivemos em uma sociedade onde o bem estar produziu milhares de covardes, e estes covardes, muitos deles empuleirados nas redes sociais, apoiam a covardia dos black blocs de só praticarem a violência e terem coragem para isso quando estão em grupo, os alienados politicamente corretos, covardes, apoiam porque nem mesmo isso tem coragem para fazer...
 


*

Textos escritos em 15/02/2014


 Notícia na Folha

Após morte de cinegrafista, Globo obriga profissionais a usarem kit de segurança em manifestações
Por Keila Jimenez
14/02/14 // 14:05


http://outrocanal.blogfolha.uol.com.br/2014/02/14/globo-obriga-reporteres-e-cameras-a-usarem-kit-de-seguranca-em-manifestacoes/

A Globo acaba de instituir uma nova norma de segurança para os seus
repórteres e câmeras na cobertura de manifestações no país.
....


A maioria das empresas privadas sabem que seus empregados devem obrigatoriamente usarem os equipamentos de segurança quando necessário, só as empresas da midia não sabem.
Precisa acontecer uma tragédia para que a midia alienada sinta um pouco de como é a realidade na qual eles não vivem.



*

O texto abaixo completa de forma magnífica o que foi colocado neste blog! 




Eu também acuso! Ou: São poucos, infelizmente, os que podem bancar o Zola

Ficou famosa a carta de Émile Zola chamada J’accuse sobre o caso Dreyfus, publicada em 1898. Zola ataca aqueles que foram coniventes com a farsa do julgamento do judeu inocente. Em uma passagem, ele diz: “Meu dever é de falar, não quero ser cúmplice. Minhas noites seriam atormentadas pelo espectro do inocente que paga, na mais horrível das torturas, por um crime que ele não cometeu”.
Pois muito bem: são poucos aqueles, infelizmente, que podem bancar o Zola no Brasil de hoje. Poucos jornalistas e colunistas podem dormir com essa tranqüilidade, sem ser atormentados pelo espectro de Santiago Andrade, morto por black blocs tão enaltecidos pela imprensa, por artistas e “intelectuais”. Um deles é Reinaldo Azevedo, em quem baixou o espírito de Zola para escrever sua coluna [ http://www1.folha.uol.com.br/colunas/reinaldoazevedo/2014/02/1411976-eu-acuso-ou-dilma-red-block.shtml ]  desta sexta na Folha.
O título de seu artigo foi justamente “Eu acuso”, acompanhado da alcunha “Dilma ‘Red Bloc’”, fazendo menção ao fato de que a presidente, após uma cambada de baderneiros do MST deixar vários policiais gravemente feridos, ter, como prêmio, recebido a liderança do movimento no Palácio do Planalto.
Reinaldo cita nomes, como Franklin Martins, José Eduardo Cardozo e Gilberto Carvalho, a trinca petista que costuma ser conivente com todo tipo de “movimento social” que se julga acima das leis brasileiras. Ataca também a imprensa, covarde, silenciosa na hora de expor a violência desses “ativistas”.
Hoje, no GLOBO, foi a vez de outro jornalista que pode bancar o Zola apontar o dedo na direção dos mesmos alvos, de todos esses que acreditavam no Brasil “bonzinho”, no gigante que havia acordado e construiria um novo país (qual?, pergunta o autor, um Afeganistão?). Falo, claro, de Guilherme Fiuza, em sua coluna [ http://oglobo.globo.com/opiniao/a-bondade-dos-assassinos-11610468 ] "A bondade dos assassinos”. Diz ele na largada:
O Brasil bonzinho assassinou o cinegrafista Santiago Andrade. Não foi outro o criminoso. Quem matou Santiago foi esse Brasil envernizado de bondade e infernizado de hipocrisia. Nenhum débil mental mascarado poderia ter matado Santiago sem a cumplicidade desse monstro.
A herança maldita da Primavera Burra foi apontada exaustivamente neste espaço. Os bem-pensantes e os demagogos — hoje praticamente indiscerníveis — continuaram matraqueando que os políticos precisavam ouvir “o recado das ruas”. Mentira. Não houve recado nenhum. Não há uma mísera mensagem aproveitável daquele carnaval cívico, onde multidões exuberantes marcharam contra tudo e contra nada — na mais patética perda de oportunidade política na era do Império do Oprimido.
Mas Fiuza tampouco é otimista em relação ao despertar da imprensa e do povo. Cita, também, o caso dos “red blocs” do MST, e conclui: 
Por falar em assassinato, os diplomatas do MST deixaram dez policiais gravemente feridos em Brasília. O Brasil está esperando um deles morrer para se horrorizar.
E o que aconteceu com os agressores? Foram recebidos em seguida por Dilma Rousseff no palácio, para um bate-papo de uma hora sobre reforma agrária. O que você está esperando para pegar sua borduna e ir atrás do que é seu?
Não é fácil a vida de jornalistas e colunistas que remam contra a maré vermelha hegemônica no Brasil. Todos morrem de medo de ser vistos como “direita”, ou “preconceituosos”, “reacionários”, “conservadores”. Todos querem posar de “progressistas”, de engajados, e preferem escrever aquilo que a turminha deseja ler, em vez de aquilo que deveria ler.
Mas esses poucos, se não são capazes de reverter o rumo das coisas sozinhos, ao menos podem se dar ao luxo de dormir sem sangue inocente no travesseiro, sem o peso na consciência por ter aplaudido marginais assassinos. Já é alguma coisa. E, com muito orgulho, apesar de não ser jornalista, posso me colocar no time dos “Zolas” que alertaram desde o começo dos perigos de tudo isso, mostrando que arruaça de mascarados jamais poderia acabar bem.
Portanto, eu também acuso!
Rodrigo Constantino


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Eu também acuso!
Arnaldo Arnolde


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Este artigo também está perfeito!

Causa mortis

‘Não vamos parar, o poder é nosso!’, escreveu o Black Bloc RJ na hora da notícia do falecimento do cinegrafista

Demétrio Magnoli
Publicado:

Leia mais sobre esse assunto e
 
 


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20 de janeiro de 2014

Rolezinhos - a midia alienada está defendendo os rolezinhos e inventando mentiras a respeito da sua origem, está fazendo entrevistas com "intelectuais" marxistas que nelas colocam o seu ódio invejoso contra "os ricos", ambos estão criando um "ambiente revolucionário" da "luta de classes" marxista de "pobres contra ricos"


As motivações do surgimento dos "rolezinhos" estão sendo deturpadas de forma ideológica pela midia alienada, por isso resolvi pesquisar a respeito do assunto e colocar aqui o que descobri.

A motivação dos rolezinhos tem como origem a Lei 15.777, de 29 de maio de 2013 promulgada pelo prefeito Haddad e que proibi o uso de carros de som nas vias públicas e cria multas para quem não cumprir a lei.
Essa lei inviabilizou os bailes funk que aconteciam a já algum tempo nas ruas da periferia de São Paulo pois sem poder usar carros de som nas vias públicas não tinha como fazer os bailes, que foram interrompidos.

Jovens dançando funk nas ruas de São Paulo com som vindo do carro


Notícias sobre o assunto:

30/05/2013 14h49
Haddad sanciona lei que proíbe som alto em via pública
Projeto busca proibir a realização de pancadões à noite.
Quem desobedecer fica sujeito a multa de R$ 1 mil.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/05/haddad-sanciona-lei-que-proibe-som-alto-em-publica.html

Os funkeiros ficaram irritados com essa proibição e passaram a imaginar uma forma de protesto contra a proibição, depois de alguns meses a forma de protesto encontrada foi fazer manifestações em shoppins, ao que foi dado o nome de "rolezinho", cuja principal intenção é dançar funk dentro do shopping, e isso foi feito no dia 7 de Dezembro no primeiro rolezinho que aconteceu no Shopping Itaquera.

A organização desse encontro foi montada ao longo dos meses entre Junho/2013 e Dezembro/2013 por líderes dos funkeiros usando as redes sociais, das quais eles participam pois tem computadores, notebooks, celulares smartphone, e conhecimento de como funcinam as redes sociais, em especial o Facebook, que foi o maior veículo de comunicação e arregimentação dos jovens para irem no encontro "rolezinho", essa organização não aconteceu de um dia para o outro, para acontecer o primeiro rolezinho no Shopping Itaquera foram necessários alguns meses.


A ação distorcida da midia

A midia alienada em vez de dizer a verdade passou a dizer mentiras com a finalidade de criar um fictício ambiente de "luta de classes" marxista tentando passar a idéia de que "jovens pobres e excluídos da peririferia" estavam se revoltando contra as condições de vida que possuem e usando os rolezinhos para criar "visibilidade" diante da sociedade.

Vou colocar a seguir partes de uma das muitas manifestações desse tipo de embuste ideológico colocado na midia.

Entrevista feita pela Folha de S.Paulo com um antropólogo:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/01/1399636-antropologo-ve-busca-por-visibilidade-e-reacao-desproporcional-a-rolezinhos.shtml

Antropólogo vê busca por visibilidade e reação desproporcional a 'rolezinhos'
MARCO AURÉLIO CANÔNICO
DO RIO
18/01/2014 12h30

"É uma questão de não ser invisível, de aparecer, estar presente, participar desse mundo que eles imaginam que seja o mundo do consumo, do shopping."
É assim que o antropólogo Everardo Rocha, que tem estudos sobre a relação entre consumo, culturas juvenis e espaço urbano, analisa o fenômeno dos "rolezinhos".

Para Rocha, professor da pós-graduação em comunicação da PUC-Rio, a sociedade contemporânea iguala visibilidade a consumo e o jovem de periferia busca ser reconhecido como igual diante do mundo do consumo.

"Aí é complicado porque não sei se querer participar do mundo do consumo é uma coisa boa em si mesmo, seria melhor participar do mundo da cidadania política, não como consumidor. Hoje há uma superposição das identidades de cidadão e de consumidor, o que é ruim. O ideal é que você fosse cidadão", diz Rocha.

Em entrevista à Folha, ele também critica a atenção midiática aos "rolezinhos", que considera "desproporcional".
"Talvez estejam dando muita ênfase, toda hora pipoca alguma coisa nova e todo mundo fala, pensa, discute. Talvez as coisas não sejam tão novas assim, nem tão importantes assim."


É possível determinar o que está na origem dos 'rolezinhos'?
Começam por causa de novas tecnologias de comunicação, que facilitam todos os encontros. Isso é típico de tecnologias que botam as pessoas juntas de alguma maneira.
.....

É possível distinguir um objetivo que une a maioria dos participantes?
Tem a ver com uma forma de expressão jovem. Uma das características centrais de juventude é a questão da agregação, de estarem juntos, isso é muito importante.
Por isso eles gostam tanto de participar das redes sociais, estão o tempo inteiro ligados nelas. O que me parece marcante nesses rapazes e meninas de periferia é essa vontade de aparecer, de estar em todos os espaços da cidade.

Mas isso é algo típico do jovem de periferia?
Acho que nele é mais agudo. O jovem precisa muito disso, do grupo e de visibilidade também. Ele está no meio de um processo de liminaridade entre as identidades de criança e de adulto, é tudo ambíguo e é natural que várias ambiguidades incidam nesse momento, nas culturas jovens. O reconhecimento, a visibilidade, é um dos aspectos que desempenham papel importante nesse tipo de ação.

Qual é a origem do desejo de visibilidade desse jovem que participa do "rolezinho"?
O mundo contemporâneo traduz muito a visibilidade por consumo, esse é o ponto. Por isso o shopping como símbolo disso. O jovem quer ser visto, reconhecido como igual diante do mundo do consumo. Aí é complicado porque não sei se querer participar do mundo do consumo é uma coisa boa em si mesmo, seria melhor participar do mundo da cidadania política, não como consumidor. Hoje há uma superposição das identidades de cidadão e de consumidor, o que é ruim. O ideal é que você fosse cidadão. De qualquer forma, essas coisas melhorariam muito se o Brasil fosse um país realmente dedicado à educação.
....

Por que esse tem sido um fenômeno de jovens das periferias?
Talvez porque eles sejam os excluídos desse mundo.
Eles estão incluídos e excluídos ao mesmo tempo: conhecem e gostam das grandes marcas, que são planetárias, os jogadores e cantores usam, e ao mesmo tempo estão excluídos efetivamente do consumo de tudo isso. Falam também do funk ostentação, que eu não conheço bem, mas que parece que puxa para esse mundo, faz uma mediação importante entre esses jovens e o mundo do consumo.


A quantidade de besteiras ditas por esse antropólogo assusta!
Como esse "doutor" pode dizer tantas coisas que não condizem com a verdade?
E para saber a verdade é muito facil, é só ler os jornais de meses anteriores ao primeiro rolezinho.
Mas, os "intelectuais" e a midia estão com a cabeça tomada pela loucura ideológica, o distanciamento da realidade desse pessoal é alarmente e eles vão levar a sociedade ao caos, uma vez que todas as situações que eles defendem não estão fundamentadas na realidade , por isso estão fadadas ao fracasso.


Cenas do primeiro rolezinho que aconteceu dia 07/12/2013 no shopping Itaquera:


Os jovens dançando funk dentro do shopping


Agora vejamos uma notícia de Dezembro de 2013 sobre ele.

http://www.cbnfoz.com.br/editorial/brasil/15122013-60789-rolezinho-do-shopping-traz-medo-e-panico-a-sociedade

Sábado, 14 Dezembro 2013 22:53
Rolezinho do shopping traz medo e pânico a sociedade
Por  CBN Foz | Para: CBN Foz

Tumulto, pânico e um rastro de prejuízo, essas são marcas do "rolezinho no shopping".
A Polícia Militar de São Paulo tem monitorado as redes sociais a fim de evitar que ocorra mais incidentes como aconteceram Shopping Itaquera (SP), onde mais de 10 mil jovens deixaram um rastro de destruição.
PM é chamada para conter arrastão em shopping de Guarulhos, SP (Fonte: G1)
Dezenas de suspeitos foram levados à delegacia neste sábado (14).
Polícia monitorou redes sociais e mobilizou 90 homens para conter tumulto.
arrastao-shopping
A Polícia Militar deteve até as 22h deste sábado (14) 23 participantes de um arrastão ocorrido no Shopping Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo,  dos quais, 20 por furto e desordem e três por incitação ao crime por meio de uma rede social. O grupo é suspeito de ter furtado duas lojas. O caso será registrado no 2º Distrito Policial de Guarulhos.
Correria após abordagem policial assusta clientes de shopping no ES
Jovens participavam de festa e correram para local após chegada da polícia.
Suspeita de arrastão deixou clientes e funcionários assustados.

https://www.youtube.com/watch?v=4nnztJMYtP4

Crédito do vídeo: Rafael Ribeiro/Youtube

Um tumulto causou pânico entre funcionários e clientes das lojas do Shopping Vitória no final da tarde deste sábado (30). Segundo informações iniciais da Secretaria de Segurança Pública, um baile funk clandestino era realizado em um local do lado de fora do shopping. Saiba mais
Lojistas relatam prejuízo com ida de multidão ao shopping Itaquera
Lojistas do Shopping Metrô Itaquera são unânimes: a reunião de cerca de 10 mil jovens na noite de sábado (6) deixou um rastro de prejuízo, além de tumulto e pânico para clientes. Três pessoas foram presas por roubos. "Eu perdi um número muito alto, expressivo de vendas. Perdi R$ 40 mil entre 17h e 22h do sábado. No domingo, eu estimo uns R$ 20 mil", afirma Gisele Soares de Mesquita, de 31 anos, dona de uma loja de artigos esportivos.

https://www.youtube.com/watch?v=77C8PunCbwo

Crédito do vídeo: Gcm Adgc

Segundo divulgado pelos organizadores do "rolezinho" e pela PMs, o encontro dos jovens foi marcado pelo Facebook.
Esses eventos são chamados de "rolezinho" pelos frequentadores e, de acordo com Jefferson Luís, de 20 anos, conhecido como Mc Jota L, "há reuniões do tipo agendadas para outros centros de compras".
O MC diz que, após a proibição dos bailes funks nas ruas, o público decidiu levar os eventos para os shoppings.

*

Mentiras colocadas na midia;

A notícia acima desmente o que a midia alienada começou a dizer agora em Janeiro, que os rolezinhos são marcados por jovens adolescentes populares no Youtube com seus fãs, isso não é verdade, um desses jovens usado pela midia, Ninicius Andrade, está sendo oportunista e tentando ganhar mais popularidade dizendo que organiza encontros do tipo.
Não é verdade, como vimos nos vídeos, realmente, no primeiro rolezinho de Itaquera os funkeiros estavam lá e dançaram dentro do shopping.

Outra mentira

Outra mentira que a midia está propagando é que tais jovens são pobres e excluídos.
Como dá para perceber nos vídeos e fotos a maioria desses jovens não são maltrapilhos... eles usam roupas boas, bonés legais, tem aspecto físico de gente que tem saúde e é bem alimentada.
E afinal, se eles estão no facebook é porque tem computador, tem notebooks, e com certeza tem celulares smartphone, não são pobres.
Tais jovens não são excluídos, essa ideologia só existe na cabeça retrógada dos "intelectuais" marxistas que vivem no passado, estes jobens estão incluídos na era digital e estão em uma outra situação que a mente fechada da midia e dos "intelectuais" marxistas não consegue perceber.

Outra mentira cretina que a midia está espalhando é que tais jovens "são barrados de entrar no shopping" por serem pobres.
Isso jamais aconteceu, os shoppings jamais proibiram a entrada de quem quer que seja, é só lembrar das praças de alimenta para ver que nelas sempre foram todos os tipos de gente, alem do mais, o shopping Itaquera fica em uma das regiões mais pobres da cidade de São Paulo, e a maior parte dos frequentadores são de Itaquera.

Portanto, estamos diante de uma farsa sendo ingendrada na midia brasileira para provocar uma "luta de classes" entre supostos pobres contra supostos ricos.


Outros comentários:

A "hegemonia" almejada por Gramsci na sua macabra pretensão de dominar a mente das multidões e mudar o senso comum, setenta anos depois de seu início, com a incansável doutrinação nas escolas, pelo menos no Brasil, foi bem sucedida na região sudeste e sul, em Brasília, e nas capitais de estados das demais regiões, e em especial na midia, nesta devido a lavagem cerebral aplicada pelos "intelectuais" marxistas em sala de aula nos estudantes de jornalismo, a midia atual está completamente alienada e cultuando o politicamento correto como se fosse uma religião.
De quebra a midia brasileira se tornou uma inimiga mortal da polícia, instigada que foi pelos "intelectuais" marxistas que odeiam a polícia que os impedem de implantar o caos revolucionário.

Os jovens que participam dos rolezinhos são também vitimas da doutrinação marxista nas escolas, não é por acaso que eles escolheram os shoppings para se manifestarem em vez da Rodoviária Toetê, ou da Estação Sé do Metrô, ou o Estádio do Pacaembu, ou no Memorial da AL, etc, não, eles elegeram os shoppings porque tais locais lhes foram incutidos na cabeça como sendo da "burguesia".

Só que tais jovens não tem noção alguma do que vem a ser a ideologia socialista, como já foi dito, eles "estão ne outra" e jamais serão o tão sonhado "homem socialista" que Gramsci sonhava produzir!

A parte trágica disso tudo é que os rolezinhos nos mostram, pelas cenas e conversas apresentadas nos vídeos, a miserável condição cultural de tais jovens, os "manos" e as "minas" não aprenderam nada nas escolas, não tem conhecimento básicos de português e ignoram tudo o mais, são gerações de jovens completamente perdidas devido ao criminoso "ensino" que foi dado a eles pelo marxismo "cultural" dominante nas escolas brasileiras.

Tempos muito difícieis para o Brasil estão por vir ...


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13 de janeiro de 2014

Os acontecimentos históricos podem ser previstos ?



Artigo de Hélio Schwartsman na Folha de S.Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2014/01/1396328-territorio-inexplorado.shtml


12/01/2014 - 03h00
Território inexplorado

SÃO PAULO - "Não seria legal se tivéssemos um microscópio para medir a cultura humana?".
É assim que Erez Aiden e Jean-Baptiste Michel, dois jovens matemáticos descrevem seu "insight" sobre a "culturomics", que é o uso de análises quantitativas de palavras em megabases de dados para estudar comportamentos e tendências culturais.
Juntar os termos "análise quantitativa" e "cultura" na mesma frase pode fazer com que alguns representantes das humanidades torçam o nariz, mas os resultados obtidos são interessantíssimos, para não dizer revolucionários.
Aiden e Michel dão uma boa amostra disso no recém-lançado "Uncharted" (inexplorado).
A dupla, que ajudou a criar a ferramenta "ngram viewer" do Google (que busca todas as ocorrências de um termo qualquer numa base de vários milhões de livros já digitalizados pela empresa e dispõe os resultados na forma de gráficos), percorre áreas tão distintas quanto a linguística, o mundo das celebridades e os porões da censura.
Eles mostram como o "big data" lhes permitiu desenvolver uma nova teoria sobre a regularização dos verbos ingleses (dentro de alguns milênios, se o idioma ainda existir, todos os irregulares terão desaparecido), sugerem as melhores carreiras para quem quer ficar famoso (e para conservar a reputação depois de morto, o que é mais difícil) e, lamentavelmente, revelam que os esforços de governos totalitários para reprimir ideias funcionam (ainda que, no longo prazo, os regimes pereçam e as ideias não necessariamente).
Aiden e Michel não deixam de abordar questões difíceis trazidas pela revolução tecnológica, como a da perda de privacidade e o poder excessivo dos guardadores de dados.
No campo da especulação, levantam a possibilidade de que o "big data" possa transformar a história numa ciência preditiva, algo que é ao mesmo tempo fascinante e aterrador.



Comentário

O marxismo cultural penetrou de tal forma no subconsciente das pessoas que hoje no mundo existem milhares de pessoas na área científica trabalhando, sem se darem conta disso, em prol de tornar científico os dogmas do marxismo.

Karl Marx em relação a história afirmou o seguinte:

“A história de todas as sociedades que existiram até nossos dias tem sido a história das lutas da classes.”

E Engels disse que "se não tivesse existido Napoleão outro ser humano teria feito o mesmo que ele fez".

Ou seja, para Marx e Engels a história é determinista e não depende da ação humana, as coisas acontecem porque a história assim determina.

Bom, se isso fosse verdade seria possível prever o futuro!
É analisar os acontecimentos históricos, aplicar a dialética marxista, e pronto, estaremos com o futuro em nossas mãos!
É claro que os dois jamais deram a menor prova científica que isso existe, na verdade todas as previsões feitas por Karl Marx não aconteceram.
Mas, no mundo atual existem pessoas da área científica que estão especulando quanto a possibilidade de a história ser previsível!

Os dois matemáticos citados no artigo, alem de colocarem indiretamente a "cultura" como fator decisivo nos destinos da humanidade e enfatizarem a tecnologia de forma negativa, coisas que fazem parte da "crítica" marxista contra a sociedade atual, também colocam a possibilidade da história ser prevista no futuro.

Para desgraça do marxismo a própria história já refutou os dogmas marxistas inúmeras vezes, mas seus seguidores, alienados que são, continuam de forma incansável a procurar formas de justificar os dogmas marxistas de forma científica.

Não conseguirão, a história continuará a refutá-los sistematicamente tentativa após tentativa!



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TEXTOS RELACIONADOS

Materialismo Histórico

http://materialismo-feuerbach.blogspot.com.br/

Materialismo "histórico" - uma "teoria" que tem sua origem em cartas de Engels, após a morte de Marx, para Starkenburg, Bloch, Schmidt e Mehring, e que foram dadas a conhecer por Eduard Bernstein em 1902
http://comentriossobreacontecimentosmundiais.blogspot.com.br/2013/04/materialismo-historico-uma-teoria-que.html

História "factual" e História "interpretada"
http://comentriossobreacontecimentosmundiais.blogspot.com.br/2013/04/historia-factual-e-historia-interpretada.html

"contexto histórico" - a ferramenta do marxismo "cultural" para adequar a história a seus dogmas ideológicos
http://comentriossobreacontecimentosmundiais.blogspot.com.br/2013/04/contexto-historico-ferramenta-do.html



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1 de janeiro de 2014

A moral de uma pessoa só pode ser avaliada quando essa pessoa está diretamente envolvida no episódio usado para teste, isso também vale para bebês

Vejamos esta notícia da Folha de S.Paulo:

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2014/01/1391913-pesquisas-mostram-que-bebes-tem-senso-moral.shtml

01/01/2014 - 02h15
Pesquisas mostram que bebês têm senso moral
REINALDO JOSÉ LOPES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Parece assustador, mas é a pura verdade: bebês de apenas um ano às vezes decidem fazer justiça com as próprias mãos.
Há evidências experimentais a esse respeito.
Num laboratório de psicologia da Universidade Yale, nos EUA, crianças dessa idade assistiam a um show de marionetes no qual um dos bonecos jogava uma bola para dois companheiros.
O primeiro deles, com a devida cortesia, devolvia a bola para o primeiro boneco; o segundo agarrava a bolinha e saía correndo.
Um dos meninos que assistiam ao espetáculo não teve dúvidas: deu um peteleco na cabeça do personagem "malvado".   
Essa é uma das muitas histórias saborosas contadas pelo psicólogo canadense Paul Bloom, de Yale, em seu mais recente livro, intitulado "Just Babies" ("Bebês Justos" ou "Apenas Bebês").
A obra resume décadas de pesquisas de Bloom, de sua colega (e mulher) Karen Wynn e de outros pesquisadores, os quais têm reunido dados em favor da ideia de que os seres humanos já vêm equipados com um "sentido moral" desde o berço.

JULGAMENTO
No experimento das marionetes, por exemplo, bebês de apenas três meses (os quais não têm coordenação motora suficiente para agarrar coisas, quanto mais para dar bordoadas no boneco malvado) já mostram sua aparente preferência pelo personagem bonzinho, dirigindo seu olhar preferencialmente para ele.
Crianças um pouco mais velhas, embora nem sempre recorram ao expediente de fazer justiça com as próprias mãos, em geral costumam "recompensar" o boneco gentil e punir o malvado quando têm essa oportunidade –se os pesquisadores fingem que cada boneco ganhou um doce depois do show, as crianças decidem tirar o doce do personagem que não devolveu a bola.
Boa parte dos avanços nessa área de pesquisa têm acontecido porque os cientistas descobriram maneiras engenhosas de medir as reações (o
grau de surpresa ou interesse, por exemplo) de seres humanos que ainda não conseguem se expressar ou mesmo se mexer de forma controlada, projetando os experimentos para levar esses fatores em conta.
Além da direção do olhar e do tempo que os bebês passam olhando para algo (que costuma denotar surpresa, interesse e preferência), os pesquisadores também usam medidas como o ritmo dos coraçõezinhos de seus "voluntários" e a intensidade com que eles chupam chupetas com sensores, entre outros truques.
Os resultados mostram que, antes de um ano de idade, as crianças costumam preferir personagens de desenho animado que ajudam os outros aos que atrapalham ou simplesmente ficam de braços cruzados.
Com pouco mais de um ano, oferecem espontaneamente ajuda (para carregar coisas ou abrir portas, por exemplo) a adultos desconhecidos.
Nessa mesma idade, ficam irritadas quando presenciam uma divisão desigual de doces ou brinquedos –principalmente, claro, quando as vítimas são elas próprias.
Outros estudos também mostram que o preconceito racial demora muito mais para se desenvolver –embora, desde cedo, os bebês prefiram pessoas que falam a mesma língua de seus pais.
Para Bloom, o conjunto dessas descobertas sugere que a maioria das crianças nasce com noções incipientes do certo e do errado, provavelmente para facilitar o aprendizado das interações sociais da nossa espécie.
....


Comentário

Essa notícia nos mostra a contundente penetração do marxismo "cultural" na sociedade, uma dominação do subconsciente das pessoas, essas pessoas que fizeram o estudo com certeza não sabem que estão trabalhando em prol da comprovação de teses socialistas.
Vejamos uma frase:

"em favor da idéia de que os seres humanos já vêm equipados com um "sentido moral" desde o berço."

E como a pesquisa nos diz que os bebês escolhem os bons, isso é uma tese científica para comprovar a tese socialista de Rousseau:

"Os homens nascem bons é a sociedade que os corrompe" !

Com isso tomamos conhecimento que depois de 70 anos de doutrinação nas universidades, nas escolas em geral, no meio artístico, em especial em Hollywood, na midia, o marxismo "cultural" conseguiu criar grupos inteiros de pessoas fazendo estudos para, sem saberem, comprovarem cientificamente as absurdas teses socialistas.

Mas, como tudo no socialismo, o que essa notícia coloca em manchete é falso, totalmente falso, uma vez que o que a pesquisa mostra é que os bebês já possuem senso de certo e errado, eles conseguem avaliar - os outros - como sendo certos ou errados, só que, isso não é a "moral do bebe" !
É o seu senso de certo e errado em relação aos outros e não a ele.
A moral do bebê só será medida quando ele próprio interagir com os demais bebes e estiver diretamente interessado no resultado do evento, quando a vitória na competição ou o ganho material ou afetivo em uma competição o beneficiar diretamente é que vamos saber até onde vai a moral desse bebê !
A manchete deveria ter sido diferente:

"Pesquisas mostram que bebês têm senso de certo e errado"

E não as conclusões efetuadas e a manchete que foi colocada.

A única frase correta da notícia é:

"–principalmente, claro, quando as vítimas são elas próprias."

Exatamente, quando a vitima for ele próprio o seu conceito de certo e errado pode mudar radicalmente !
Quando ele próprio for a vítima a sua moral não será a mesma.
Por essa razão, que todos sabemos existe, a pesquisa não tem nenhum fundamento científico.

Uma outra coisa que a pesquisa nos mostra é o que foi dito na frase:

"deu um peteleco na cabeça do personagem "malvado"."

ou seja, os bebês já demonstram que podem ser violentos, uma vez que a opção contra o maldoso foi a agressão física, deu um "peteleco", um tapa na cabeça do que ele achou ruim, portanto, a violência humana também não é a sociedade que a gera como dizem os socialistas, isso já está inerente no íntimo humano, no seu DNA.
Rousseau estava equivocado, os homens - não nascem bons - tudo depende das circunstâncias em que estão envolvidos.


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