26 de março de 2016

A dialética hegeliana (marxista) é subjetiva, não é ciência

Marxistas gostam muito de citar a "dialética"... nem sabem como funciona, citam porque a propaganda "cultural" marxista ligou a dialética a Marx, outra ignorância deles!
Marx nunca usou a dialética em seus textos!
Não existe nenhum texto de Marx onde ele, e não citações de supostos "estudos" de terceiros, tenha feito uma análise do "movimento dialético" e a partir dessa análise tenha fornecido uma síntese.
Obs. marxistas dão nomes variados aos elementos da dialética (tese, antítese e síntese).


Estamos aqui falando da dialética hegeliana, não da dialética grega clássica.


Hegel usou a dialética em toda seu estudo da história, Hegel realmente fez um estudo baseado na dialética, em sua fase final Hegel, e partir da tese - Ideia, e da antítese - Natureza (estes nomes também variam muito em textos marxistas), chegou a sua síntese idealista - Espírito.
Marx, sem mais nem mesmo, sem nenhuma base teórica, simplesmente disse que Hegel estava "de pernas para cima"... e que cabia a ele, Marx, colocar Hegel de novo em pé, e apresentou a sua "síntese" materialista.
A "moral" dessa história é que, tendo a história como tema dialético de análise, Hegel chegou a uma síntese idealista, e Marx chegou a uma síntese materialista!
Ou seja, opostas!

Desse episódio contraditório constatamos que Kant estava correto quando disse que a dialética é subjetiva!

Ou seja, cada dialético tem a sua síntese para uma mesma situação.

Por exemplo, se definirmos como tese - escravidão, e como antítese - liberdade, e colocarmos essa condição para 10 dialéticos diferentes, cada um deles irá apresentar uma síntese diferente, pois cada um deles vai apresentar a sua síntese baseado na sua subjetividade.

Com isso temos que a dialética hegeliana-marxista não é ciência e não serve para análise da realidade.

A dialética serve apenas para demagogia ideológica, como serviu a Marx e continua servindo aos intelectuais marxistas como "fundamentação teórica" da ideologia.



Imagens encontradas na Internet para descrever o que é a dialética hegeliana-marxista... separei quatro delas, mas, como a dialética é subjetiva, existem centenas de esquemas diferentes para explicá-la!


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22 de março de 2016

O ódio dos intelectuais a democracia representativa

“O capitalismo é a exploração do homem pelo homem. O socialismo é o contrário.”
 Millôr Fernandes.

capitalismo = democracia representativa, estado de direito democrático, sociedade liberal de livre mercado.

Millôr disse isso, mas, isso não é apenas a opinião dele, esse declaração é lugar comum entre os chamados intelectuais.

Esse tipo de opinião é uma desgraça para a sociedade porque quer levara a "luta de classes", a revolução, a guerra, e não a justiça, ao trabalho e ao progresso.

Os intelectuais acham a democracia representativa coisa ruim e querem destruí-la para implantar - de novo - o fracassado socialismo - isso leva a discórdia e a guerra civil, essa sempre foi a proposta dos intelectuais, a discórdia em prol do domínio do estado sobre toda a sociedade (socialismo).
E essa doutrina, apesar dos históricos e sangrentos fracassos, é "ensinada" a décadas como "solução para os problemas do mundo" nas universidades da área de humanas, com maior ênfase em História, Sociologia, Filosofia, Geografia, Direito, Artes e Estudos Sociais.

O absurdo nisso é que é de conhecimento geral que o estado é corrupto, o estado são pessoas cuidando de um dinheiro que não é delas, cuidando mal, a maioria dos serviços que o estado fornece, segurança, educação, saúde, tudo, é de péssima qualidade, mesmo diante desses fatos, os intelectuais continuam a clamar por mais estado e fim da empresa privada...

A democracia representativa liberal é o oposto disso que os intelectuais querem, propõe o trabalho privado como motor da sociedade, em uma sociedade com estado mínimo e a produção nas mãos de empresas primadas não existe corrupção nem roubo do dinheiro público, mas, em uma sociedade assim, os que mais trabalham, os que mais se esforçam, os mais competentes é que obtêm sucesso, e os intelectuais com suas palavras, não tem sucesso, é esse o motivo de eles quererem destruir a democracia.

E na atualidade, devido a maciça doutrinação nas escolas e universidades, os intelectuais estão obtendo o apoio de muitos inocentes.

Por isso, a humanidade não tem bom futuro porque grande parte dos jovens estão sendo corrompidos pelo ódio dos intelectuais contra a sociedade democrática e instigando a implantação do socialismo que no século passado já foi implantado em 50 nações do mundo e foi um colossal fracasso.


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5 de março de 2016

O socialismo rebaixa os seres humanos ao nível social dos insetos

SOCIALISMO

O socialismo é a negação da espécie humana como tal, rebaixa os seres humanos ao nível social dos insetos.

Tal como acontece com os insetos o socialismo tenta nivelar os seres humanos por baixo, já que é impossível igualar seres humanos por cima.

O socialismo almeja criar uma sociedade onde todos os indivíduos sejam iguais materialmente, mesmo que isso só seja obtido na miséria, uma vez que se não existir recompensa pessoal os seres humanos tendem a produzir o mínimo possível, porém, isso não é importante para socialistas, desde que não existam seres humanos ricos, socialistas se sentem bem vendo a miséria geral.


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Qual a origem das "lutas" de "minorias" atuais ?

É Antonio Gramsci (1891-1937)
Gramsci foi o teórico do que está acontecendo na sociedade ocidental na atualidade.

Era italiano e foi presidente do partido comunista italiano.

Gramsci foi preso pelo fascismo em Fevereiro de 1929, na prisão ele começou a tramar a sua conspiração.
Colocou suas reflexões em 32 cadernos, os "Cadernos do Cárcere", ele escreveu até 1935 quando ficou doente.
Depois que a guerra acabou os "Cadernos" tiveram sucessivas publicações e tiveram grande aceitação entre os "intelectuais" socialistas ocidentais, tanto na Europa como na América.


Gramsci não mudou o desejo de Karl Marx que queria destruir o "capitalismo' (democracia liberal) com a "luta de classes" e com a revolução armada.

Para Gramsci essa luta não mais seria uma revolução armada, mas sim uma revolução "cultural" - uma luta ideológica.

Em síntese os "Cadernos" descrevem estratégias "culturais" para mudar, a longo prazo, o senso comum da sociedade ocidental.

Para chegar a esse objetivo as estratégias seriam duas:
- A escola unitária.
- O intelectual orgânico.


Na escola única não existiriam mais a separação entre exatas, biológicas e humanas, nem existiriam matérias específicas, as crianças receberiam todas uma mesma orientação unificada.
Todos seriam filósofos, segundo Gramsci...
Segundo o seu modelo, seis de um período de dez anos seriam dedicados a uma educação que uniria as matérias comuns com as matérias técnicas.

Gramsci não dá valor para o ensino de adultos, ele quer mudar o cerne do ser humano, quer mudar o "senso comum", por isso quer atuar nas crianças, que ainda não tem discernimento para saber que estão sendo doutrinadas e não educadas de forma isenta sem segundas intenções.

Esse trabalho ideológico seria a longo prazo e pretendia chegar a "hegemonia" - a principal meta de Gramsci.

A "hegemonia" precede a tomada do poder pelo partido comunista a quem Gramsci chamava de "príncipe", a "hegemonia" é uma total dominação psicológica da sociedade, de forma que ela esteja pronta quando da tomada do poder pelo "príncipe" comunista, e o aceite de forma singela.


HEGEMONIA
Humanos agindo de acordo com um padrão.

Desta fantástica escola surgiria - o "intelectual orgânico", um sujeito que tanto pode ser um trabalhador braçal como pode ser um escritor, um jornalista ou um ator (uma pretensão comunista, todos fariam de tudo).
Gramsci achava que era mais coerente todos pensarem de forma igual sem que existissem gênios na humanidade.
Neste contexto, os "intelectuais orgânicos" são os professores primários, cineastas, jornalistas, educadores, professores da área de humanas, assistentes sociais, pedagogos, membros de instituições mundiais, membros de organizações não governamentais (ONGs), etc, que serão os doutrinadores incumbidos da indução infantil no dia a dia.
A "revolução cultural" seria feita pelas mãos deles atuando incansavelmente dia após dia.

Eis ai o plano marxista de subversão moral e intelectual da sociedade ocidental !
Essa louca concepção ignora a evolução, ignora que cada ser humano tem uma personalidade diferente, e o principal, ignora que cada ser humano tem vontades e habilidades diferentes.
O "homem socialista" é a negação da existência humana como tal, rebaixa os seres humanos ao nível social dos insetos.

Gramsci é o mentor de todos os "intelectuais" socialistas da área de humanas, e eles são maioria quase absoluta nas universidades do ocidente, e eles a 70 anos aplicam a doutrina de Gramsci nas escolas do ocidente.

Como tudo que vem da cabeça alienada de socialistas, depois de 70 anos de doutrinação nas escolas, a coisa não saiu como deveria, os robôs idênticos "intelectual orgânico" não surgiram.
Em seu lugar surgiram os politicamente corretos, os chamados "progressistas", que dentro do EUA são chamados de "liberais".
São eles que elegem socialistas por toda Europa e América, e que por fim, elegeram um grupo "progressista" para governar o EUA, do qual Obama é só um ícone.

E como tudo que socialistas fazem, desde já mais de 200 anos, vai dar errado o que eles pretendem fazer no mundo ... como por exemplo fomentar as "primavera árabe" ou "revolução colorida", o que eles vão fazer é destruir a sociedade ocidental.

Todo ser humano consciente que vive no ocidente deveria, ao menos, se preocupar em averiguar isso, pois disso depende o futuro de seus filhos e netos.


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23 de fevereiro de 2016

A incoerência dos descontentes contra os "1% mais ricos"


Desigualdade
A desigualdade virou a vilã moral de nossos tempos.
Os descontentes contra ela se referem ao "1% mais ricos" com muita raiva, os acusam de ficarem com boa parte das riquezas.
Essa acusação é feita com maior ênfase nos EUA, onde existem muitos do "1%".

Os descontentes nunca mencionam que no EUA existe uma excelente qualidade de vida para a população, nunca mencionam que o EUA possui um dos melhores IDH do mundo!
Não, isso não é importante para eles, o importante para os descontentes contra a desigualdade é apenas a existência des "1% mais ricos".
E a solução que propõem é cobrar impostos cada vez maiores contra eles, ou seja, tirar dos ricos a maior parte da fortuna deles através da ação fiscal do estado.

Porém, os descontentes estão equivocados, a ação deles está mais para inveja do que para uma boa ação no sentido moral.

A grande imoralidade é que existam pobres e não que existam bilionários!
A imoralidade está na existência da pobreza e não na existência da riqueza!

A existência de pessoas pobres que não conseguem ter o mínimo necessário para viverem dignamente é o grande problema social e moral.
E não que existam bilionários como Bill Gates.
Se Bill Gates ganhou seu dinheiro de forma honesta porque inventou o Windows, o Word, o Excel e centenas de outros softwares usados no mundo inteiro, parabéns para ele!
Pessoas honradas não tem nada contra a existência de bilionários iguais a Bill Gates.

Bill Gates se tornou bilionário porque produziu uma 
mercadoria usada em larga escala no mundo inteiro.
Pessoas honradas não implicam com a existência 
de pessoas como Gates, pelo contrário!  
Seria ótimo para o mundo se existissem muitos como ele.

Então, a luta moral não é a duvidosa luta contra os "1% mais ricos", mas sim, a luta para criar mecanismos de produção e geração de empregos que possam acabar com os pobres, que possam dar as pessoas a possibilidade de trabalharem e produzirem e assim terem salários suficientes para se manterem dignamente.


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O Homem Revoltado

O Homem Revoltado

Em 1951 o livro (ensaio) "O Homem Revoltado" de Albert Camus abalou as estruturas da esquerda socialista francesa.

Esse ensaio de Albert Camus foi uma bem articulada demonstração sobre as máculas morais dos "revolucionários" através dos tempos, inclusive aos acontecimentos decorrentes da revolução de 1789.

Esta obra provocou o fim da longa amizade que Sartre mantinha com Camus, Sartre pertencia ao partido comunista.


"A filosofia pode servir para tudo, até mesmo para transformar assassinos em juízes” p.13
Essa é uma das conclusões de Albert Camus no seu livro "O homem revoltado".
O tema do livro é construído em cima do assassinato e a noção de absurdo. 

 
[Nota: revolucionários matam em nome de uma suposta "causa sublime" que tem dentro da cabeça.]

“O homem é a única criatura que se recusa a ser o que é. A questão é saber se esta recusa não pode levá-lo senão à destruição dos outros e de si próprio, se toda revolta deve acabar em justificação do assassinato universal” p. 21.
“Há crimes de paixão e crimes de lógica” (p. 13).

Camus procura respostas.
Como o crime pode ser inocente?
Qual a explicação por trás de uma multidão de escravos sob a bandeira da liberdade?
Como se justifica um massacre em nome da justiça e do amor?

“A revolta nasce do espetáculo da desrazão diante de uma condição injusta e incompreensível” (p. 21).

“É preciso portanto que a revolta tire suas razões de si mesma” (p. 21). 

“Há em toda revolta uma adesão integral e instantânea do homem a uma certa parte de si mesmo” (p. 26).

“Aparentemente negativa, já que nada cria, a revolta é profundamente positiva, porque revela aquilo que no homem deve ser defendido” (p. 32).

"O mal que apenas um homem sentia torna-se peste coletiva. Na nossa provação diária, a revolta desempenha o mesmo papel que o cogito na ordem do pensamento: ela é a primeira evidência. Mas essa evidência tira o indivíduo de sua solidão. Ela é um território comum que fundamenta o primeiro valor dos homens. Eu me revolto, logo existimos” (p. 35).



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18 de fevereiro de 2016

A filosofia cósmica de Hegel

A dialética de Hegel em seu movimento final (Ideia, Natureza) o leva ao Espírito, mediante um processo em que, na opinião de Hegel, o Espírito ganha consciência de si ao longo da história.
Para Hegel, a partir do movimento dialético das contradições "ideia" e "natureza" inseridos na história humana evoluíram do Nada para a Consciência, para a aquisição da Inteligência, ao que Hegel deduz ser o Espírito em formação, ou seja, Deus.

Hegel vê a história produzindo um ser (ser humano) cada vez mais inteligente, por isso lhe deu o nome de Espírito (Deus).

Para Hegel Deus não é o que é - ao menos só é parcial e muito provisoriamente o que atualmente é - Deus é o que se realizará na História.

A figura é uma ilustração mostrando Hegel e seus alunos, 
que eram sempre muitos,
em sua cátedra dando aula na Universidade de Berlim.

A visão de Hegel, de que o desenrolar da história é a geração de um ser cada vez mais inteligente - um "deus" em formação, na minha opinião é o mais primoroso detalhamento da função cósmica da vida!
Essa filosofia é única!


Entretanto, essa maravilhosa conclusão de Hegel não tem a importância que deveria ter na filosofia porque a filosofia de Hegel foi distorcida devido a falsa vinculação dela com o marxismo.

Porém, a filosofia de Hegel nada tem a ver com a raivosa ideologia criada por Marx.

Acredito, ou melhor, espero, que no futuro, ainda longínquo, quando as tolices e meias verdades rousseaulianas e de seus congêneres marxistas levarem finalmente toda a humanidade ao fundo do poço, a verdadeira filosofia do pensamento humano lúcido possa renascer e a filosofia de Hegel possa ser vista na sua forma original.




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